Maior parte de notebooks usará memória flash
A firma de análise iSuppli anunciou que estima que até o quarto trimestre de 2009 mais da metade dos notebooks vendidos farão uso de memória flash, em vez de armazenarem seus dados em drives de disco rígido.
Até o fim de 2009 serão 24 milhões de notebooks com o método de armazenamento, ou 60% do total vendido, comparado a apenas 143.600 unidades (ou 0,7%) no primeiro trimestre de 2007.
Em benefício, a memória flash consome menos energia, gerando menos calor; é mais resistente ao choque; não possui partes móveis e é mais rápida no acesso e exibição de dados. Sua adoção tem sido lenta por causa de seu elevado preço: há quatro anos, uma memória flash de 1 GB era 100 vezes mais cara que um HD de capacidade equivalente. Até 2009, a diferença deve cair consideravelmente, deixando a memória flash cerca de 14% mais cara.
Para a iSuppli, três tipos de armazenamento em memória flash devem se sobressair nos próximos dois anos: a tecnologia Robson, da Intel, que usa a memória flash para aumentar a agilidade de resposta do sistema, tornando o sistema multitarefa mais rápido e ampliando a capacidade da bateria; discos rígidos híbridos (HHDs) e drives solid-state (SSD).
A capacidade dos dispositivos de memória flash também está sendo ampliada. A Samsung anunciou um drive SSD de 64 GB, de apenas 1,8 polegada para PCs ultra-portáteis (UMPCs). A produção em massa do dispositivo deve começar ainda neste trimestre.
Em abril, a Fujitsu anunciou o cancelamento de seus planos de criação de drives de disco rígido de 1,8 polegadas, que integrariam UMPCs e tocadores digitais multimídia, para se focar na criação de drives de memória flash.
Até o fim de 2009, 54% de todos os UMPCs devem estar equipados com HHDs, enquanto 28% deles possivelmente receberão drives SSD, contrastando com o primeiro trimestre de 2007, onde apenas 1% dos UMPCs utilizaram HHDs, e nenhum utilizou SSD, conforme declarado no anúncio oficial.

Até o fim de 2009 serão 24 milhões de notebooks com o método de armazenamento, ou 60% do total vendido, comparado a apenas 143.600 unidades (ou 0,7%) no primeiro trimestre de 2007.
Em benefício, a memória flash consome menos energia, gerando menos calor; é mais resistente ao choque; não possui partes móveis e é mais rápida no acesso e exibição de dados. Sua adoção tem sido lenta por causa de seu elevado preço: há quatro anos, uma memória flash de 1 GB era 100 vezes mais cara que um HD de capacidade equivalente. Até 2009, a diferença deve cair consideravelmente, deixando a memória flash cerca de 14% mais cara.
Para a iSuppli, três tipos de armazenamento em memória flash devem se sobressair nos próximos dois anos: a tecnologia Robson, da Intel, que usa a memória flash para aumentar a agilidade de resposta do sistema, tornando o sistema multitarefa mais rápido e ampliando a capacidade da bateria; discos rígidos híbridos (HHDs) e drives solid-state (SSD).
A capacidade dos dispositivos de memória flash também está sendo ampliada. A Samsung anunciou um drive SSD de 64 GB, de apenas 1,8 polegada para PCs ultra-portáteis (UMPCs). A produção em massa do dispositivo deve começar ainda neste trimestre.
Em abril, a Fujitsu anunciou o cancelamento de seus planos de criação de drives de disco rígido de 1,8 polegadas, que integrariam UMPCs e tocadores digitais multimídia, para se focar na criação de drives de memória flash.
Até o fim de 2009, 54% de todos os UMPCs devem estar equipados com HHDs, enquanto 28% deles possivelmente receberão drives SSD, contrastando com o primeiro trimestre de 2007, onde apenas 1% dos UMPCs utilizaram HHDs, e nenhum utilizou SSD, conforme declarado no anúncio oficial.
+ Informações:
Fonte: Geek
Data: 2007-05-07 11:08:43
Visualizações: 1415
Data: 2007-05-07 11:08:43
Visualizações: 1415
Comentários:
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[6][RT][9] - 2007-05-07 21:07:15
nice..


_velhinha_ - 2007-05-12 13:47:12
Very usefull

[6][RT][9] - 2007-05-07 21:07:15nice..

_velhinha_ - 2007-05-12 13:47:12Very usefull
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