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Ponta Delgada - Cidade-Mór
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mudou muito??
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ainda está em transformação
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Autor Mensagem
neovreth



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MensagemColocada: Ter Mar 28, 2006 2:39 am    Assunto: Responder com Citação

acreditas k na altura da emigraçao por volta dos anos 60 só a ilha de São Miguel tinha á volta de kase 200.mil habitantes? é verdade sim! mas perdeu-se mta populaçaõ com a emigração mas ainda assim somos a ilha k detém mais de metade da populaçao dos Açores e se n fosse a emigração tinhamos mais população k a Madeira... em relação ao funchal olha k n sei... o tempo dirá, e se vires a cidade cada vez mais está a crescer a um passo vertiginoso e agora com a entrada da construção do casino em Ponta Delgada e com o projecto Portas do mar e construção das SCUTS... ui ui... vai dar k falar hehehe

Em relação á cidade da Ribeira Grande e á da Praia lógico k a Ribeira Grande é mais desenvolvida industrialmente( se reparares é na Ribeira Grande k estão sediadas kase todas as empresas de construção civil, industrias leiteiras, industrias de chá, tabaco, chicória, espadana etc. e maior logo mais rica e populosa do k a Praia.. até para a Ribeira Grande se estão a dar passos para a construção do passeio atlântico( uma avenida em menor escala parecida com a k irão fazer em Ponta Deldada com as portas do mar

Em relação a Vila Franca do Campo n te eskeças k ela foi a 1a e mais populosa e importante urbe a ser criada nos Açores mesmo antes de Angra ser cidade...só k foi destruída por um cataclismo em 1522 perdendo toda a pujança que esta detinha até então. Se n tivesse sido akele cataclismo Hoje em dia Vila Frnca já seria outra.. talvez como Ponta Delgada n sei... mas a meu ver Vila Franca tem todas as condições para ser elevada á categoria de cidade.. pela população pelo seu tamanho, importância, localização de bens e serviços como é o caso do Aquaparque etc etc... o tempo dirá Mr. Green Mr. Green Mr. Green Laughing


Editado pela última vez por neovreth em Ter Mar 28, 2006 2:52 am, num total de 1 vez
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Bekun



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MensagemColocada: Ter Mar 28, 2006 2:48 am    Assunto: Responder com Citação

Ok, no entanto, não acho que a Praia da Vitória esteja abaixo da Ribeira Grande em termos de nível de vida. A Praia tem uma bela marginal, uma marina, o porto, boa restauração. E se a Ribeira Grande tem tudo o que disseste, a Praia tem a base que é como se fosse uma grande empresa. Eu acho que as duas cidades são muito diferentes mas equivalentes.
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neovreth



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MensagemColocada: Ter Mar 28, 2006 2:55 am    Assunto: Responder com Citação

claro que n deve de estar abaixo em relaçao a nivel de vida mas sejamos realistas, Ribeira Grande é mais populosa do que a Praia, e ligeiramente maior, logo a meu ver existe uma maior variedade de coisas que na Praia n existe e vice-versa, mas no fundo tens razão... Acho k exas 2 cidades estão kase equiparadas
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vilagirl



Registo: 27 Mar 2006
Mensagens: 3

MensagemColocada: Ter Mar 28, 2006 7:59 pm    Assunto: Responder com Citação

hey Neovreth ainda n disseste se levaste o ratinho a passear a algum desses sitios aí nas fotos!
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
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MensagemColocada: Qua Mar 29, 2006 8:30 am    Assunto: Responder com Citação

Sim, claro... levei o ratinho, a ratinha, o gatinho e o cãozinho da prima!
E tu? Tb já levaste por aí a passear a cadela ou a rata??
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
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MensagemColocada: Sáb Abr 01, 2006 1:13 am    Assunto: Responder com Citação



Vista do largo da Matriz no séc. XIX, vendo-se os edifícios ainda existentes com ligeiras modificações. A entrada para o Clube Micaelense, o que é o Café Central, a Rua do Melo (antiga Rua da Cadeia Velha) e à esquerda os edifícios, ainda existentes, que se situam no local da primitiva Câmara Municipal







Casamento “de estadão”nos anos 70-80 do séc. XIX.
De notar que o aspecto é semelhante ao de hoje













Igreja Matriz no séc. XIX antes da desastrosa destruição do adro retirando as pitorescas lojas (1901) e a colocação do inestético relógio (1895)






Largo da Misericórdia nos anos 40.
À esquerda, junto da Travessa de Santa Margarida de Chaves,existiu uma Ermida de Santa Margarida.A seguir à esquina da Rua António Joaquim Nunes da Silva, vemos a Rua do Aljube e a seguir a Casa Bensaúde, resultante de demolição do Hospital e Igreja da Misericórdia do séc. XVI.
Ao fundo a antiga casa dos Faria e Maia, hoje Clube Micaelense






Rua da Alfândega no princípio do séc. XX Na esquina da Rua dos Mercadores (à direita) e com clientes à porta, acima dos tapumes, a Loja de Benjamin Férin hoje ocupada pela Companhia de Seguros Açoreana





Fachada actual da Ermida de S. João de Deus, de que só subsiste a parte superior, profanada e vandalizada pela sua transformação em armazém. Já se vêem plantas a nascer no acrescento que lhe foi feito!





Rua da Misericórdia. Casa do séc. XVII , vendo-se as vitrinas dos estabelecimento comerciais no r/c ,completamente despropositadas e abaixo da casa (mais à esquerda na foto) a inacreditável garagem resultante da demolição da Ermida de S. Bento que lhe estava anexa




A Loja de Benjamin Férin e a Rua dos Mercadores vendo-se ao lado a Tabacaria Açoriana




Aspecto actual da Rua da Alfândega, “afundada” pela sobreelevação da actual Avenida Infante D. Henrique. O edifício à direita a antiga Alfândega do séc. XIX e na esquina com a Rua dos Mercadores a Companhia de Seguros Açoreana.




Foto do séc. XIX do antigo Largo da Graça (Camões) na bifurcação para a Rua dos Mercadores (à esquerda) e Rua da Misericórdia e antes da abertura da Rua Dr. José Bruno Carreiro e consequente demolição das casas à esquerda. À direita a Travessa de S. João (hoje Dr. Francisco Faria e Maia)




Foto actual do mesmo local vendo-se a entrada da Rua Dr. José Bruno à esquerda e a casa recentemente transformada em hotel e da qual só resta a fachada. Pelo menos isso!




No lado nascente do Largo da Graça existia a quinhentista “Ermida Nossa Senhora da Natividade, onde os pretos da cidade têm sua confraria” ( ), demolida no séc., XIX para se fazer um edifício onde hoje funciona uma farmácia!
A Câmara expropriou-a em 1859, vendendo parte do sítio para a construção de uma pequena casa. Hoje, no seu lugar, virada para o largo, situa-se um edifício em cujo rés-do-chão está instalada uma farmácia.

Junto ao lado poente da Igreja da Graça havia uma pequena azinhaga, a “Azinhaga da Graça” ou “Rua da Natividade para cima”, visível na fotografia da Igreja, beneficiada e alargada no séc. XIX, sendo hoje denominada Travessa da Graça que liga o actual largo de Camões à actual Rua do Mercado que lhe fica a norte. Para se aceder à estreita azinhaga, “subia-se os degraus do adro da Igreja, então mais extenso para a esquerda e formava a embocadura da mesma azinhaga”(M.Supico, “ A Persuasão”nº 1795, de 10-6-1896).






Interior da Igreja da Graça com as inacreditáveis varandas de betão colocadas nos vão dos arcos que separam a nave central das laterais





Fotografia actual da zona nascente do Largo da Graça (Camões), vendo-se o edifício que substituiu a Ermida quinhentista de N.S. da Natividade. À esquerda as escadaria da Igreja da Graça e no início da Rua Ernesto do Canto, a escola e o antigo edifício da Biblioteca Pública e Arquivo de Ponta Delgada, resultantes da demolição parcial da Clausura do Convento da Graça





Fotografia do séc. XIX da Rua dos Clérigos, tirada da torre da Igreja de S.Pedro. Vendo-se o Solar dos Cantos com uma curiosa torre de observação em madeira. Por detrás o Convento da Graça e a cerca ainda intactos Ao fundo à distancia as torres abobadadas do Colégio de Todos-os-Santos





Chegados ao fim da Rua João Melo Abreu esta subdivide-se em duas num local antigamente chamado da Fontinha de S. Pedro, provavelmente pelo facto de ali ter existido uma fonte.
A rua que fica a sul, leva-nos ao lado norte do Largo de S. Pedro, hoje Almirante Dunn com a bonita Igreja do Apóstolo S. Pedro do séc.XVI, construída no local da primitiva ermida quinhentista da mesma invocação e contemporânea de Frutuoso que ainda se refere ao início da construção da nova igreja. Muito arruinada foi restaurada no séc.XVII.







Antigo Cais de S. Pedro, foto tirada da torre da Igreja da Graça, vendo-se a Casa Hickling e a casa que lhe está anexa, onde funcionou o Externato do Infante com um jardim alto e fortemente murado e a igreja de S. Pedro








Zona traseira do Solar do séc. XVII, virada para o mar em S. Pedro, sito na Rua do Calhau, demolido para construir o Hotel Açores Atlântico





A Rua do Calhau continuava–se pela Rua do Castelo, hoje transformada em beco e dando acesso a uma única casa, de construção moderna mas conservadora e tradicional. A rua chama-se do Castelo porque conduzia ao Castelo de S. Pedro, pequena fortaleza também já desaparecida, situada na zona do antigo Pesqueiro.





Casa setecentista da Rua do Castelo, demolida e substituída no séc. XIX por uma desinteressante casa de dois andares, onde tive em criança aulas de Inglês com a uma senhora inglesa aqui residente, a Mrs. Carvalho, casada com o sr. Eleutério Carvalho. Ao fundo o Solar também do séc. XVII demolido para construir o Hotel Açores Atlântico





Aspecto actual da Rua do Castelo. A casa de construção recente, inspirada na primitiva e substituiu a que tinha “apagado” a casa setecentista





Vista aérea da zona de S. Pedro antes do bárbaro prolongamento da Avenida Marginal. À direita o solar do séc. XVII ( demolido para fazer o Hotel Açores Atlântico). À esquerda em baixo o Forte de S. Pedro (destruído). Entre eles, o grupo de casas da Rua do Castelo que conduzia ao Forte , ao centro, a Igreja de S. Pedro, tendo defronte a casa de Thomas Hickling, antes da sua adaptação a Hotel. Por detrás da casa Hickling, o Solar dos Cantos e à sua esquerda a clausura do Convento da Graça







Porto da Calheta de Pero de Teive como era durante o séc. XX






Em 1546 D. João III elevou Ponta Delgada a cidade, constando na carta régia: "a villa de Pomte deglada da ilha de Sam Migell he agora tão acrescentada em povoação e asy nobrecida". Como refere Gaspar Frutuoso tinha "um quarto de légoa de comprido, e de largo, no meio do corpo dela, um bom tiro de escopeta".
Em 1555 o seu "Cais Terra" foi construído.
Os portos que existiam (S. Francisco e caldeira da Ribeira de Valverde) foram, porém, sacrificados para dar lugar à construção da marginal, a Avenida Infante D. Henrique.
Hoje, para o prolongamento dessa marginal certamente irão fazer-se mais e mais graves sacrificios e aberrações



[i]Ponta Delgada que já foi assim,















e é ainda uma cidade que cresce para o interior norte em caixotes de prédios, onde já existe três centros comerciais







Planta do Castelo de S. Brás e Cais do Corpo Santo, feita pelo Cônsul Inglês William Read no princípio do séc. XIX. Não estava ainda construído o Cais da Sardinha na ponta de biscoito à direita e assinalada com uma cruz a Ermida de S. Pedro Gonçalves do séc. XVI, destruída pela construção do Cais da Sardinha em 1862





Jardim do Castelo antes da reformulação actual, vendo-se encostado à muralha o Padrão aos Mortos da Grande Guerra de 14-18 da autoria de Raúl Lino e Diogo de Macedo ali colocado em 4-11-1935, de proporção excessiva para a altura da muralha e uma quase profanação ao vetusto monumento. O próprio escultor Diogo de Macedo quando visitou Ponta Delgada em 1951 lamentou a localização do memorial







O Cais do Corpo Santo e o Forte vistos do cais da Sardinha





Vista do Cais de Corpo Santo e em primeiro plano o antigo Chafariz, aproximadamente no local onde hoje se situa o Monumento ao Emigrante. Ao fundo a 1ª fase do Porto Artificial





Aterro. Vendo-se ao fundo o edifício da Alfândega e as arcadas da Fonte dos Navegantes. À direita as pontes do Clemente (Clemente Joaquim da Costa) para descarga de carvão





Interior do Cais da Sardinha





Cais da Sardinha visto do Forte de S. Brás






O bonito Cais da Sardinha visto de um edifício do Aterro






O Edifício da Alfândega que resultou da demolição do Cais da Sardinha e situado no local onde existiu a Ermida de S. Pedro Gonçalves







Vista aérea da zona de Santa Clara. Vendo-se os edifícios da Junta Autónoma dos Portos a Avenida Kopke, a entrada para o Porto Artificial. A seguir o Forte de S. Brás ainda com os antigos edifícios das Oficinas de Reparações Marítimas, hoje felizmente demolidos de modo a desafogar o Forte. A seguir o Cais do Corpo Santo e mais longe o Cais da Sardinha. À esquerda o vasto edifício dos Franciscanos adaptado a Hospital da Misericórdia





Antigo Coreto do Campo de S Francisco que ardeu durante a instalação das lâmpadas para as festas do S.S.Cristo nos finais dos anos 50.





Fotografia do Forte de S .Brás tirada da torre da Igreja de S. José vendo-se a fachada do Convento dos Franciscanos demolida e as obras de construção da fachada da antiga Misericórdia. A cerca do Castelo ainda não estava ajardinada e, junto ao Castelo, o antigo Cais do Corpo Santo. Mais ao fundo o Porto artificial já iniciado em 1861





Igreja e Antigo Convento dos Franciscanos, séc. XVII. Parte da clausura foi demolida e a maior parte do interior destruída para construir o Hospital da Misericórdia





Fachada neoclássica da Misericórdia resultante da demolição do Convento dos Franciscanos. A Igreja permanece intacta e é um dos mais bonitos exemplares de arquitectura religiosa da ilha. Notar a desproporção volumétrica da actual fachada como que a querer apagar a bonita Igreja





Desenho do Chafariz e sua localização vendo-se o Castelo e o fosso ainda não aterrado e ajardinado





Foto do Chafariz já desaparecido






No local onde estava o Chafariz de 1782 existe agora o Monumento do Emigrante, da autoria do escultor Álvaro França que poderia e mereceria ser situado em qualquer lugar nobre da cidade, sem se ter destruído o bonito chafariz do séc.XVIII, ainda no séc.XIX.






Pedra de Armas do antigo Chafariz do Campo de S. Francisco do séc. XVIII, ali colocada em 1848 e hoje no museu Carlos Machado





Campo de S Francisco, lado nascente, vendo-se à direita a casa dos irmãos Carvalhos rematada por uma bonita galeria e pináculos em basalto aqui ainda pintados e hoje a descoberto. Ao lado um edifício de iguais proporções mas de decoração mais pobre, hoje substituído por dois edifícios de volumetria desproporcionada






Outra vista do mesmo local, sem as árvores mas já com o actual meterosídero ainda pequeno e a casa que ladeava a Casa Marques Moreira de forma harmoniosa já demolida e substituída por dois edifícios de volumetria excessiva e desproporcionada





antigo porto da calheta pêro de teive - Ponta Delgada


Editado pela última vez por neovreth em Sáb Abr 01, 2006 2:51 am, num total de 1 vez
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
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MensagemColocada: Sáb Abr 01, 2006 2:38 am    Assunto: Responder com Citação

Cada vez mais Ponta Delgada, a maior e mais populosa cidade das9 ilhas, cresce abruptamente e sem medida, esquecendo outrora um passado rico que teima em não mais aparecer.
A cidade cresce cada vez mais agora em prédios e torres, demarcando e ocultando a simples aldeia de pescadores que fora em tempos passados, para se tornar numa poderosa e rica cidade...








































































































Panorâmica do Porto de Ponta Delgada, vendo-se em fundo à esquerda, ainda bem definidas, a ponta "dos algares" e a ponta "delgada e rasa", ou "de Santa Clara".
Foi esta obra, e mais tarde as suas reparações e ampliações, o que justificou a exploração das Pedreiras da "Mata da Doca", local de origem dos milhares de toneladas de pedra ali utilizados
.




É assim que é conhecida em Santa Clara, por associação aos moinhos de vento que outrora por aqui existiram, esta última saliência da costa antes que esta, iniciando definitivamente a sua orientação para noroeste, se torne alta e alcantilada praticamente até aos Mosteiros.





Rua Marquês da Praia. À esquerda o Solar dos Sousa Medeiros e Canto e à direita o que era o muro do jardim que se estendia ao longo da rua até ao cruzamento com a Rua Dr. Luís Bettencourt. Na parte visível o que sobra das maravilhosas árvores que o jardim possuía.




Edifício do Tribunal, inaugurado a 8-7-1968, tendo ao fundo o Palacete Praia. Vendo esta fotografia percebe-se como ficaria bonito o rebaixamento do muro e o gradeamento a substitui-lo, valorizando o edifício e beneficiando a cidade sem a desastrosa destruição que foi feita e a ainda pior construção do edifício




Projecto do Palácio da Justiça que esteve projectado para a zona da Calheta próximo da Cadeia no séc. XIX, de indiscutível qualidade e que valorizaria indiscutivelmente a zona




Ambas as fotos modernas da avenida alberto príncipe do Mónaco
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Jogral



Registo: 21 Jan 2006
Mensagens: 165

MensagemColocada: Sáb Abr 01, 2006 7:24 pm    Assunto: Responder com Citação

De facto a cidade mudou imenso, por um lado para melhor, mas por outro lado é uma pena que muitos monumentos, igrejas, ermidas e afins tenham sido destruídas propositadamente pois eram valiosos patrimónios da cidade. Sad
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
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MensagemColocada: Sáb Abr 01, 2006 8:03 pm    Assunto: Responder com Citação

Sim é verdade.. tens razão... Ponta Delgada no passado era uma cidade bastante diferente do que é hoje em dia, mas nem todo o património foi destruído... Os melhores e maiores monumentos conseguiram chegar até aos nossos dias mas claro k a orla costeira foi toda modificada, aterrando assim dessa forma todos os fortins, e fortes da costa da Cidade á excepção do castelo de São Brás, mas agora a cidade cresce a um passo vertiginoso tanto para norte como para oeste, constituindo assim um enorme aglomerado de prédios e torres e subúrbios como é o exemplo da zona de Santa Clara, Paim, Lajedo, Castanheira, e Laranjeiras
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
Mensagens: 455
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MensagemColocada: Qui Abr 06, 2006 8:02 pm    Assunto: Responder com Citação

Ponta Delgada foi elevada a cidade por carta régia de 2 de Abril de 1546, era de el-Rei de Portugal D. João III, sendo a segunda cidade a ser criada em todo o Arquipélago dos Açores.

Localizada na ilha de São Miguel, a maior e mais importante ilha do Arquipélago,de início esta cidade não passava de um simples povoado de pescadores, mas, que cedo,cresce suplantando a antiga rival Vila Franca do Campo que na era de quatrocentos seria a maior e mais importante urbe açoriana embora tristemente subvertida por um enorme cataclismo em 1522.

Ponta Delgada foi crescendo, tornou-se vila e posteriormente cidade. Mais tarde afirma-se como a cidade que detinha maior poder económico,e população, suplantando assim a sua rival Angra do Heroísmo. Quando Ponta Delgada consegue a sua independência face a Angra, esta cidade nunca mais parou de crescer sendo hoje em dia a capital de uma regiao em franco progresso.

A cidade cresce a uma força avassaladora, ocultando a sua antiga linha de costa, que abrigava o antigo cais de embarque, inúmeros fortes e fortins, o aterro municipal, a antiga Alfândega, entre outros... Com mais de 5 séculos de existência, Ponta Delgada é hoje uma referência singular no panorama regional, tendo uma população de aproximadamente 65.356 habitantes. Ponta Delgada honra hoje o seu passado da melhor forma possível que é preparar um futuro ainda melhor. Sendo o maior concelho que reúne a maior diversidade de equipamentos, a sua linha de costa será novamente ampliada com a construção do projecto Portas do Mar, composto por inúmeros parques subterrâneos, casinos, novos centros comerciais, anfiteatros, cinemas e variados locais para diversão nocturna, vindo assim, desta forma, a dar uma cara nova e ainda mais moderna à maior e mais importante cidade dos Açores
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Psytoon



Registo: 14 Fev 2005
Mensagens: 25

MensagemColocada: Sáb Abr 08, 2006 2:47 am    Assunto: Responder com Citação

[quote="neovreth"]em relação ao funchal olha k n sei... o tempo dirá, e se vires a cidade cada vez mais está a crescer a um passo vertiginoso e agora com a entrada da construção do casino em Ponta Delgada e com o projecto Portas do mar e construção das SCUTS... ui ui... vai dar k falar hehehe


Tenho pena k haja açoreanos k fikem contentes em ver os açores a serem destruidos pelo desenvolvimento insustentável, k nada tem a ver com a verdadeira natureza dos açores.

Sad Sad Sad
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Psytoon



Registo: 14 Fev 2005
Mensagens: 25

MensagemColocada: Sáb Abr 08, 2006 2:56 am    Assunto: Responder com Citação

[quote="neovreth"]

Ponta Delgada foi crescendo, tornou-se vila e posteriormente cidade. Mais tarde afirma-se como a cidade que detinha maior poder económico,e população, suplantando assim a sua rival Angra do Heroísmo. Quando Ponta Delgada consegue a sua independência face a Angra, esta cidade nunca mais parou de crescer sendo hoje em dia a capital de uma regiao em franco progresso.



E não sei o porke de continuar com a eterna e inkestionável rivalidade entre as duas cidades de um arquipélago tão pekeno, onde haviamos pelo contrário unirmo-nos mais para os açores andarem para a frente no caminho correcto.
Cidades ambas k tiveram e têm a sua importância nos Açores como todas as outras cidades e vilas dos açores.

não kero de maneira alguma ferir quaisquer susceptibilidades.

VIVAM FELIZES... Laughing Laughing Wink


Wink
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neovreth



Registo: 05 Dec 2004
Mensagens: 455
Local/Origem: Nothing of your fucking business

MensagemColocada: Dom Abr 09, 2006 7:06 pm    Assunto: Responder com Citação

Pois... O mal é exe.. é destruir o património da beleza em função de uma melhor qualidade de vida.. Olha o caso do Funchal... Tanto cresceu que agora está com graves problemas de ordenamento do território... Vamos torcer para que isso tb n aconteça em Ponta Delgada Sad
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anafafonso



Registo: 25 Abr 2006
Mensagens: 3

MensagemColocada: Ter Abr 25, 2006 9:38 pm    Assunto: Post de neovreth de 1 de Abril de 2006 Responder com Citação

Parabéns pela divulgação de imagens sobre como foi e como está Ponta Delgada.
Lamento, porém, a falta de indicação da fonte das fotografias, a maior parte disponível na net certamente, como as que foram retiradas do meu blogue.
Mas mais lamento a citação integral das legendas dessas fotos, idêntica à legenda que se encontra no meu blogue.
Tudo isso tem autor e era, no mínimo, simpático, citá-lo. Para além de que é a única forma legal de se reproduzir outrem.
O trabalho que foi sendo publicado em www.indispensaveis.blogspot.com de onde foram retiradas grande parte das fotos e de onde foram copiadas as legendas vai ser brevemente publicado em livro, para quem possa estar interessado.
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