Nível de investimento é prova do empenho do Governo na reabilitação e melhoria do parque escolar
O presidente do Governo Regional, Carlos César, invocou, hoje à tarde na Horta, os mais de 60 milhões de euros de investimentos em grandes obras escolares, actualmente em curso nos Açores, como prova do empenho do seu executivo “na reabilitação e melhoria do parque escolar”.
Carlos César, que falava na inauguração da Escola Profissional da Horta, numa cerimónia que marcou, também, a abertura oficial do novo ano lectivo, destacou, nesse âmbito, as “grandes obras” de construção das escolas Secundária Manuel de Arriaga e Básica e Secundária Tomás de Borba, de requalificação das escolas Básica Francisco Ornelas da Câmara e Básica e Secundária da Graciosa e de recuperação dos edifícios históricos da Escola Básica Integrada Roberto Ivens.
Segundo referiu na ocasião, a renovação do parque escolar, ao nível de todos os ciclos de ensino, coloca hoje os Açores “num lugar de relevo, a nível nacional e até europeu, quanto à qualidade das instalações de que os nossos jovens desfrutam”.
O presidente lembrou, todavia, “que a melhoria da qualidade do sistema educativo passa, também, pela qualidade das aprendizagens e pelo sucesso dos nossos alunos”, afirmando ainda que a procura da “igualdade de oportunidades através da diversificação das respostas escolares” constitui “o maior desafio que se coloca, nas nossas sociedades, ao sistema educativo”.
Carlos César disse, também, que “o sistema educativo açoriano tem procurado adaptar-se e flexibilizar-se, permitindo o aparecimento de respostas diferentes”, e apontou a redução sustentada do insucesso escolar e a quase eliminação do abandono escolar durante a escolaridade obrigatória como “resultados encorajadores” dessa estratégia.
Destacou, igualmente, o “particular significado” da cerimónia de abertura do novo ano lectivo ocorrer, desta feita, e pela primeira vez, numa das 17 escolas profissionais, onde já estudam actualmente cerca de sete mil alunos distribuídos por 475 cursos.
A verdade é que “sem o ensino profissional nenhum sistema educativo moderno dispõe de eficácia e coerência na abordagem dos factores de empregabilidade”, justificou o chefe do executivo.
A este propósito, lembrou a diversificação da oferta já disponibilizada, hoje em dia, pelas “escolas que tradicionalmente apenas se dedicavam ao ensino regular”, com particular destaque para o Programa de Formação e Inserção de Jovens (PROFIJ), que tem 3.210 alunos em 214 cursos.
Disse, também, que mais de dois mil dos três mil jovens que entraram este ano para o mercado de trabalho “fizeram-no com uma qualificação pertinente, saindo das escolas profissionais, do PROFIJ, do ensino superior e dos Cursos de Especialização Tecnológica”.
Em resumo, concluiu o presidente, “cerca de 70% dos que chegaram durante os últimos doze meses a um emprego atravessaram com sucesso um dos muitos programas de qualificação, nos quais as escolas profissionais constituíram parceiros e instrumentos privilegiados do Governo Regional”.
Quanto ao início do novo ano lectivo, hoje formalmente assinalado, Carlos César recordou que este é, nos Açores, “um acontecimento que, nos últimos anos, cumpre o seu calendário de forma rigorosa, sem os atropelos e atrasos que durante demasiado tempo caracterizaram o nosso sistema educativo”.
Segundo notou o chefe do executivo, “este rigor e organização são consequência de um trabalho continuado, tanto da parte da administração regional como, sobretudo, das escolas, as quais, através dos seus órgãos de gestão e das múltiplas equipas docentes, trabalham com afinco, em cada ano, para que esta grande operação logística decorra com êxito”.
O presidente congratulou-se, ainda, com o facto do Palacete de Santana, um dos imóveis mais representativos do Faial, surgir agora, após décadas de abandono, totalmente recuperado e ampliado, para albergar a Escola Profissional da Horta.
A obra, cuja execução coube à Santa Casa da Misericórdia da Horta, entidade proprietária do palacete e da escola profissional, representou um investimento superior a 3,5 milhões de euros, “suportado em 85% pela Governo dos Açores, através da concessão de acesso a financiamento PRODESA nas verbas que naquele programa comunitário estavam destinadas para investimento no parque escolar regional.”
Desde que foi criada em 2000, a Escola Profissional da Horta já formou mais de 450 profissionais em 30 cursos. Em 2006, o seu Curso de Técnicos de Recursos Marinhos foi eleito pelo Fundo Social Europeu, a nível nacional, como um caso de “Boa Prática Pedagógica”, o que constitui, como frisou hoje o presidente do Governo, “um exemplo da excelência da formação que as escolas profissionais oferecem nos Açores e da qualidade do ensino que esta escola conseguiu atingir”.
Fotografia: GaCS/Valter Franco

Carlos César, que falava na inauguração da Escola Profissional da Horta, numa cerimónia que marcou, também, a abertura oficial do novo ano lectivo, destacou, nesse âmbito, as “grandes obras” de construção das escolas Secundária Manuel de Arriaga e Básica e Secundária Tomás de Borba, de requalificação das escolas Básica Francisco Ornelas da Câmara e Básica e Secundária da Graciosa e de recuperação dos edifícios históricos da Escola Básica Integrada Roberto Ivens.
Segundo referiu na ocasião, a renovação do parque escolar, ao nível de todos os ciclos de ensino, coloca hoje os Açores “num lugar de relevo, a nível nacional e até europeu, quanto à qualidade das instalações de que os nossos jovens desfrutam”.
O presidente lembrou, todavia, “que a melhoria da qualidade do sistema educativo passa, também, pela qualidade das aprendizagens e pelo sucesso dos nossos alunos”, afirmando ainda que a procura da “igualdade de oportunidades através da diversificação das respostas escolares” constitui “o maior desafio que se coloca, nas nossas sociedades, ao sistema educativo”.
Carlos César disse, também, que “o sistema educativo açoriano tem procurado adaptar-se e flexibilizar-se, permitindo o aparecimento de respostas diferentes”, e apontou a redução sustentada do insucesso escolar e a quase eliminação do abandono escolar durante a escolaridade obrigatória como “resultados encorajadores” dessa estratégia.
Destacou, igualmente, o “particular significado” da cerimónia de abertura do novo ano lectivo ocorrer, desta feita, e pela primeira vez, numa das 17 escolas profissionais, onde já estudam actualmente cerca de sete mil alunos distribuídos por 475 cursos.
A verdade é que “sem o ensino profissional nenhum sistema educativo moderno dispõe de eficácia e coerência na abordagem dos factores de empregabilidade”, justificou o chefe do executivo.
A este propósito, lembrou a diversificação da oferta já disponibilizada, hoje em dia, pelas “escolas que tradicionalmente apenas se dedicavam ao ensino regular”, com particular destaque para o Programa de Formação e Inserção de Jovens (PROFIJ), que tem 3.210 alunos em 214 cursos.
Disse, também, que mais de dois mil dos três mil jovens que entraram este ano para o mercado de trabalho “fizeram-no com uma qualificação pertinente, saindo das escolas profissionais, do PROFIJ, do ensino superior e dos Cursos de Especialização Tecnológica”.
Em resumo, concluiu o presidente, “cerca de 70% dos que chegaram durante os últimos doze meses a um emprego atravessaram com sucesso um dos muitos programas de qualificação, nos quais as escolas profissionais constituíram parceiros e instrumentos privilegiados do Governo Regional”.
Quanto ao início do novo ano lectivo, hoje formalmente assinalado, Carlos César recordou que este é, nos Açores, “um acontecimento que, nos últimos anos, cumpre o seu calendário de forma rigorosa, sem os atropelos e atrasos que durante demasiado tempo caracterizaram o nosso sistema educativo”.
Segundo notou o chefe do executivo, “este rigor e organização são consequência de um trabalho continuado, tanto da parte da administração regional como, sobretudo, das escolas, as quais, através dos seus órgãos de gestão e das múltiplas equipas docentes, trabalham com afinco, em cada ano, para que esta grande operação logística decorra com êxito”.
O presidente congratulou-se, ainda, com o facto do Palacete de Santana, um dos imóveis mais representativos do Faial, surgir agora, após décadas de abandono, totalmente recuperado e ampliado, para albergar a Escola Profissional da Horta.
A obra, cuja execução coube à Santa Casa da Misericórdia da Horta, entidade proprietária do palacete e da escola profissional, representou um investimento superior a 3,5 milhões de euros, “suportado em 85% pela Governo dos Açores, através da concessão de acesso a financiamento PRODESA nas verbas que naquele programa comunitário estavam destinadas para investimento no parque escolar regional.”
Desde que foi criada em 2000, a Escola Profissional da Horta já formou mais de 450 profissionais em 30 cursos. Em 2006, o seu Curso de Técnicos de Recursos Marinhos foi eleito pelo Fundo Social Europeu, a nível nacional, como um caso de “Boa Prática Pedagógica”, o que constitui, como frisou hoje o presidente do Governo, “um exemplo da excelência da formação que as escolas profissionais oferecem nos Açores e da qualidade do ensino que esta escola conseguiu atingir”.
Fotografia: GaCS/Valter Franco
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Autor: Maria João Botelho
Data: 2006-09-15 23:34:08
Visualizações: 264
Autor: Maria João Botelho
Data: 2006-09-15 23:34:08
Visualizações: 264
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