Pelas festas “Praia 2006” - Ouro, fotos e recordações são os produtos mais vendidos
Com o decorrer das festas concelhias “Praia 2006” e com o grande número de pessoas que estão de férias ou de passagem pela ilha (turistas e emigrantes), o comércio tradicional da Praia da Vitória regista melhores dias. Todavia, os empresários consideram que, “ainda podia ser melhor”. Ouro, fotos e recordações da ilha, são os produtos mais procurados. 
Lojas de fotografia, ourivesarias e lojas com produtos artesanais e recordações dos Açores e da Ilha Terceira, são os únicos estabelecimentos comerciais das principais artérias do centro da cidade da Praia da Vitória que durante o período de festas registam um maior movimento de clientes.
A juntar a essas encontram-se todos os cafés que tenham ar condicionado e, acima de tudo, esplanadas, as lojas dos chineses e a hotelaria (essa apenas nos dez dias de festas tem taxas de ocupação de 100 por cento).
A Rua de Jesus passa os dias e as noites das festividades “Praia 2006” cheia de gente, mas o chamado comércio tradicional não lucra muito mais com isso. “Está relativamente bom, mas podia estar melhor”. Este é o sentimento generalizado dos empresários/comerciantes que ao verem as ruas cheias e a cidade a abarrotar, lamentam não conseguir tirar maiores dividendos.
Para uns, a maioria, a situação já é considerada como praticamente normal; para outros, o bom seria haver festas todo o ano. Neste rol incluem-se as unidades hoteleiras. Com reservas já para a edição 2007 das festas praienses, afirmam que a época baixa é má, o verão é menos mau, mas que os dias festivos são excelentes. Aliás, por estes dias quem quis vir à Praia da Vitória e ficar hospedado pertinho do centro das festas teve mesmo que optar pelas tendas de campismo.
Quem não encontra muita diferença entre o tempo das festas e o ano inteiro são as lojas dos chineses. Com produtos a preços mais baratos e, nalguns casos, vendendo quase de tudo, desde o vestuário aos produtos de limpeza pessoal ou para a casa, tem grande procura durante todo o ano.
Melhores dias, até Domingo, têm as ourivesarias. Na Rua de Jesus, ontem, ao início/meio da tarde, estavam cheias. Grande saída por estes dias têm várias jóias que registem, por sobre a pele, a terra natal e/ou os familiares que ficaram na sua ilha. É uma consequência dos cerca de uma dezena de voos charter que chegaram nos últimos dias à Praia da Vitória provenientes da diáspora, sobretudo, dos Estados Unidos da América e Canadá.
Para mais tarde recordar
Pelo mesmo caminho cruzam-se as lojas com produtos artesanais e recordações do destino Terceira/Açores. T-shirts, bordados, objectos para decoração da habitação, chapéus, enfim, um sem número de artigos que se compram e levam na bagagem no regresso a casa, depois de dez dias de festas e estadia na ilha.
Para mais tarde recordar e contar às gerações vindouras que em tempos se esteve nas festas “Praia 2006”, igualmente, as fotografias. Apesar do boom das máquinas digitais, sai mais em conta comprar e revelar um rolo fotográfico do que utilizar os cartões de memória para ver no álbum informático (computador) ou revelar em casa as fotos que se tiram durante esses dias.
Por isso, têm estado muito concorridas as lojas do sector na cidade que está a celebrar as suas bodas de prata enquanto tal.
Aliás, neste ramo de actividade, fazem-se horas extraordinárias por estes dias com o intuito de servir bem o cliente. É porque quem não tem máquina fotográfica própria pode sempre ser captado pela objectiva de um dos profissionais do ramo, enquanto goza as festividades.
Carros, barcos e aviões esgotados para a Praia
Outro comércio que muito lucra nesse período de tempo é o da rent-a-car. Com hotéis, pousadas, residenciais, casas particulares e/ou apartamentos cheios, na maioria dos casos de turistas ou emigrantes, tem-se o objectivo de, durante o dia, dar um volta pela ilha e passar, pelo menos, pelos pontos turísticos de maior atracção. Para tal é preciso um carro e, nesta altura, mais houvessem para se alugar.
No seguimento poder-se-ia, por analogia, falar de outro tipo de transporte. A Transmaçor, por exemplo, não tem tido mãos a medir para fazer chegar das outras ilhas do arquipélago milhares de açorianos que quiseram vir às festas da Praia, sendo que pelo mesmo caminho estão as companhias aéreas (TAP e SATA) que, do continente português, das outras ilhas ou da diáspora, têm chegado com os aviões cheios às Lajes.
Campismo improvisado na curtição das festas
Com vontade de “curtir” verdadeiramente as festas da Praia da Vitória, que decorrem até Domingo, ou porque já não havia onde ficar hospedado, a zona do Paúl da Praia da Vitória está transformada num verdadeiro parque de campismo.
A maioria dos moradores por uns dias, são jovens que se encontram de férias e decidiram juntar o útil ao agradável, isto é, viver as festividades e apanhar uns valentes dias de praia.
Outros há que chegaram nas embarcações que estão a assegurar o serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas inter-ilhas e que vieram como o caracol, com a casa (barraca) às costas.
Os objectivos são os mesmos e até têm sido alcançados. Mar não falta, animação, também, não.
Um descuido (quer das entidades públicas e organizadores, quer dos que estão a acampar) verificado por nós, prende-se o acumular de resíduos sólidos (lixos) no local do acampamento. Cuidado e civismo não fica mal a ninguém.
Entretanto, no areal da praia grande, dá-se um mergulho, faz-se um passeio de barco na baía, joga-se uma futebolada com os amigos, esperando a noite cair para a música bombar e as tasquinhas abrirem.

Lojas de fotografia, ourivesarias e lojas com produtos artesanais e recordações dos Açores e da Ilha Terceira, são os únicos estabelecimentos comerciais das principais artérias do centro da cidade da Praia da Vitória que durante o período de festas registam um maior movimento de clientes.
A juntar a essas encontram-se todos os cafés que tenham ar condicionado e, acima de tudo, esplanadas, as lojas dos chineses e a hotelaria (essa apenas nos dez dias de festas tem taxas de ocupação de 100 por cento).
A Rua de Jesus passa os dias e as noites das festividades “Praia 2006” cheia de gente, mas o chamado comércio tradicional não lucra muito mais com isso. “Está relativamente bom, mas podia estar melhor”. Este é o sentimento generalizado dos empresários/comerciantes que ao verem as ruas cheias e a cidade a abarrotar, lamentam não conseguir tirar maiores dividendos.
Para uns, a maioria, a situação já é considerada como praticamente normal; para outros, o bom seria haver festas todo o ano. Neste rol incluem-se as unidades hoteleiras. Com reservas já para a edição 2007 das festas praienses, afirmam que a época baixa é má, o verão é menos mau, mas que os dias festivos são excelentes. Aliás, por estes dias quem quis vir à Praia da Vitória e ficar hospedado pertinho do centro das festas teve mesmo que optar pelas tendas de campismo.
Quem não encontra muita diferença entre o tempo das festas e o ano inteiro são as lojas dos chineses. Com produtos a preços mais baratos e, nalguns casos, vendendo quase de tudo, desde o vestuário aos produtos de limpeza pessoal ou para a casa, tem grande procura durante todo o ano.
Melhores dias, até Domingo, têm as ourivesarias. Na Rua de Jesus, ontem, ao início/meio da tarde, estavam cheias. Grande saída por estes dias têm várias jóias que registem, por sobre a pele, a terra natal e/ou os familiares que ficaram na sua ilha. É uma consequência dos cerca de uma dezena de voos charter que chegaram nos últimos dias à Praia da Vitória provenientes da diáspora, sobretudo, dos Estados Unidos da América e Canadá.
Para mais tarde recordar
Pelo mesmo caminho cruzam-se as lojas com produtos artesanais e recordações do destino Terceira/Açores. T-shirts, bordados, objectos para decoração da habitação, chapéus, enfim, um sem número de artigos que se compram e levam na bagagem no regresso a casa, depois de dez dias de festas e estadia na ilha.
Para mais tarde recordar e contar às gerações vindouras que em tempos se esteve nas festas “Praia 2006”, igualmente, as fotografias. Apesar do boom das máquinas digitais, sai mais em conta comprar e revelar um rolo fotográfico do que utilizar os cartões de memória para ver no álbum informático (computador) ou revelar em casa as fotos que se tiram durante esses dias.
Por isso, têm estado muito concorridas as lojas do sector na cidade que está a celebrar as suas bodas de prata enquanto tal.
Aliás, neste ramo de actividade, fazem-se horas extraordinárias por estes dias com o intuito de servir bem o cliente. É porque quem não tem máquina fotográfica própria pode sempre ser captado pela objectiva de um dos profissionais do ramo, enquanto goza as festividades.
Carros, barcos e aviões esgotados para a Praia
Outro comércio que muito lucra nesse período de tempo é o da rent-a-car. Com hotéis, pousadas, residenciais, casas particulares e/ou apartamentos cheios, na maioria dos casos de turistas ou emigrantes, tem-se o objectivo de, durante o dia, dar um volta pela ilha e passar, pelo menos, pelos pontos turísticos de maior atracção. Para tal é preciso um carro e, nesta altura, mais houvessem para se alugar.
No seguimento poder-se-ia, por analogia, falar de outro tipo de transporte. A Transmaçor, por exemplo, não tem tido mãos a medir para fazer chegar das outras ilhas do arquipélago milhares de açorianos que quiseram vir às festas da Praia, sendo que pelo mesmo caminho estão as companhias aéreas (TAP e SATA) que, do continente português, das outras ilhas ou da diáspora, têm chegado com os aviões cheios às Lajes.
Campismo improvisado na curtição das festas
Com vontade de “curtir” verdadeiramente as festas da Praia da Vitória, que decorrem até Domingo, ou porque já não havia onde ficar hospedado, a zona do Paúl da Praia da Vitória está transformada num verdadeiro parque de campismo.
A maioria dos moradores por uns dias, são jovens que se encontram de férias e decidiram juntar o útil ao agradável, isto é, viver as festividades e apanhar uns valentes dias de praia.
Outros há que chegaram nas embarcações que estão a assegurar o serviço público de transporte marítimo de passageiros e viaturas inter-ilhas e que vieram como o caracol, com a casa (barraca) às costas.
Os objectivos são os mesmos e até têm sido alcançados. Mar não falta, animação, também, não.
Um descuido (quer das entidades públicas e organizadores, quer dos que estão a acampar) verificado por nós, prende-se o acumular de resíduos sólidos (lixos) no local do acampamento. Cuidado e civismo não fica mal a ninguém.
Entretanto, no areal da praia grande, dá-se um mergulho, faz-se um passeio de barco na baía, joga-se uma futebolada com os amigos, esperando a noite cair para a música bombar e as tasquinhas abrirem.
+ Informações:
Fonte: A União
Data: 2006-08-11 11:10:21
Visualizações: 582
Data: 2006-08-11 11:10:21
Visualizações: 582
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