Bruno Ávila eliminado
Quando em 1992 Bruno Ávila, então com dez anos, conquistou o primeiro título da sua carreira, Bernardo Mota caía nas bocas do mundo ao obrigar Goran Ivanisevic, então uma das estrelas mais cintilantes do ténis mundial, a cinco partidas, nos Jogos Olímpicos de Barcelona.
Catorze anos depois, nas Caldas da Raínha, foi a vez de Bruno Ávila defrontar um dos seus ídolos de infância. Desta vez não foi preciso recorrer à televisão: ele estava ali, do outro lado da rede, pronto para jogar mais um jogo na sua já longa carreira.
No court central, com uma moldura humana a que não está habituado, o tenista açoriano mais não fez do que tentar pôr a correr o seu valoroso adversário e , quando tinha oportunidade, surpreendê-lo com rápidas subidas à rede. E teve bons momentos!
Na primeira partida as coisas não podiam ter começado pior, tendo Ávila sofrido a quebra do serviço logo no primeiro jogo, mas depois começou a conseguir equilibrar a contenda e até aos 4/3 conseguiu segurar o seu serviço, tendo jogado solto e praticado o melhor ténis desde que há um mês chegou ao Continente. Mas nessa fase do jogo sofreu nova quebra de serviço tendo logo depois Mota servido para fechar o set por 6/3.
Na segunda partida as coisas complicaram-se e o antigo internacional português começou a soltar-se, servindo melhor e fazendo uso da sua mortífera direita que em tempos lhe valeu um lugar entre os duzentos melhores tenistas do planeta. Ávila só conseguiu ganhar o seu serviço quando já perdia por 5/0, sendo que Bernardo Mota serviu uma vez mais para fechar o encontro, terminando o jogo com um ás e fixando oresultado final em 6/3;6/1 a favor do antigo Campeão Nacional de Absolutos.
Terminava assim um dos jogos mais especiais na carreira de Bruno Ávila que, aos 24 anos, e com dezenas de Torneios disputados, nunca tinha tido ainda oportunidade de defrontar um dos denominados “4 mosqueteiros” do ténis português. Aconteceu nas Caldas da Raínha e será, com toda a certeza, um marco na sua carreira!
“Outro Nível!”
No final do encontro era um Bruno Ávila conformado aquele que deu as primeiras declarações. “Quando soube que o Bernardo Mota vinha jogar o Torneio tinha comentado com alguns jogadores que gostaria de jogar com ele. No dia seguinte, quando vi que o sorteio nos tinha marcado encontro para a segunda eliminatória, fiquei ainda mais motivado para vencer o primeiro jogo, algo que acabou por acontecer com alguma naturalidade”.
Do jogo, o tenista açoriano destacou a experiência. “Sempre pensei que seria quase impossível defrontar um jogador com as capacidades do Bernardo Mota. Cresci a vê-lo jogar e a vibrar com as suas prestações tanto no “Estoril Open”, que era onde o podia ver com mais facilidade, como no extinto “Azores Open” e na Taça Davis. Cheguei a ser seu apanha-bolas por diversas vezes, facto que, aliás, lhe confidenciei antes do jogo. Agora estar ali e vê-lo a correr atrás das minhas bolas...foi muito especial. Quanto ao jogo, o que posso dizer é que consegui jogar de igual para igual em diversas fases do encontro, sendo que nas alturas decisivas ele puxou dos galões e foi aí que me ganhou. Mas uma vez mais fiquei com a impressão de que aquilo que nos falta para sermos atletas de top é mesmo competição e muitos jogos a este nível!”
Terminado o jogo, Ávila apanhou boleia com Bernardo Mota para Lisboa, onde se irá juntar aos seus colegas Vasco Martins, Simão Medeiros e Tiago Sousa para disputar o Campeonato Nacional de Equipas da 3ª Divisão, que terá início sexta-feira, no Clube de Ténis de Carcavelos.

Catorze anos depois, nas Caldas da Raínha, foi a vez de Bruno Ávila defrontar um dos seus ídolos de infância. Desta vez não foi preciso recorrer à televisão: ele estava ali, do outro lado da rede, pronto para jogar mais um jogo na sua já longa carreira.
No court central, com uma moldura humana a que não está habituado, o tenista açoriano mais não fez do que tentar pôr a correr o seu valoroso adversário e , quando tinha oportunidade, surpreendê-lo com rápidas subidas à rede. E teve bons momentos!
Na primeira partida as coisas não podiam ter começado pior, tendo Ávila sofrido a quebra do serviço logo no primeiro jogo, mas depois começou a conseguir equilibrar a contenda e até aos 4/3 conseguiu segurar o seu serviço, tendo jogado solto e praticado o melhor ténis desde que há um mês chegou ao Continente. Mas nessa fase do jogo sofreu nova quebra de serviço tendo logo depois Mota servido para fechar o set por 6/3.
Na segunda partida as coisas complicaram-se e o antigo internacional português começou a soltar-se, servindo melhor e fazendo uso da sua mortífera direita que em tempos lhe valeu um lugar entre os duzentos melhores tenistas do planeta. Ávila só conseguiu ganhar o seu serviço quando já perdia por 5/0, sendo que Bernardo Mota serviu uma vez mais para fechar o encontro, terminando o jogo com um ás e fixando oresultado final em 6/3;6/1 a favor do antigo Campeão Nacional de Absolutos.
Terminava assim um dos jogos mais especiais na carreira de Bruno Ávila que, aos 24 anos, e com dezenas de Torneios disputados, nunca tinha tido ainda oportunidade de defrontar um dos denominados “4 mosqueteiros” do ténis português. Aconteceu nas Caldas da Raínha e será, com toda a certeza, um marco na sua carreira!
“Outro Nível!”
No final do encontro era um Bruno Ávila conformado aquele que deu as primeiras declarações. “Quando soube que o Bernardo Mota vinha jogar o Torneio tinha comentado com alguns jogadores que gostaria de jogar com ele. No dia seguinte, quando vi que o sorteio nos tinha marcado encontro para a segunda eliminatória, fiquei ainda mais motivado para vencer o primeiro jogo, algo que acabou por acontecer com alguma naturalidade”.
Do jogo, o tenista açoriano destacou a experiência. “Sempre pensei que seria quase impossível defrontar um jogador com as capacidades do Bernardo Mota. Cresci a vê-lo jogar e a vibrar com as suas prestações tanto no “Estoril Open”, que era onde o podia ver com mais facilidade, como no extinto “Azores Open” e na Taça Davis. Cheguei a ser seu apanha-bolas por diversas vezes, facto que, aliás, lhe confidenciei antes do jogo. Agora estar ali e vê-lo a correr atrás das minhas bolas...foi muito especial. Quanto ao jogo, o que posso dizer é que consegui jogar de igual para igual em diversas fases do encontro, sendo que nas alturas decisivas ele puxou dos galões e foi aí que me ganhou. Mas uma vez mais fiquei com a impressão de que aquilo que nos falta para sermos atletas de top é mesmo competição e muitos jogos a este nível!”
Terminado o jogo, Ávila apanhou boleia com Bernardo Mota para Lisboa, onde se irá juntar aos seus colegas Vasco Martins, Simão Medeiros e Tiago Sousa para disputar o Campeonato Nacional de Equipas da 3ª Divisão, que terá início sexta-feira, no Clube de Ténis de Carcavelos.
+ Informações:
Fonte: Clube de Ténis de São Miguel
Data: 2006-09-13 13:27:48
Visualizações: 95
Data: 2006-09-13 13:27:48
Visualizações: 95
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Micaelenses nas Qualificações
Campeonato Nacional de Equipas / sub-12
Campos de Férias já arrancaram
Medeiros e Ávila caem frente aos dois melhores tenistas algarvios
Bruno Ávila e Carlos Ferra atingem quartos-de-final
Clube de Ténis de São Miguel
Federer vence na estreia em Roland Garros
Roland Garros: Frederico Gil apura-se para quadro principal
Clube de Ténis de São Miguel
Clube de Ténis de São Miguel
Campeonato Nacional de Equipas / sub-12
Campos de Férias já arrancaram
Medeiros e Ávila caem frente aos dois melhores tenistas algarvios
Bruno Ávila e Carlos Ferra atingem quartos-de-final
Clube de Ténis de São Miguel
Federer vence na estreia em Roland Garros
Roland Garros: Frederico Gil apura-se para quadro principal
Clube de Ténis de São Miguel
Clube de Ténis de São Miguel





