Lloyd Cole - Concertos Íntimos - 25 Novembro 2006
Lloyd Cole regressa a Portugal no âmbito da tournée de lançamento do seu novo álbum Antidepressant editado a 25 de Setembro deste ano. 
Considerado por muitos como um dos seus melhores álbuns a solo de sempre, a produção do disco é assinada pelo próprio e contém 11 canções que pretendem ser um antídoto a estados de espírito depressivos. Aguardam-se, então, concertos revigorantes em Lisboa (Aula Magna), Porto (Sala Batalha), Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo e Teatro Micaelense, a 21, 23, 24 e 25 de Novembro, respectivamente.
Lloyd Cole, de 45 anos, vai apresentar-se em palco com o antigo Commotion Neil Clark, dando a conhecer canções do seu novo álbum e, certamente, revisitando antigos êxitos do tempo dos «Commotions», grupo que liderou e que ajudou a mudar a face da música pop em todo o mundo.
Trabalhando maioritariamente sozinho - Cole toca bateria, guitarra e teclados no seu novo álbum, ele planeou seguir o modus operandi de Tom Waits, reservando quatro meses para escrever e gravar o álbum. «Os meus quatro meses acabaram por ser 18! Foi excitante e esgotante ao mesmo tempo, mas a meio do caminho apercebi-me que tinha o som que queria, uma amálgama de sons electrónicos e acústicos», diz.
O antigo Commotion Neil Clark toca guitarra slide com contribuições de Kevin ORourke e Peter Baldwin, dos Hurcules, e arranjos de cordas de Dave Trenholm, dos King Radio.
«Antidepressant» contém alguns dos melhores trabalhos de Cole até hoje. O magnífico «NYC Sunshine», baseado em cordas, evoca as ruas cheias de «drogrados e milionários», a batida acústica suave de «How Wrong Can You Be», a balbúrdia do mercado em «The Young Idealists» e a potência das letras em «Woman In A Bar».
O título do álbum tem duplo sentido, como o escritor explica: «Bem, um antidepressivo é um comprimido que nos faz sentir melhor, mas a existência de um antidepressivo significa a existência de depressão».
Cole resume os temas do seu novo álbum: «As músicas que escrevo agora tendem a ser sobre a meia-idade», conclui. «Sempre senti que a música que faço funciona da mesma maneira que os blues ou a música country, em que se canta sobre coisas que não correm assim muito bem. Ajuda as pessoas a superar coisas desse género nas suas vidas, e de alguma forma a encontrar alegria ou a arrumar alguns assuntos. Sinto isso ao ouvir Tindersticks ou Tom Waits e sei que é este o género de música em que me enquadro...»
As vendas/reservas dos bilhetes decorrem a bom ritmo e estão disponíveis na bilheteira (T 296 308 350) do Teatro Micaelense no seguinte horário:
2ª a sábado das 14h00 às 20h00
dias de espectáculo das 14h00 às 21h30
Preço único € 15
Descontos
20% - 25 anos | + 65 anos
20% detentores do cartão de espectador frequente www.teatromicaelense.pt/espectadorfrequente.php
20% estudantes universitários - mediante apresentação cartão UA
10% grupos c/ + 10 pessoas

Considerado por muitos como um dos seus melhores álbuns a solo de sempre, a produção do disco é assinada pelo próprio e contém 11 canções que pretendem ser um antídoto a estados de espírito depressivos. Aguardam-se, então, concertos revigorantes em Lisboa (Aula Magna), Porto (Sala Batalha), Centro Cultural e de Congressos de Angra do Heroísmo e Teatro Micaelense, a 21, 23, 24 e 25 de Novembro, respectivamente.
Lloyd Cole, de 45 anos, vai apresentar-se em palco com o antigo Commotion Neil Clark, dando a conhecer canções do seu novo álbum e, certamente, revisitando antigos êxitos do tempo dos «Commotions», grupo que liderou e que ajudou a mudar a face da música pop em todo o mundo.
Trabalhando maioritariamente sozinho - Cole toca bateria, guitarra e teclados no seu novo álbum, ele planeou seguir o modus operandi de Tom Waits, reservando quatro meses para escrever e gravar o álbum. «Os meus quatro meses acabaram por ser 18! Foi excitante e esgotante ao mesmo tempo, mas a meio do caminho apercebi-me que tinha o som que queria, uma amálgama de sons electrónicos e acústicos», diz.
O antigo Commotion Neil Clark toca guitarra slide com contribuições de Kevin ORourke e Peter Baldwin, dos Hurcules, e arranjos de cordas de Dave Trenholm, dos King Radio.
«Antidepressant» contém alguns dos melhores trabalhos de Cole até hoje. O magnífico «NYC Sunshine», baseado em cordas, evoca as ruas cheias de «drogrados e milionários», a batida acústica suave de «How Wrong Can You Be», a balbúrdia do mercado em «The Young Idealists» e a potência das letras em «Woman In A Bar».
O título do álbum tem duplo sentido, como o escritor explica: «Bem, um antidepressivo é um comprimido que nos faz sentir melhor, mas a existência de um antidepressivo significa a existência de depressão».
Cole resume os temas do seu novo álbum: «As músicas que escrevo agora tendem a ser sobre a meia-idade», conclui. «Sempre senti que a música que faço funciona da mesma maneira que os blues ou a música country, em que se canta sobre coisas que não correm assim muito bem. Ajuda as pessoas a superar coisas desse género nas suas vidas, e de alguma forma a encontrar alegria ou a arrumar alguns assuntos. Sinto isso ao ouvir Tindersticks ou Tom Waits e sei que é este o género de música em que me enquadro...»
As vendas/reservas dos bilhetes decorrem a bom ritmo e estão disponíveis na bilheteira (T 296 308 350) do Teatro Micaelense no seguinte horário:
2ª a sábado das 14h00 às 20h00
dias de espectáculo das 14h00 às 21h30
Preço único € 15
Descontos
20% - 25 anos | + 65 anos
20% detentores do cartão de espectador frequente www.teatromicaelense.pt/espectadorfrequente.php
20% estudantes universitários - mediante apresentação cartão UA
10% grupos c/ + 10 pessoas
+ Informações:
Fonte: Teatro Micaelense
Data: 2006-11-02 10:23:18
Visualizações: 314
Data: 2006-11-02 10:23:18
Visualizações: 314
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