Governo Regional defende estratégia para a qualidade assente na cidadania, no serviço público e nas empresas
Implementar uma estratégia para a qualidade de excelência, baseada numa articulação entre cidadania, serviço público e empresas, constitui uma das grandes apostas do Governo Regional, afirmou hoje, em Ponta Delgada, o secretário regional da Economia.


Para Duarte Ponte, pela sua componente transversal, a qualidade assume-se como uma sólida alavanca para a competitividade das organizações, contribuindo para a consolidação económica da Região em pleno século XXI.

Falando na cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Direcção Regional do Comércio Indústria e Energia, o Instituto de Inovação Tecnológica dos Açores (INOVA), a Universidade de Coimbra, o Instituto Português para a Qualidade (IPQ) e a Associação Portuguesa da Qualidade (APQ), destinado a implementar a estratégia para a qualidade no arquipélago, o governante sublinhou que o projecto visa a melhoria da qualificação, certificação e acreditação das empresas regionais.

Com a implementação desta estratégia pretende-se dotar produtos, serviços, processos e organizações com mecanismos de controlo, para garantia e gestão da qualidade, em prol de uma Região marcada pelo conhecimento e pela eficácia prática, precisou.

Segundo Duarte Ponte, a opção pela qualidade é um processo irreversível, pois o nível de competitividade exigido pelo actual espaço económico requer, dos serviços públicos e das empresas, capacidade de inovação, sofisticação de gestão, recursos humanos especializados, tecnologias adequadas às exigências actuais e produtos de alta qualidade.

Neste quadro, impõe-se o empenhamento de todos, começando pelas empresas, que são o motor do desenvolvimento da economia regional, acrescentou, considerando competir ao tecido empresarial o desenvolvimento de sistemas de qualidade que garantam a conformidade de produtos e serviços, num contributo para a melhoria da produtividade e obtenção da satisfação dos clientes.

A articulação entre a sociedade civil, serviços públicos e organizações não governamentais (ONG’s) constitui factor fundamental para a procura de níveis de desempenho cada vez mais elevados, na afirmação e definição de novas trajectórias de desenvolvimento, bem-estar e qualidade de vida para os açorianos, concluiu.

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Fonte: GaCS/LM
Data: 2006-04-05 09:59:02
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