Nove Ilhas, Nove Fotógrafos - 11 de Junho a 26 de Agosto
A exposição Nove Ilhas, Nove Fotógrafos tem por base a edição do livro de fotografia com o mesmo nome - da angular de Nove Fotógrafos, uma perspectiva da vivência sócio-cultural e natureza de cada uma das Nove Ilhas dos Açores.
Fotografia Luís Vasconcelos; Luís Ramos; José Manuel Ribeiro; Bruno Portela; Daniel Rocha; Pedro Letria; Gonçalo Rosa da Silva; Luís Barra e José António Rodrigues
Texto João Lopes
Design Gráfico Henrique Cayatte
SANTA MARIA
LUÍS BARRA É fotojornalista da revista Visão. Foi repórter fotográfico dos jornais Diário Popular (1989/1991) e d’A Capital (1992/1993). Entre 1997 e 2000, realizou o curso de fotografia do Ar.Co, onde concluiu, em 1991, outro curso, o de fotografia aplicada. Realizou diversas exposições e foi premiado por vários trabalhos como, em 2001, o 1.º Prémio na categoria Notícias da primeira edição do Prémio de Fotojornalismo da revista Visão e, em 2002, a reportagem da maré negra da Galiza valeu-lhe o 1.º Prémio Fotojornalismo Fuji. Em 2003, dirigiu o curso básico de fotografia para crianças de Matalana, Moçambique.
SÃO MIGUEL
LUÍS RAMOS Nasceu em Lisboa em 1958. Recebeu e, mais tarde, deu formação de fotografia no Ar.Co. De 1980 a 1989, foi repórter fotográfico do Expresso. Em Julho desse ano, juntou-se ao grupo fundador do Público, jornal onde continua a trabalhar, tendo sido o Editor Fotográfico de 1998 a 2001. Foi também o fotógrafo fundador da revista Ler. Expôs em mostras colectivas desde 1987 em Lisboa, no Instituto Franco-Portugais. Em 1991, na Europália em Bruxelas, apresentou um trabalho sobre a escritora Lídia Jorge, integrado no livro A Imagem das Palavras. No ano seguinte, esteve representado nos Rencontres de Photographie de Rouen e no Centro Cultural de Belém em Lisboa, em Abril de 1994 e Maio de 1999. Em 2001, recebeu um dos Prémios Fuji de Fotografia de Imprensa e nesse âmbito expõe em Copenhaga, o mesmo se repetindo em Roma em 2004. Desde 2002, tem recebido vários galardões referentes ao Prémio Visão de Fotojornalismo e esteve por isso representado, anualmente, nas respectivas exposições no CCB.
TERCEIRA
DANIEL ROCHA Nasceu em Lisboa em 1969. Repórter fotográfico da secção de fotografia do jornal Público, Daniel Rocha tem acompanhado a actividade noticiosa desde 1992 ao serviço desse jornal. Realizou diversas reportagens nacionais e internacionais, com destaque para a erupção do vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde, a visita do Papa João Paulo II a Cuba e a luta do povo maubere pela independência de Timor-Leste. Licenciado em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa e em fotografia pelo AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual), participou em diversos livros e exposições colectivas na área do fotojornalismo.
GRACIOSA
JOSÉ MANUEL RIBEIRO Nasceu em Lisboa em 1960. Depois de terminar o Liceu, cursou na Escola Superior de Belas-Artes em artes plásticas e design, no ARCO o curso de desenho e no IPF o curso Básico de Fotografia. Durante a década de 80, faz o seu percurso profissional em fotografia industrial de publicidade e diaporamas, ao mesmo tempo que dava aulas de fotografia no FAOJ e no Núcleo de Fotografia do Instituto Superior Técnico. Em 1987, entrou a para agência LUSA como operador de telefoto e começou a publicar nos vespertinos O Diario e Diário Popular. Em 1989, integrou a equipa inicial de fotojornalistas do matutino Público e, até 1996, passa pela revista Época e outra vez pela agência LUSA. Em 1996, deixou o Público para integrar a agência de notícias REUTERS como fotojornalista correspondente, onde permanece actualmente. De 1999 a 2005, foi professor convidado de fotojornalismo da Escola Superior de Comunicação Social. Tem trabalhos publicados nos livros Art of Seing, Art of Sport e 15 Anos de Fotografia e expôs na colectiva itenerante Stories in Real Time em Espanha e na Colectiva “Iconic Women on Press” na National Portrait Gallery de Londres.
SÃO JORGE
PEDRO LETRIA Nasceu em Lisboa em 1965. BFA, The School of the Art Institute of Chicago, 1988. Lecciona actualmente na ESAD, nas Caldas da Rainha.
PICO
BRUNO PORTELA Nasceu em Lisboa em 1966. Cursou fotografia, primeiro em Lisboa, entre 1982 e 1985, na Escola António Arroio, e depois em Bruxelas, entre 1985 e 1989, na École Supérieure Artistique “Le 75”. Em 1990, integra o núcleo de fotógrafos fundadores do diário Público e, em 1993, simultaneamente com o trabalho de fotojornalista no, Público, funda, com outro fotógrafo, a Agência de Imagem e Comunicação Homem à Máquina. Nesse âmbito produz fotografia de publicidade, moda e institucional – câmaras, ministérios, Gabinete do Primeiro-Ministro e AR –, publica ainda vários livros e participa na criação de sites. Em 1996, sai do Público por convite do Grupo Impala onde assume a Direcção de Fotografia, saindo em 2000 para se dedicar com mais intensidade à Homem à Máquina, devido ao aumento de projectos. Em 2003 funda, com outros dois fotógrafos, os Estúdios Audiovisuais Shining, em Lisboa. Desde 1989, publica as suas fotografias em ínúmeras publicações portuguesas e estrangeiras e tem participado em várias exposições colectivas em Portugal, Espanha, França e AGRADECIMENTO Bélgica. Engenheiro Henrique Paulos e Renato Goulart.
FAIAL
JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES Nasceu em Lisboa, em 1963. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional em 1984, na área da fotografia industrial. O seu percurso como fotojornalista, actividade que mantém até hoje, começou no jornal O Século, em 1986, passando para os quadros do jornal O Liberal em 1989. Em 1990 ingressou no jornal O Independente, onde permaneceu até 1996, ano em que assumiu as funções de editor de reportagem do Grupo Impala. Em finais de 1997, ingressou na equipa de repórteres fotográficos do grupo Edipress/Portugal, tendo trabalhado no jornal 24 Horas e na revista Visão, para cujos quadros transitou em 1998. Desde Abril de 1999 reside nos Açores, na cidade de Ponta Delgada. Em 2003, expôs no Parlamento Europeu, em Bruxelas, um trabalho sobre a cultura do tabaco nos Açores. Em 2005, levou até à sede da Presidência da Comissão Europeia, também em Bruxelas, uma exposição sobre o cultivo e a produção de chá na ilha de São Miguel.
CORVO
GONÇALO ROSA DA SILVA Nasceu em Lisboa, em 1964. Concluiu em Inglaterra o curso de fotografia BA (hons) photography, no London College of Printing. Em 1989 regressa a Portugal, onde trabalha no jornal se7e como editor fotográfico. Colaborou com várias publicações nacionais e estrangeiras. Em 1993, foi convidado para um novo projecto – revista Visão – onde ainda trabalha. É autor dos livros: Rio Submerso, sobre o impacto paisagístico e humano da barragem do Alqueva antes do enchimento (ed. Autor, 2001). Exposição na Mãe d’Água de Lisboa com o mesmo nome; Os Dias de Bagdad, sobre os dias que se seguiram à invasão do Iraque e entrada das tropas em Bagdad (ed. Verbo, 2004); Faísca, o Agente Especial, sobre a vida intrigante de um perdigueiro português. Primeiro livro infantil em Portugal ilustra do com fotografia (ed. Âmbar, 2005). Todas as fotografias foram realizadas na ilha do Corvo em 2005.
FLORES
LUÍS VASCONCELOS Luís Vasconcelos é editor de fotografia da revista Visão. Começou no Jornal Novo, em 1975. Durante dez anos, registou a actualidade nacional e internacional para as agências ANOP, Notícias de Portugal e LUSA. Envolveu-se no lançamento do diário Público, de que foi fundador e editor. Como fotógrafo do Presidente da República, Mário Soares, é co-autor dos livros Na Estrada com Soares em 1986, Uma Presidência Aberta em 1995, Mário Soares Presidente de Todos os Portugueses em 1996 e participa no livro Mário Soares - Fotobiografia em 1996. É autor dos livros Paços do Concelho em 1997; Mora em 2000 e editor do livro António Gonçalves Pedro - Fotógrafo em 2003.
Uma co-produção Teatro Micaelense, SA e MUU-Produções Culturais.

Fotografia Luís Vasconcelos; Luís Ramos; José Manuel Ribeiro; Bruno Portela; Daniel Rocha; Pedro Letria; Gonçalo Rosa da Silva; Luís Barra e José António Rodrigues
Texto João Lopes
Design Gráfico Henrique Cayatte
SANTA MARIA
LUÍS BARRA É fotojornalista da revista Visão. Foi repórter fotográfico dos jornais Diário Popular (1989/1991) e d’A Capital (1992/1993). Entre 1997 e 2000, realizou o curso de fotografia do Ar.Co, onde concluiu, em 1991, outro curso, o de fotografia aplicada. Realizou diversas exposições e foi premiado por vários trabalhos como, em 2001, o 1.º Prémio na categoria Notícias da primeira edição do Prémio de Fotojornalismo da revista Visão e, em 2002, a reportagem da maré negra da Galiza valeu-lhe o 1.º Prémio Fotojornalismo Fuji. Em 2003, dirigiu o curso básico de fotografia para crianças de Matalana, Moçambique.
SÃO MIGUEL
LUÍS RAMOS Nasceu em Lisboa em 1958. Recebeu e, mais tarde, deu formação de fotografia no Ar.Co. De 1980 a 1989, foi repórter fotográfico do Expresso. Em Julho desse ano, juntou-se ao grupo fundador do Público, jornal onde continua a trabalhar, tendo sido o Editor Fotográfico de 1998 a 2001. Foi também o fotógrafo fundador da revista Ler. Expôs em mostras colectivas desde 1987 em Lisboa, no Instituto Franco-Portugais. Em 1991, na Europália em Bruxelas, apresentou um trabalho sobre a escritora Lídia Jorge, integrado no livro A Imagem das Palavras. No ano seguinte, esteve representado nos Rencontres de Photographie de Rouen e no Centro Cultural de Belém em Lisboa, em Abril de 1994 e Maio de 1999. Em 2001, recebeu um dos Prémios Fuji de Fotografia de Imprensa e nesse âmbito expõe em Copenhaga, o mesmo se repetindo em Roma em 2004. Desde 2002, tem recebido vários galardões referentes ao Prémio Visão de Fotojornalismo e esteve por isso representado, anualmente, nas respectivas exposições no CCB.
TERCEIRA
DANIEL ROCHA Nasceu em Lisboa em 1969. Repórter fotográfico da secção de fotografia do jornal Público, Daniel Rocha tem acompanhado a actividade noticiosa desde 1992 ao serviço desse jornal. Realizou diversas reportagens nacionais e internacionais, com destaque para a erupção do vulcão da Ilha do Fogo em Cabo Verde, a visita do Papa João Paulo II a Cuba e a luta do povo maubere pela independência de Timor-Leste. Licenciado em Antropologia pela Universidade Nova de Lisboa e em fotografia pelo AR.CO (Centro de Arte e Comunicação Visual), participou em diversos livros e exposições colectivas na área do fotojornalismo.
GRACIOSA
JOSÉ MANUEL RIBEIRO Nasceu em Lisboa em 1960. Depois de terminar o Liceu, cursou na Escola Superior de Belas-Artes em artes plásticas e design, no ARCO o curso de desenho e no IPF o curso Básico de Fotografia. Durante a década de 80, faz o seu percurso profissional em fotografia industrial de publicidade e diaporamas, ao mesmo tempo que dava aulas de fotografia no FAOJ e no Núcleo de Fotografia do Instituto Superior Técnico. Em 1987, entrou a para agência LUSA como operador de telefoto e começou a publicar nos vespertinos O Diario e Diário Popular. Em 1989, integrou a equipa inicial de fotojornalistas do matutino Público e, até 1996, passa pela revista Época e outra vez pela agência LUSA. Em 1996, deixou o Público para integrar a agência de notícias REUTERS como fotojornalista correspondente, onde permanece actualmente. De 1999 a 2005, foi professor convidado de fotojornalismo da Escola Superior de Comunicação Social. Tem trabalhos publicados nos livros Art of Seing, Art of Sport e 15 Anos de Fotografia e expôs na colectiva itenerante Stories in Real Time em Espanha e na Colectiva “Iconic Women on Press” na National Portrait Gallery de Londres.
SÃO JORGE
PEDRO LETRIA Nasceu em Lisboa em 1965. BFA, The School of the Art Institute of Chicago, 1988. Lecciona actualmente na ESAD, nas Caldas da Rainha.
PICO
BRUNO PORTELA Nasceu em Lisboa em 1966. Cursou fotografia, primeiro em Lisboa, entre 1982 e 1985, na Escola António Arroio, e depois em Bruxelas, entre 1985 e 1989, na École Supérieure Artistique “Le 75”. Em 1990, integra o núcleo de fotógrafos fundadores do diário Público e, em 1993, simultaneamente com o trabalho de fotojornalista no, Público, funda, com outro fotógrafo, a Agência de Imagem e Comunicação Homem à Máquina. Nesse âmbito produz fotografia de publicidade, moda e institucional – câmaras, ministérios, Gabinete do Primeiro-Ministro e AR –, publica ainda vários livros e participa na criação de sites. Em 1996, sai do Público por convite do Grupo Impala onde assume a Direcção de Fotografia, saindo em 2000 para se dedicar com mais intensidade à Homem à Máquina, devido ao aumento de projectos. Em 2003 funda, com outros dois fotógrafos, os Estúdios Audiovisuais Shining, em Lisboa. Desde 1989, publica as suas fotografias em ínúmeras publicações portuguesas e estrangeiras e tem participado em várias exposições colectivas em Portugal, Espanha, França e AGRADECIMENTO Bélgica. Engenheiro Henrique Paulos e Renato Goulart.
FAIAL
JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES Nasceu em Lisboa, em 1963. Iniciou a sua actividade como fotógrafo profissional em 1984, na área da fotografia industrial. O seu percurso como fotojornalista, actividade que mantém até hoje, começou no jornal O Século, em 1986, passando para os quadros do jornal O Liberal em 1989. Em 1990 ingressou no jornal O Independente, onde permaneceu até 1996, ano em que assumiu as funções de editor de reportagem do Grupo Impala. Em finais de 1997, ingressou na equipa de repórteres fotográficos do grupo Edipress/Portugal, tendo trabalhado no jornal 24 Horas e na revista Visão, para cujos quadros transitou em 1998. Desde Abril de 1999 reside nos Açores, na cidade de Ponta Delgada. Em 2003, expôs no Parlamento Europeu, em Bruxelas, um trabalho sobre a cultura do tabaco nos Açores. Em 2005, levou até à sede da Presidência da Comissão Europeia, também em Bruxelas, uma exposição sobre o cultivo e a produção de chá na ilha de São Miguel.
CORVO
GONÇALO ROSA DA SILVA Nasceu em Lisboa, em 1964. Concluiu em Inglaterra o curso de fotografia BA (hons) photography, no London College of Printing. Em 1989 regressa a Portugal, onde trabalha no jornal se7e como editor fotográfico. Colaborou com várias publicações nacionais e estrangeiras. Em 1993, foi convidado para um novo projecto – revista Visão – onde ainda trabalha. É autor dos livros: Rio Submerso, sobre o impacto paisagístico e humano da barragem do Alqueva antes do enchimento (ed. Autor, 2001). Exposição na Mãe d’Água de Lisboa com o mesmo nome; Os Dias de Bagdad, sobre os dias que se seguiram à invasão do Iraque e entrada das tropas em Bagdad (ed. Verbo, 2004); Faísca, o Agente Especial, sobre a vida intrigante de um perdigueiro português. Primeiro livro infantil em Portugal ilustra do com fotografia (ed. Âmbar, 2005). Todas as fotografias foram realizadas na ilha do Corvo em 2005.
FLORES
LUÍS VASCONCELOS Luís Vasconcelos é editor de fotografia da revista Visão. Começou no Jornal Novo, em 1975. Durante dez anos, registou a actualidade nacional e internacional para as agências ANOP, Notícias de Portugal e LUSA. Envolveu-se no lançamento do diário Público, de que foi fundador e editor. Como fotógrafo do Presidente da República, Mário Soares, é co-autor dos livros Na Estrada com Soares em 1986, Uma Presidência Aberta em 1995, Mário Soares Presidente de Todos os Portugueses em 1996 e participa no livro Mário Soares - Fotobiografia em 1996. É autor dos livros Paços do Concelho em 1997; Mora em 2000 e editor do livro António Gonçalves Pedro - Fotógrafo em 2003.
Uma co-produção Teatro Micaelense, SA e MUU-Produções Culturais.
+ Informações:
Fonte: Teatro Micaelense
Data: 2006-08-22 15:24:19
Visualizações: 714
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