Nicolas Sarkozy eleito em França com 53% dos votos
O candidato conservador Nicolas Sarkozy venceu a segunda volta das presidenciais francesas com uma votação clara de 53,06% dos votos, contra os 46,94% da socialista Segolène Royal. 
Segundo os resultados finais oficiais, divulgados pelo Ministério do Interior francês, a participação dos eleitores foi a mais elevada dos últimos 40 anos, com 84,76% dos 44,5 milhões inscritos que votarem.
No seu discurso de vitória, pronunciado na sede de campanha, cerca de meia-hora depois do anúncio dos resultados das sondagens à boca das urnas, Nicolas Sarkozy, 52 anos, prometeu ser o presidente de todos os franceses e manifestou respeito pela sua rival, "pelas suas ideias" e "pelos milhões de franceses que votaram nela".
Por esta altura já Segolène Royal tinha admitido a derrota e manifestado o desejo de que o seu rival "cumpra a sua missão, em prol de todos os cidadãos".
Nas horas que se seguiram, a falta de simpatia entre os dois candidatos e respectivas equipas ficou demonstrada com a "guerra" sobre quem telefonou primeiro a quem.
A equipa do vencedor disse ter tomado a iniciativa para felicitar a derrotada pela campanha, a equipa da derrotada assegurou que ligou primeiro, para felicitar o vencedor pela vitória.
Naquela primeira declaração de vitória, o novo presidente não deixou de se dirigir ao mundo, anunciando que "a França está de volta à Europa", lançando um "apelo fraterno" aos países africanos para a construção conjunta de uma política eficaz de desenvolvimento e apelando aos Estados Unidos para que deixem de colocar obstáculos à luta contra as alterações climáticas.
Mais tarde, depois de jantar com amigos e colaboradores num hotel nos Campos Elíseos, o candidato e líder da União para um movimento Popular (UMP, conservador) dirigiu-se a cerca de 30.000 apoiantes que festejavam a sua vitória num concerto na Praça da Concórdia para lhes assegurar que vai cumprir as promessas que fez, a "ruptura tranquila" que quer pôr em marcha.
A ida à Praça da Concórdia marcou também a primeira vez ao longo de todo o dia em que Nicolas Sarkozy esteve acompanhado da mulher, Cecília, já qualificada por muitos como "uma primeira-dama muito independente".
Milhares de franceses festejaram nas ruas de Paris, especialmente patrulhadas por 3.000 polícias, registando-se apenas alguns incidentes quando, ao princípio da noite, umas dezenas de manifestantes anti-Sarkozy lançaram objectos contra a polícia e esta respondeu lançando granadas de gás lacrimogéneo. O presidente cessante, Jacques Chirac, felicitou o seu sucessor e desejou-lhe êxito nas novas funções, mas os adversários da primeira volta, o centrista François Bayrou e o líder da extrema-direita Jean-Marie Le Pen não deixaram de lamentar a escolha dos franceses para os próximos cinco anos.

Segundo os resultados finais oficiais, divulgados pelo Ministério do Interior francês, a participação dos eleitores foi a mais elevada dos últimos 40 anos, com 84,76% dos 44,5 milhões inscritos que votarem.
No seu discurso de vitória, pronunciado na sede de campanha, cerca de meia-hora depois do anúncio dos resultados das sondagens à boca das urnas, Nicolas Sarkozy, 52 anos, prometeu ser o presidente de todos os franceses e manifestou respeito pela sua rival, "pelas suas ideias" e "pelos milhões de franceses que votaram nela".
Por esta altura já Segolène Royal tinha admitido a derrota e manifestado o desejo de que o seu rival "cumpra a sua missão, em prol de todos os cidadãos".
Nas horas que se seguiram, a falta de simpatia entre os dois candidatos e respectivas equipas ficou demonstrada com a "guerra" sobre quem telefonou primeiro a quem.
A equipa do vencedor disse ter tomado a iniciativa para felicitar a derrotada pela campanha, a equipa da derrotada assegurou que ligou primeiro, para felicitar o vencedor pela vitória.
Naquela primeira declaração de vitória, o novo presidente não deixou de se dirigir ao mundo, anunciando que "a França está de volta à Europa", lançando um "apelo fraterno" aos países africanos para a construção conjunta de uma política eficaz de desenvolvimento e apelando aos Estados Unidos para que deixem de colocar obstáculos à luta contra as alterações climáticas.
Mais tarde, depois de jantar com amigos e colaboradores num hotel nos Campos Elíseos, o candidato e líder da União para um movimento Popular (UMP, conservador) dirigiu-se a cerca de 30.000 apoiantes que festejavam a sua vitória num concerto na Praça da Concórdia para lhes assegurar que vai cumprir as promessas que fez, a "ruptura tranquila" que quer pôr em marcha.
A ida à Praça da Concórdia marcou também a primeira vez ao longo de todo o dia em que Nicolas Sarkozy esteve acompanhado da mulher, Cecília, já qualificada por muitos como "uma primeira-dama muito independente".
Milhares de franceses festejaram nas ruas de Paris, especialmente patrulhadas por 3.000 polícias, registando-se apenas alguns incidentes quando, ao princípio da noite, umas dezenas de manifestantes anti-Sarkozy lançaram objectos contra a polícia e esta respondeu lançando granadas de gás lacrimogéneo. O presidente cessante, Jacques Chirac, felicitou o seu sucessor e desejou-lhe êxito nas novas funções, mas os adversários da primeira volta, o centrista François Bayrou e o líder da extrema-direita Jean-Marie Le Pen não deixaram de lamentar a escolha dos franceses para os próximos cinco anos.
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Data: 2007-05-08 13:34:45
Visualizações: 119
Data: 2007-05-08 13:34:45
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