Escola Profissional da Horta - Inauguração e abertura do ano lectivo 2006-2007
Como havia sido largamente noticiado, teve lugar na tarde da passada
sexta-feira a inauguração das novas e óptimas instalações da Escola
Profissional da Horta (EPH), da responsabilidade da Santa Casa da
Misericórdia - instalações essas resultantes da recuperação e ampliação (em
estilo concordante) do antigo Palacete de Santana, situado na parte alta da
cidade faialense, com uma excelente vista panorâmica sobre os canais e as
duas ilhas fronteiras.
Ao acto da inauguração juntou-se o da abertura do ano lectivo 2006-2007 ao
nível dp ensino profissional na Região e, por isso, numerosas pessoas
acorreram àquele modernizado espaço de formação da juventude, entre as quais as mais importantes entidades locais, professores e alunos da EPH, assim como pais e encarregados de educação e responsáveis da direcção de outros estabelecimentos de ensino da ilha.
Presidiu às cerimónias o chefe do Executivo Regional, Carlos César,
acompanhado pelo secretário da Educação e Ciência, Álamo Meneses. Presentes também os membros da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia da Horta com o Provedor Eduardo Caetano de Sousa.
Logo de início foi descerrada, à entrada do edifício principal, uma placa
comemorativa do acontecimento, depois do que no auditório da Escola decorreu a sessão inaugural a partir da bênção das instalações pelo Pároco da Matriz, António Saldanha.
Aberta a sessão, falou em primeiro lugar o Provedor da Santa Casa, Eduardo
Caetano de Sousa que se referiu às diversos aspectos da realização daquele
empreendimento - um dos grandes sonhos da sua já longa presença de 33 anos como principal responsável da instituição - e aludiu também ao percurso da Escola Profissional da Horta nos anos da sua existência, salientando o
conjunto de cursos ministrados, frequências e bons resultados obtidos. De
seguida o Provedor anunciou que o seu segundo grande projecto seria a obra
do restauro da igreja de São Francisco, integrada na recuperação do
património da Santa Casa - obra cujos valores enumerou e que gostaria de
concretizar antes de deixar as funções que até agora tem desempenhado.
Eduardo Caetano de Sousa agradeceu também toda a colaboração e apoio que recebeu do Presidente do Governo, do Secretário e da Directora Regional da Educação e manifestou a sua consideração a todas as entidades e técnicos que projectaram e possibilitaram a construção da nova Escola Profissional, a bem das gerações de alunos que a vão frequentar.
Seguidamente o Presidente do Governo Regional pronunciou o seu discurso,
todo ele virado para a educação e formação profissional da joventude
açoriana. E começou por dizer que a recuperação do Palacete e a construção
daquelas novas instalações escolares representavam “um investimento superior a 3,5 milhões de euros, suportado em 85% pelo Governo dos Açores, através da concessão de acesso a financiamento PRODESA nas verbas que naquele programa comunitário estavam destinadas para investimento no parque escolar regional”.
Depois, referindo-se especificamente à Escola Profissional da Horta, Carlos
César disse que desde o ano 2000 o estabelecimento “já formou mais de 450
profissionais em 30 cursos e que um desses cursos, para Técnicos de Recursos Marinhos, “foi eleito pelo Fundo Social Europeu, a nível nacional, como um caso de boa prática pedagógica”.Assinalando que o início do ano lectivo 2006-2007 é um acontecimento que, nos Açores, nos últimos ano, “cumpre o seu calendário de forma rigorosa sem os atropelos e atrasos”que houve durante demasiado tempo, o Presidente do Governo revelou que esta semana “mais de 42.500 alunos, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário e profissional recomeçam ou iniciam o seu percurso educativo”, perante uma vasta equipa de “cerca de 5.200 professores, todos devidamente habilitados”.
Aludindo à renovação do parque escolar ao nível de todos os ciclos do
ensino, Carlos César pôs em destaque as grandes obras em curso em escolas
dos Açores, entre elas as da Secundária da Horta e passou ao capítulo da
melhoria da qualidade do sistema educativo que “tem procurado adaptar-se e
flexibilizar-se (...) através da criação de um número crescente de programas
específicos de recuperação da escolaridade e de novas estratégias” para a
educação.
Mais adiante o Presidente do Governo especificou que hoje “existem nos
Açores 17 escolas profissionais, onde estudam cerca de 7.000 formandos
distribuídos por 475 cursos mas acrescentou que há também um número
crescente de cursos do género “em escolas que tradicionalmente apenas se
dedicavam ao ensino regular”.
Afirmando que a “melhoria da qualificação profissional é um factor essencial
para a melhoria da empregabilidade, o chefe do Executivo da Região revelou
que se atingiu “no segundo trimestre de 2006 o número recorde de 107.761
trabalhadores empregados, ao mesmo tempo que continuámos a ter a mais baixa taxa de desemprego do País, agora fixada em 3,8%”.
Finalmente e após uma série de considerações sobre a evolução do mercado do trabalho no arquipélago e os efeitos no mesmo da formação profissional que tem sido ministrada, Carlos César frisou que “o desafio do sucesso educativo tem de sair vencedor nos Açores , porque dele depende a qualidade e a sustentabilidade do progresso açoriano”. E a rematar disse: “Quando se fecham as portas ao ensino, ao saber e ao conhecimento, é um dia de luto.
Quando abrem as escolas é dia de festa. Hoje é dia de festa !”
Encerrada a sessão, as entidades presentes e convidados visitaram as
instalações da Escola a que fizemos detalhada referência numa reportagem
publicada na edição do “Tribuna” do dia...
De acrescentar que numa das salas do primeiro piso do edifício mais antigo
(Palacete) estava patente uma exposição de interessantes trabalhos de
pintura do Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia
da Horta, realizados por jovens com deficiências.

Ao acto da inauguração juntou-se o da abertura do ano lectivo 2006-2007 ao
nível dp ensino profissional na Região e, por isso, numerosas pessoas
acorreram àquele modernizado espaço de formação da juventude, entre as quais as mais importantes entidades locais, professores e alunos da EPH, assim como pais e encarregados de educação e responsáveis da direcção de outros estabelecimentos de ensino da ilha.
Presidiu às cerimónias o chefe do Executivo Regional, Carlos César,
acompanhado pelo secretário da Educação e Ciência, Álamo Meneses. Presentes também os membros da Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia da Horta com o Provedor Eduardo Caetano de Sousa.
Logo de início foi descerrada, à entrada do edifício principal, uma placa
comemorativa do acontecimento, depois do que no auditório da Escola decorreu a sessão inaugural a partir da bênção das instalações pelo Pároco da Matriz, António Saldanha.
Aberta a sessão, falou em primeiro lugar o Provedor da Santa Casa, Eduardo
Caetano de Sousa que se referiu às diversos aspectos da realização daquele
empreendimento - um dos grandes sonhos da sua já longa presença de 33 anos como principal responsável da instituição - e aludiu também ao percurso da Escola Profissional da Horta nos anos da sua existência, salientando o
conjunto de cursos ministrados, frequências e bons resultados obtidos. De
seguida o Provedor anunciou que o seu segundo grande projecto seria a obra
do restauro da igreja de São Francisco, integrada na recuperação do
património da Santa Casa - obra cujos valores enumerou e que gostaria de
concretizar antes de deixar as funções que até agora tem desempenhado.
Eduardo Caetano de Sousa agradeceu também toda a colaboração e apoio que recebeu do Presidente do Governo, do Secretário e da Directora Regional da Educação e manifestou a sua consideração a todas as entidades e técnicos que projectaram e possibilitaram a construção da nova Escola Profissional, a bem das gerações de alunos que a vão frequentar.
Seguidamente o Presidente do Governo Regional pronunciou o seu discurso,
todo ele virado para a educação e formação profissional da joventude
açoriana. E começou por dizer que a recuperação do Palacete e a construção
daquelas novas instalações escolares representavam “um investimento superior a 3,5 milhões de euros, suportado em 85% pelo Governo dos Açores, através da concessão de acesso a financiamento PRODESA nas verbas que naquele programa comunitário estavam destinadas para investimento no parque escolar regional”.
Depois, referindo-se especificamente à Escola Profissional da Horta, Carlos
César disse que desde o ano 2000 o estabelecimento “já formou mais de 450
profissionais em 30 cursos e que um desses cursos, para Técnicos de Recursos Marinhos, “foi eleito pelo Fundo Social Europeu, a nível nacional, como um caso de boa prática pedagógica”.Assinalando que o início do ano lectivo 2006-2007 é um acontecimento que, nos Açores, nos últimos ano, “cumpre o seu calendário de forma rigorosa sem os atropelos e atrasos”que houve durante demasiado tempo, o Presidente do Governo revelou que esta semana “mais de 42.500 alunos, desde a educação pré-escolar até ao ensino secundário e profissional recomeçam ou iniciam o seu percurso educativo”, perante uma vasta equipa de “cerca de 5.200 professores, todos devidamente habilitados”.
Aludindo à renovação do parque escolar ao nível de todos os ciclos do
ensino, Carlos César pôs em destaque as grandes obras em curso em escolas
dos Açores, entre elas as da Secundária da Horta e passou ao capítulo da
melhoria da qualidade do sistema educativo que “tem procurado adaptar-se e
flexibilizar-se (...) através da criação de um número crescente de programas
específicos de recuperação da escolaridade e de novas estratégias” para a
educação.
Mais adiante o Presidente do Governo especificou que hoje “existem nos
Açores 17 escolas profissionais, onde estudam cerca de 7.000 formandos
distribuídos por 475 cursos mas acrescentou que há também um número
crescente de cursos do género “em escolas que tradicionalmente apenas se
dedicavam ao ensino regular”.
Afirmando que a “melhoria da qualificação profissional é um factor essencial
para a melhoria da empregabilidade, o chefe do Executivo da Região revelou
que se atingiu “no segundo trimestre de 2006 o número recorde de 107.761
trabalhadores empregados, ao mesmo tempo que continuámos a ter a mais baixa taxa de desemprego do País, agora fixada em 3,8%”.
Finalmente e após uma série de considerações sobre a evolução do mercado do trabalho no arquipélago e os efeitos no mesmo da formação profissional que tem sido ministrada, Carlos César frisou que “o desafio do sucesso educativo tem de sair vencedor nos Açores , porque dele depende a qualidade e a sustentabilidade do progresso açoriano”. E a rematar disse: “Quando se fecham as portas ao ensino, ao saber e ao conhecimento, é um dia de luto.
Quando abrem as escolas é dia de festa. Hoje é dia de festa !”
Encerrada a sessão, as entidades presentes e convidados visitaram as
instalações da Escola a que fizemos detalhada referência numa reportagem
publicada na edição do “Tribuna” do dia...
De acrescentar que numa das salas do primeiro piso do edifício mais antigo
(Palacete) estava patente uma exposição de interessantes trabalhos de
pintura do Centro de Actividades Ocupacionais da Santa Casa da Misericórdia
da Horta, realizados por jovens com deficiências.
+ Informações:
Fonte: Tribuna das Ilhas
Autor: Fernando Melo
Data: 2006-09-22 17:58:47
Visualizações: 116
Autor: Fernando Melo
Data: 2006-09-22 17:58:47
Visualizações: 116
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