Pai
Sexta, 19 de Março de 2010 às 11:23
Pai,
Quando era pequeno te via como um herói... o mais forte,... o maior.
O tempo passou, eu cresci e muito dos meus pensamentos mudaram, mas ainda assim você não deixou de ser o meu grande heroi.
Pai, eu cresci muito, e também te vi crescer. Contudo somente uma frase resume o que penso sobre ti e é esta: TE ADMIRO MUITO!!! Tenho Saudades tuas .Felizmente posso dizer com muito orgulho que es um exemplo a ser seguido. E será seguido por mim.
Agoro sou eu que sou pai, tenho alguem que me ve como um heroi, porque me ensinaste a ser um bom pai.
Obrigada por seres tão especial para mim, e por seres esse pai com tantas qualidades que possuis.
Obrigada por me ensinares, por me amares e por te esforçares sempre para me fazer feliz e para que eu realize meus sonhos.
Peço a DEUS que me ajude a em tudo ao menos alegrar seu coração, e quanto a mim prometo me esforçar ao máximo para também poder te fazer um pai feliz e que se orgulhe de mim como eu posso me orgulhar de você.
TE AMO MUITO PAI...
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Enviado por: krunk 
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feeling
Quarta, 17 de Março de 2010 às 21:06

o tempo passa e me infureço
cada hora k ja foi me aborreço
estou fulo da vida
ficando louko
de cabeça perdida
pouko a pouko
sinto-me a ferver
as palavras nao saiam
nao sei k dizer
este nao é o rumo certo
tem k haver um melhor
cada dia k passa
sigo o caminho pior
estou enraiveçido
comigo com minha pessoa
de isso ter aconteçido
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Enviado por: peter_parker 
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Efeito do ecrã
Quarta, 17 de Março de 2010 às 20:32
O mundo com as novas tecnologias está cheio de tarados de tal modo que alguns passam mais de 4 horas a olhar um ecrã a ver pornografia e quando chegam ao pé da mulher ou companheira dizem ufaaa agora posso ver-te nua durante mais quatro horas sem me arder a vista!!!!!!
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Enviado por: Poseidon 
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Festival A Colheita -Ilha Terceira 2 e 3 de Abril.
Terça, 16 de Março de 2010 às 12:59

Para todos os amantes, apreciadores, admiradores ou apenas conhecidos do Rock e do Metal, este festival realizar-se-á no Centro Cultural de São Bento e terá a duração de dois dias. Poderás contar com a participação das seguintes bandas:
> "The Truth about the Mind", "Resposta Simples", "Cysma" e Jam Session pela noite dentro - dia 2 de Abril;
> "Somnivm", "Anomally" e "DJPsytoon" - dia 3 de Abril.
Este festival nasceu no âmbito da realização de um segundo Festival - no Verão - e os dois têm como finalidade a divulgação das bandas de garagem não só da Ilha Terceira, não só dos Açores mas de todo o Portugal.
Com a realização d' A Colheita, pretendemos angariar fundos para a ajuda da organização do festival de Verão, tal como sensibilizar todos para que nos ajudem a produzir algo em prole de muitas bandas boas que por aí andam, mas que não têm oportunidades de partilhar o seu projecto.
Mais informações: http://festivalacolheita.blogspot.com
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Agradecimentos:
Na Organização:
Associação Juvenil "JAÇOR"
Nos Apoios:
JUNTA DE FREGUESIA DE SÃO BENTO
Associação Juvenil MAR BRAVO
Associação Cultural BURRA DE MILHO
Site do Metal Açoriano METALICIDIO
Cartaz feito por- Miguel Aguiar
Modelo - Romina
Fotografia tirada e editada por - Catarina Melo
Beatriz Reis
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Enviado por: _-caty-_ 
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Reflecxos...
Sexta, 12 de Março de 2010 às 11:02
Numa altura onde surgiu os porquês, os "será que estou certa? Ou estarei completamente errada?" eu entervi, não sei se magoei, se fui, de algum modo, fria mas foi a ti que dediquei aquele discurso que não estava preparado...
Tendo a reforçar que, todos nos temos sentimentos, carências, desejos...
Todos nós pensamos, lamentamos, sofremos e sentimos...
Todos nos, de facto, erramos mas o melhor será sempre possivel.
Senti-me culpada, teus comportamentos são o reflecxo do meu passado e estes não foram os melhores, os teus comportamentos são o reflecxo de dor e mágoa, falta de coragem para enfrentar o que sentimos e de algum modo, mais uma vez, escondemos o que sentimos estimulando uma participação menos activa das outras pessoas na nossa vida!
Não desistir, é um lema, sim, mas será uma verdade?
Não sou ninguém para julgar mas sou, pois, alguém que tem uma palavra meiga e sincera para te confrontar e confortar.
Estou e quero continuar a fazer parte desta tua realidade tão escondida por medo.
Gostava de não perceber o porquê, mas na verdade, entendo, não aceito nem concordo mas entendo.
Não baixes a cabeça por teres errado, não!
Alevanta-a melhorando tudo no que foi falhado, em tudo o que foi resultado de um erro, de uma decepção.
Lembra-te " Andamos, andamos, percorremos, falhamos mas por vezes ganhamos!"... Entendo a tua dor, entendo essa tua maneira de reagir a certos sentimentos visto que outrora foste dada como parva mas pensar que tudo pode melhorar, não tem que ser resultado de confusão.
Chora, grita mas não te esqueças de subir mais um degrau na vida porque é com estas decepções, ditas "lições de vida" que crescemos e aprendemos.
Eu não te odeio, eu amo-te!
A ti minha irmã, minha estrela.
"Estás sozinha??"
Quarta, 10 de Março de 2010 às 02:39

Pensas que está sozinha? Mas não estás porque há uma pessoa q está ao teu lado, ELE QUER VIVER CONTIGO, que nunca se esquece de ti, ajudando-te e consolando-te, eu..apesar do momento em que tudo mudou...=(
Quando pensas que está sozinha, eu acompanho-te, quando estás magoada, eu pego-te ao colo, mas não foi isso que eu fiz=(=(
Quando estás á beira de um abismo, eu estarei lá para te salvar.
Apesar de tudo o que te fiz, quero que me perdoes, que voltes a confiar em mim, eu não mudei mas sim irei mudar se tudo terminar, se minha vida não tiver rumo...viver sem ti
quero passar o resto da minha vida contigo!!!=(
EU AMO-TE **
Jorge Ponte
Rancho de Romeiros de São Pedro
Sábado, 06 de Março de 2010 às 12:03
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Enviado por: nbphotography 
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O homem sem coração
Terça, 02 de Março de 2010 às 11:35
No dia em que perdi Ana, perdi também o que me restava no coração. Assim que a mágoa se me abateu, este morreu, deixando-me a mim vivo mas um receptáculo vazio de emoções.
Hoje, assim como nos dias anteriores, ao acordar coloco minha mão sobre o peito, com a esperança de alguma palpitação por mais reduzida que seja; uma confirmação de que ainda existe alguma esperança. Sem sucesso. Dirijo-me à casa de banho e passo as mãos por água até que viro meu olhar para o eu que se esconde por trás do espelho. Sorrio. Faço caretas. Reviro os olhos. Tento emergir do mar de memórias recordações que sirvam de mecanismos para despertar alguma réstia de emoção que se encontre escondida, amedrontada pelo vazio que se tornou minha pequena caixa de emoções.
Recordo-me dos longos passeios que desfrutava, quando criança com minha mãe na pequena floresta que ficava perto de nossa casa. Recordo-me de meu primeiro beijo. Recordo-me da noite em que perdi meu pai, após ter saído derrotado de sua batalha com o cancro que o consumia; no início de forma gradual, até que uma vez destruídas as defesas de seu corpo, consumiu o pouco que ainda restava dele. Penso em todas estas coisas. No entanto não conseguem despertar qualquer emoção que pudesse surgir de mão dada com a recordação.
Com a chegada de um novo amor
Dás mais um pouco mais de ti,
Dás sem resistência,
Entregas-te com vontade;
Mal sabes tu que na realidade
Chega um momento que até O mais fértil dos poços seca
Com a força do uso e o desgaste do tempo
Este verso escapa-me dos lábios apesar de não me lembrar exactamente de onde o ouvi antes. Parece-me apropriado ao momento.
Algo que notei é que a ausência de emoção pode ser muito facilmente atribuída à melancolia. Apesar de no meu caso em particular esta noção estar errada é inconcebível o ser humano aceitar a ausência de emoção como um aspecto da natureza humana. A palavra humanidade, claramente evoca o que de melhor pode surgir nesta espécie privilegiada aos olhos do Criador. No inglês esta relação entre homem e emoção ainda é mais clara mankind (man+kind), apresentando assim a aparente certeza de que o homem é sem espaço para dúvida um ser movido por emoções ganhas pela racionalização e consciencialização das mesmas.
Tal percepção leva-me a crer de que o mal de que sofro poderá talvez ser um caso único, e uma vez tornado público poderá causar pânico entre as massas alertados eventualmente, por mentes mais sensacionalistas de que poderá tratar-se de uma nova epidemia ou castigo divino.
Ao voltar a colocar a mão sobre o peito enquanto me observo no espelho suspiro: - Seria este o momento para entrar em pânico. De seguida crio uma expressão de que me recordo como sendo de pânico, saindo esta demasiado exagerada.
Decido, com a ajuda do espelho e filmes que até aquele momento eram um dos passatempos que mais prazer me proporcionava, a aprender tudo aquilo que antes me era inato, com o simples intuito de, pelo menos aos olhos dos que me rodeiam, continuar a ser um homem com coração.
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Enviado por: Miguel_Deviant 
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“Ajude a ilha da Madeira”.
Sábado, 27 de Fevereiro de 2010 às 13:22

“Ajude a ilha da Madeira”.
Por cada livro “Poemas Sentidos” do escritor Miguel Rodriguez, vendido na nossa página, “Editora Porca Danada”, estamos a dar 1 euro para ajuda á Ilha da Madeira.
Vaia ao nosso site http://www.porcadanada.site40.net/livros.php ,ou, http://www.porcadanada.site40.net e faca a sua encomenda, ajude esta causa.
Divulgue a mensagem.
Obrigado pelo seu apoio.
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Enviado por: MISTER_MG_R 
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Elisabete
Sexta, 26 de Fevereiro de 2010 às 12:07
Corro. Corro. Corro. Gritam o meu nome em sussurro pela força da distância. Corro. Os meus pulmões inalam, exalam o ar fresco do campo em soluços causando a dor do fôlego já abandonado mas não paro. Corro. Salto os pequenos mas diversos obstáculos que se interpõem entre mim e o dono da voz. Corro. A paisagem que me circunda passa à velocidade de minha corrida em formas imediatas desprovidas de forma. Entretanto a voz aumenta de força, à medida que me aproximo, já conseguindo criar uma forma ainda que vaga de quem me chama. Corro. Corro. Corro. Corro.
Esta silhueta claramente feminina, aos poucos ganha contornos, cores e definição até finalmente formar Elisabete, o meu único e verdadeiro amor.
Quando finalmente chego até ela, coloco as mãos sobre os joelhos para recuperar o fôlego e entre espasmos de linguagem forçada pelo cansaço chamo-a pelo nome. Elisabete não se move. Apenas olha para mim sem me dirigir palavra. Já erecto com as mãos apoiadas na cintura, após composta minha roupa, devolvo-lhe o olhar.
- Elisabete, que fazes aqui, amor? Ao tentar aproximar-me do fruto de meu desejo, o campo move-se a uma velocidade incapaz de ser medida pelo homem, colocando-me ao que me parece ser a distância inicial.
De novo a voz chama-me. Miguel! Miguel! Mas o tom é diferente, revelando agora um grau mais elevado de tensão ao proferir meu nome.
Corro. Corro. Corro. Gritam o meu nome em sussurro pela força da distância. Corro. Os meus pulmões inalam, exalam o ar fresco do campo em soluços causando a dor do fôlego já abandonado mas não paro. Corro. Salto os pequenos mas diversos obstáculos que se interpõem entre mim e o dono da voz. Corro. A paisagem que, e circunda passa à velocidade de minha corrida em formas imediatas desprovidas de forma. Entretanto a voz aumenta de força, à medida que me aproximo, já conseguindo criar uma forma ainda que vaga de quem me chama. Corro. Corro. Corro. Corro.
A silhueta continua a ser a de Elizabete, mas desta vez tenho a sensação que paira no ar como um anjo sem necessidade de asas, uma vez que sua virtude torna-a mais leve do que as nuvens no céu. Corro. Corro. Corro. Sua silhueta começa a revelar-se lentamente a mim, à medida que a distância encurta.
Subitamente deixo-me cair de joelhos no chão, uma vez confrontado por uma imagem tão atroz que todo o sangue me abandona o corpo.
Realmente Elisabete paira no ar, mas não devido à leveza de sua virtude que a faria pairar mais leve que as nuvens. Encontra-se isto sim, segura por uma corda em volta de seu pescoço e que uma vez apertado o laço assassino com o peso do corpo, este impotente face ao peso da vida; durante a queda quebrou-lhe o pescoço ceifando-lhe a vida.
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Enviado por: Miguel_Deviant 
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