Administradores dos hospitais EPE não terão regalias extra
O secretário regional dos Assuntos Sociais, Domingos Cunha, garantiu hoje, na cidade da Horta, que as novas administrações dos hospitais açorianos, agora com o estatuto de entidades públicas empresariais, “não terão quaisquer regalias extra” para além das remunerações estabelecidas.
Segundo Domingos Cunha, não é verdade que aos novos administradores, a nomear ainda este mês, esteja previsto “serem distribuídos carros de topo gama ou cartões de crédito, como já chegou a ser posto a circular”.
O governante, que respondia no Parlamento a um conjunto de perguntas colocadas pelo deputado do CDS-PP, esclareceu, ainda, que o número de elementos dos conselhos de administração de cada um dos três hospitais não atingirá o limite previsto de sete, ainda que, no caso da Horta, esteja a ser ponderada a hipótese de acrescentar, ao número actual, mais um administrador, este com formação na área de gestão.
Os três hospitais açorianos – do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, e da Horta – são, desde o passado dia 1, entidades públicas empresariais, nos termos de um diploma aprovado pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores em Novembro último, mas que, por razões estranhas à Região, somente esta quarta-feira foi publicado no Diário da República.
Questionado sobre as obras de reabilitação em curso no Hospital do Santo Espírito, na ilha Terceira, Domingos Cunha esclareceu que a intervenção, que será faseada, tem como objectivo garantir que aquela unidade “possa continuar a prestar cuidados de saúde, em condições de dignidade, até à entrada em pleno funcionamento do novo hospital”.
Lembrou, todavia, que o lançamento próximo da construção do novo hospital, previsto para o início de 2008, “obriga a ter algum racionalismo” nas despesas com as obras de reabilitação, salvaguardando, naturalmente, a qualidade e segurança do serviço a prestar aos utentes.
No passado dia 17, foi já publicado no Diário da República o concurso público internacional relativo ao contrato de concessão do novo edifício do hospital da ilha Terceira.
O concurso, cujo prazo para a entrega de propostas termina dia 16 de Maio próximo, tem em vista a “concepção, projecto, construção, financiamento, conservação, manutenção e exploração” do novo edifício hospitalar.
Nos termos daquele concurso, a entidade concessionária “será a única responsável pela obtenção dos fundos necessários ao desenvolvimento de todas as actividades” objecto do contrato, recebendo, como contrapartida, “uma remuneração anual variável ao longo dos 30 anos de concessão”.

Segundo Domingos Cunha, não é verdade que aos novos administradores, a nomear ainda este mês, esteja previsto “serem distribuídos carros de topo gama ou cartões de crédito, como já chegou a ser posto a circular”.
O governante, que respondia no Parlamento a um conjunto de perguntas colocadas pelo deputado do CDS-PP, esclareceu, ainda, que o número de elementos dos conselhos de administração de cada um dos três hospitais não atingirá o limite previsto de sete, ainda que, no caso da Horta, esteja a ser ponderada a hipótese de acrescentar, ao número actual, mais um administrador, este com formação na área de gestão.
Os três hospitais açorianos – do Divino Espírito Santo, em Ponta Delgada, do Santo Espírito, em Angra do Heroísmo, e da Horta – são, desde o passado dia 1, entidades públicas empresariais, nos termos de um diploma aprovado pela Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores em Novembro último, mas que, por razões estranhas à Região, somente esta quarta-feira foi publicado no Diário da República.
Questionado sobre as obras de reabilitação em curso no Hospital do Santo Espírito, na ilha Terceira, Domingos Cunha esclareceu que a intervenção, que será faseada, tem como objectivo garantir que aquela unidade “possa continuar a prestar cuidados de saúde, em condições de dignidade, até à entrada em pleno funcionamento do novo hospital”.
Lembrou, todavia, que o lançamento próximo da construção do novo hospital, previsto para o início de 2008, “obriga a ter algum racionalismo” nas despesas com as obras de reabilitação, salvaguardando, naturalmente, a qualidade e segurança do serviço a prestar aos utentes.
No passado dia 17, foi já publicado no Diário da República o concurso público internacional relativo ao contrato de concessão do novo edifício do hospital da ilha Terceira.
O concurso, cujo prazo para a entrega de propostas termina dia 16 de Maio próximo, tem em vista a “concepção, projecto, construção, financiamento, conservação, manutenção e exploração” do novo edifício hospitalar.
Nos termos daquele concurso, a entidade concessionária “será a única responsável pela obtenção dos fundos necessários ao desenvolvimento de todas as actividades” objecto do contrato, recebendo, como contrapartida, “uma remuneração anual variável ao longo dos 30 anos de concessão”.
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Data: 2007-01-26 14:12:46
Visualizações: 89
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