Na Ilha Terceira - Danças de salão à procura de adeptos
Reavivar o interesse pela dança de salão é um dos objectivos que norteiam a acção da Associação de Dança Desportiva da Ilha Terceira (ADDIT).
A ADDIT pretende, já no decorrer deste ano, desenvolver uma parceria com o Clube Musical Angrense, que, em tempos idos, era anfitrião deste tipo de espectáculo.

Andreia Silva, em declarações ao nosso jornal, sublinha que as danças de salão caíram em desuso na Terceira, ao contrário do que acontece, por exemplo, em ilhas como São Jorge, Graciosa e São Miguel.
Criada em 2000, a Associação tem vindo a promover as danças de salão nas suas vertentes social, desportiva e formação.
Este ano, segundo a vice-presidente da ADDIT, registou-se um decréscimo no número de pares da dança desportiva, constituído por jovens entre os 12 e 25 anos de idade.
As desistências têm a ver, sobretudo, com o ingresso dos dançarinos no ensino superior.
“Se um elemento abandona, o par fica desfeito e, deste modo, há a registar duas baixas” – especifica Andreia Silva.
Na próxima temporada, a ADDIT pretende realizar as suas provas enquadradas com as da Federação Portuguesa de Dança Desportiva, sendo necessária a adaptação de alguns regulamentos.
A bem da alma
A vertente social é uma das grandes apostas com vista a ganhar adeptos para as danças de salão.
A ADDIT tem mantido em funcionamento escolas de Dança na Praia da Vitória, Porto Judeu e no Livramento, junto ao Largo de São Bento.
Na dança social os praticantes são, em norma, pessoas já em fase adulta.
Neste domínio, são ministrados blocos de formação onde os dançarinos desenvolvem capacidades a ritmos musicais como o samba, cha cha cha, paso doble, tango e valsa.
Andreia Silva aponta a necessidade de alargamento dos espaços para danças de salão na ilha Terceira, até depois do impulso que a modalidade recebeu com a exibição do concurso televisivo “Dança Comigo”.
Hotéis, restaurantes e bares são potenciais alvos de uma actividade que “faz bem à alma”.
“Na dança, desenvolvem-se competências sociais e pessoais, nomeadamente o respeito por si próprio e pelo outro” – enfatiza.
Para Andreia Silva, “não há nada como experimentar”. Acrescenta que as moças são mais fáceis de cativar, uma vez que ainda perdura a “ideia errada de que dançar é algo pouco masculino”.
“Os rapazes só vão se arrastados pelas namoradas” – considera, no meio de sorrisos, lançando o desejo de ver a sala do Clube Musical Angrense “cheia de praticantes de danças de salão”.
De qualquer modo, não deixa de ressalvar, que o futebol e as danças e bailinhos de Carnaval acabam por desviar muitos eventuais dançarinos.
Refira-se, por último, que a ADDIT, cuja sede social funciona num espaço anexo ao Clube Musical Angrense, conta com cerca de seis dezenas de associados, que pagam uma quota anual de 30 euros.
Belíssima forma de fechar o dia
A dança de salão representa, para Andreia Silva, de 28 anos de idade, uma “paixão tardia”.
“Foi uma descoberta recente. Quando era miúda cheguei a praticar, participei mais recentemente em algumas aulas na Terra Chã, mas não me causou grande entusiasmo”.
Professora do 3º Ciclo e Secundário, Andreia Silva apenas se contagiou pela dança (hoje é monitora) há quatro anos.
Para Andreia Silva, “há coisas que só fazem sentido numa determinada fase da vida”.
“Costumo dizer que dançar é uma belíssima forma de fechar o dia” – sintetiza o raciocínio.

Andreia Silva, em declarações ao nosso jornal, sublinha que as danças de salão caíram em desuso na Terceira, ao contrário do que acontece, por exemplo, em ilhas como São Jorge, Graciosa e São Miguel.
Criada em 2000, a Associação tem vindo a promover as danças de salão nas suas vertentes social, desportiva e formação.
Este ano, segundo a vice-presidente da ADDIT, registou-se um decréscimo no número de pares da dança desportiva, constituído por jovens entre os 12 e 25 anos de idade.
As desistências têm a ver, sobretudo, com o ingresso dos dançarinos no ensino superior.
“Se um elemento abandona, o par fica desfeito e, deste modo, há a registar duas baixas” – especifica Andreia Silva.
Na próxima temporada, a ADDIT pretende realizar as suas provas enquadradas com as da Federação Portuguesa de Dança Desportiva, sendo necessária a adaptação de alguns regulamentos.
A bem da alma
A vertente social é uma das grandes apostas com vista a ganhar adeptos para as danças de salão.
A ADDIT tem mantido em funcionamento escolas de Dança na Praia da Vitória, Porto Judeu e no Livramento, junto ao Largo de São Bento.
Na dança social os praticantes são, em norma, pessoas já em fase adulta.
Neste domínio, são ministrados blocos de formação onde os dançarinos desenvolvem capacidades a ritmos musicais como o samba, cha cha cha, paso doble, tango e valsa.
Andreia Silva aponta a necessidade de alargamento dos espaços para danças de salão na ilha Terceira, até depois do impulso que a modalidade recebeu com a exibição do concurso televisivo “Dança Comigo”.
Hotéis, restaurantes e bares são potenciais alvos de uma actividade que “faz bem à alma”.
“Na dança, desenvolvem-se competências sociais e pessoais, nomeadamente o respeito por si próprio e pelo outro” – enfatiza.
Para Andreia Silva, “não há nada como experimentar”. Acrescenta que as moças são mais fáceis de cativar, uma vez que ainda perdura a “ideia errada de que dançar é algo pouco masculino”.
“Os rapazes só vão se arrastados pelas namoradas” – considera, no meio de sorrisos, lançando o desejo de ver a sala do Clube Musical Angrense “cheia de praticantes de danças de salão”.
De qualquer modo, não deixa de ressalvar, que o futebol e as danças e bailinhos de Carnaval acabam por desviar muitos eventuais dançarinos.
Refira-se, por último, que a ADDIT, cuja sede social funciona num espaço anexo ao Clube Musical Angrense, conta com cerca de seis dezenas de associados, que pagam uma quota anual de 30 euros.
Belíssima forma de fechar o dia
A dança de salão representa, para Andreia Silva, de 28 anos de idade, uma “paixão tardia”.
“Foi uma descoberta recente. Quando era miúda cheguei a praticar, participei mais recentemente em algumas aulas na Terra Chã, mas não me causou grande entusiasmo”.
Professora do 3º Ciclo e Secundário, Andreia Silva apenas se contagiou pela dança (hoje é monitora) há quatro anos.
Para Andreia Silva, “há coisas que só fazem sentido numa determinada fase da vida”.
“Costumo dizer que dançar é uma belíssima forma de fechar o dia” – sintetiza o raciocínio.
+ Informações:
Fonte: A União
Data: 2006-08-02 10:14:20
Visualizações: 738
Data: 2006-08-02 10:14:20
Visualizações: 738
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