Presidente do Governo defende desenvolvimento sustentável como responsabilidade de todos
O presidente do Governo Regional reconheceu, hoje, as “especiais obrigações” do seu executivo na elaboração do Plano de Desenvolvimento Sustentável dos Açores, mas considerou que o processo constitui “responsabilidade de toda a sociedade”.
Na apresentação, em Ponta Delgada, de uma publicação reunindo os Estudos de Base destinados à preparação desse documento, Carlos César alertou, por isso, para a necessidade de participação da sociedade – dos cidadão aos partidos políticos, empresas e organizações não-governamentais – nos debates sobre a matéria.
A expressão “Desenvolvimento Sustentável” associa, aos objectivos de protecção e gestão optimizada dos recursos naturais, preocupações de um desempenho económico positivo e de reforço da coesão social, considerou, ao reafirmar a prioridade atribuída pelo Governo ao “desígnio da sustentabilidade”.
Também neste domínio “temos vindo a fazer o caminho mais certo, mas é indispensável fazê-lo com qualidade”, acrescentou Carlos César, realçando a importância dos estudos reunidos na obra hoje apresentada e para cuja realização contribuíram especialistas como Mário Ruivo, Carlos Zorrilho e António Brito.
Os Estudos de Base em causa, que constituem uma minuciosa abordagem para a concretização da Estratégia da Sustentabilidade nos Açores, vão, também, permitir desenvolver, na Região, aqueles que são, igualmente, os principais objectivos da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável, esclareceu.
Além de sublinhar estar-se perante um “primeiro quadro de referência, essencialmente operacional, para a tomada de decisões ajustadas às características e necessidades” açorianas, Carlos César reconheceu que os estudos garantem à Administração Regional um “conjunto de ferramentas e de elementos de informação” que “permitirão incorporar as especificidades da condição geográfica insular” da Região.
O presidente do Governo recordou outras iniciativas promovidas pelo seu executivo nesta área, sublinhado que “só os que não vêem ou não querem ver o presente é que não se confessam confrontados com os grandes progressos alcançados”.
“E só os quem não sabe ou não quer ver em frente é que se pode dar por satisfeito ou com a ilusão de uma obra acabada”, afirmou ao insistir na ideia de que, embora se tenha “entrado numa fase mais evoluída do processo” nunca se pode julgar como concluído “uma programa de desenvolvimento sustentável”.
Fotografias GaCS/Valter Franco

Na apresentação, em Ponta Delgada, de uma publicação reunindo os Estudos de Base destinados à preparação desse documento, Carlos César alertou, por isso, para a necessidade de participação da sociedade – dos cidadão aos partidos políticos, empresas e organizações não-governamentais – nos debates sobre a matéria.
A expressão “Desenvolvimento Sustentável” associa, aos objectivos de protecção e gestão optimizada dos recursos naturais, preocupações de um desempenho económico positivo e de reforço da coesão social, considerou, ao reafirmar a prioridade atribuída pelo Governo ao “desígnio da sustentabilidade”.
Também neste domínio “temos vindo a fazer o caminho mais certo, mas é indispensável fazê-lo com qualidade”, acrescentou Carlos César, realçando a importância dos estudos reunidos na obra hoje apresentada e para cuja realização contribuíram especialistas como Mário Ruivo, Carlos Zorrilho e António Brito.
Os Estudos de Base em causa, que constituem uma minuciosa abordagem para a concretização da Estratégia da Sustentabilidade nos Açores, vão, também, permitir desenvolver, na Região, aqueles que são, igualmente, os principais objectivos da Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável, esclareceu.
Além de sublinhar estar-se perante um “primeiro quadro de referência, essencialmente operacional, para a tomada de decisões ajustadas às características e necessidades” açorianas, Carlos César reconheceu que os estudos garantem à Administração Regional um “conjunto de ferramentas e de elementos de informação” que “permitirão incorporar as especificidades da condição geográfica insular” da Região.
O presidente do Governo recordou outras iniciativas promovidas pelo seu executivo nesta área, sublinhado que “só os que não vêem ou não querem ver o presente é que não se confessam confrontados com os grandes progressos alcançados”.
“E só os quem não sabe ou não quer ver em frente é que se pode dar por satisfeito ou com a ilusão de uma obra acabada”, afirmou ao insistir na ideia de que, embora se tenha “entrado numa fase mais evoluída do processo” nunca se pode julgar como concluído “uma programa de desenvolvimento sustentável”.
Fotografias GaCS/Valter Franco
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2006-09-08 18:53:35
Visualizações: 878
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2006-09-08 18:53:35
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