Açores dão passos seguros para inverter processo da tradicional comercialização do gado em vivo
O secretário regional da Agricultura e Florestas, Noé Rodrigues, assegurou hoje, na cidade da Horta, que os Açores estão a dar “passos seguros” no sentido de inverter o processo da tradicional comercialização do gado em vivo, o que se traduzirá, também, na obtenção de importantes mais-valias.
“Não é nossa função vender carne, mas o Governo Regional está apostado em criar as condições para que esse negócio seja cada vez mais eficiente nos Açores”, afirmou o governante no final de uma reunião com as direcções da Federação Agrícola dos Açores e da Cooperativa “Verdatlântico”, responsáveis pela gestão, respectivamente, da imagem e da comercialização da carne açoriana portadora da marca de Identificação Geográfica Protegida (IGP).
Segundo referiu Noé Rodrigues, “foi exactamente para permitir que os agentes económicos, preferencialmente os dos Açores, possam projectar negócios tendo em vista a valorização da carne açoriana no mercado” que o executivo investiu avultadas verbas, quer na rede regional de abate, quer dotando algumas dessa estruturas com salas de desmancha.
O titular da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas disse, ainda, que a constituição da Cooperativa “Verdatlântico” “foi um passo importante para que a Federação Agrícola dos Açores, que é a detentora da marca da carne açoriana IGP, tenha um agente económico que possa operacionalizar as diferentes etapas no mercado”.
Para Noé Rodrigues, se é verdade que os “agentes económicos regionais ainda não têm experiência no âmbito dessa nova fase da comercialização da carne dos Açores”, também é certo que “já se estão a mexer”, o que demonstra estarem conscientes de que será fundamental apostar numa parceria produção-comercialização.
Fotografia: Arquivo GaCS/João Freitas

“Não é nossa função vender carne, mas o Governo Regional está apostado em criar as condições para que esse negócio seja cada vez mais eficiente nos Açores”, afirmou o governante no final de uma reunião com as direcções da Federação Agrícola dos Açores e da Cooperativa “Verdatlântico”, responsáveis pela gestão, respectivamente, da imagem e da comercialização da carne açoriana portadora da marca de Identificação Geográfica Protegida (IGP).
Segundo referiu Noé Rodrigues, “foi exactamente para permitir que os agentes económicos, preferencialmente os dos Açores, possam projectar negócios tendo em vista a valorização da carne açoriana no mercado” que o executivo investiu avultadas verbas, quer na rede regional de abate, quer dotando algumas dessa estruturas com salas de desmancha.
O titular da Secretaria Regional da Agricultura e Florestas disse, ainda, que a constituição da Cooperativa “Verdatlântico” “foi um passo importante para que a Federação Agrícola dos Açores, que é a detentora da marca da carne açoriana IGP, tenha um agente económico que possa operacionalizar as diferentes etapas no mercado”.
Para Noé Rodrigues, se é verdade que os “agentes económicos regionais ainda não têm experiência no âmbito dessa nova fase da comercialização da carne dos Açores”, também é certo que “já se estão a mexer”, o que demonstra estarem conscientes de que será fundamental apostar numa parceria produção-comercialização.
Fotografia: Arquivo GaCS/João Freitas
+ Informações:
Fonte: GaCS/FG
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-03-29 19:23:38
Visualizações: 64
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-03-29 19:23:38
Visualizações: 64
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