Teste polémico diz sexo de bebé na sexta semana de gravidez
Um teste de ADN que indica o sexo de bebés quando eles ainda estão na sexta semana de gestação está causando polémica no Reino Unido.
O teste, feito em casa, é vendido na Internet pela empresa DNA Worldwide. Por 189 libras, o consumidor pode saber o sexo do seu filho em até seis dias úteis; se estiver apressado, pode optar por pagar 240 libras e sabê-lo em quatro dias.
Grupos antiaborto criticaram o teste, alegando que casais poderiam optar por abortar filhos "do sexo errado".
Mas a empresa afirma que três em cada quatro casais britânicos querem saber de antemão o sexo do seu filho e não estão dispostos a esperar 20 semanas, prazo requerido para os testes com exame de ultra-som.
No seu sítio na Internet, a DNA Worldwide explica que a identificação do sexo da criança é feita pela análise de uma amostra de sangue da mãe.
"Durante a gravidez, pequenas quantidades de ADN do bebé passam para a corrente sanguínea da mãe; assim, com uma pequena gota colhida do dedo da mãe, podemos analisar o ADN do bebé", diz um texto que apresenta o produto.
Os médicos procuram o cromossoma Y, cuja presença no ADN da criança assegura que o sexo é masculino; se o Y está ausente, alega a empresa, é possível dizer com 99% de certeza que o sexo é feminino.
Se o teste estiver errado, a DNA Worldwide promete devolver o dinheiro da compra.
Entidades que fazem campanha contra o aborto criticaram o teste. Eles temem que casais descontentes com o resultado interrompam a gravidez.
Michaela Aston, da organização britânica Life, disse que o teste é "muito perigoso". "Pode levar ao aborto de bebés simplesmente pelo facto de serem do ´sexo errado´", afirmou.
Segundo ela, recém-nascidos, sejam meninos ou meninas, têm necessidades iguais, e o sexo da criança não aumenta nem diminui a necessidade de planeamento.
Julia Millington, da Prolife Alliance, acrescentou que o risco de abortos é "real", sobretudo em áreas do país onde se concentram comunidades de imigrantes que atribuem valores distintos a um bebé do sexo masculino ou feminino.
"Já chegamos a uma situação alarmante, em que hospitais em algumas partes do Reino Unido não revelam o sexo de uma criança antes do nascimento por causa da prevalência do aborto, se o bebé for do ´sexo errado´", ela disse.
"O facto de hospitais adoptarem estas políticas mostra que existe um problema nesse assunto".
Actualmente, a maioria dos hospitais britânicos diz, aos pais que quiserem sabê-lo, qual será o sexo deoseu filho a partir da 20ª semana de gravidez.

O teste, feito em casa, é vendido na Internet pela empresa DNA Worldwide. Por 189 libras, o consumidor pode saber o sexo do seu filho em até seis dias úteis; se estiver apressado, pode optar por pagar 240 libras e sabê-lo em quatro dias.
Grupos antiaborto criticaram o teste, alegando que casais poderiam optar por abortar filhos "do sexo errado".
Mas a empresa afirma que três em cada quatro casais britânicos querem saber de antemão o sexo do seu filho e não estão dispostos a esperar 20 semanas, prazo requerido para os testes com exame de ultra-som.
No seu sítio na Internet, a DNA Worldwide explica que a identificação do sexo da criança é feita pela análise de uma amostra de sangue da mãe.
"Durante a gravidez, pequenas quantidades de ADN do bebé passam para a corrente sanguínea da mãe; assim, com uma pequena gota colhida do dedo da mãe, podemos analisar o ADN do bebé", diz um texto que apresenta o produto.
Os médicos procuram o cromossoma Y, cuja presença no ADN da criança assegura que o sexo é masculino; se o Y está ausente, alega a empresa, é possível dizer com 99% de certeza que o sexo é feminino.
Se o teste estiver errado, a DNA Worldwide promete devolver o dinheiro da compra.
Entidades que fazem campanha contra o aborto criticaram o teste. Eles temem que casais descontentes com o resultado interrompam a gravidez.
Michaela Aston, da organização britânica Life, disse que o teste é "muito perigoso". "Pode levar ao aborto de bebés simplesmente pelo facto de serem do ´sexo errado´", afirmou.
Segundo ela, recém-nascidos, sejam meninos ou meninas, têm necessidades iguais, e o sexo da criança não aumenta nem diminui a necessidade de planeamento.
Julia Millington, da Prolife Alliance, acrescentou que o risco de abortos é "real", sobretudo em áreas do país onde se concentram comunidades de imigrantes que atribuem valores distintos a um bebé do sexo masculino ou feminino.
"Já chegamos a uma situação alarmante, em que hospitais em algumas partes do Reino Unido não revelam o sexo de uma criança antes do nascimento por causa da prevalência do aborto, se o bebé for do ´sexo errado´", ela disse.
"O facto de hospitais adoptarem estas políticas mostra que existe um problema nesse assunto".
Actualmente, a maioria dos hospitais britânicos diz, aos pais que quiserem sabê-lo, qual será o sexo deoseu filho a partir da 20ª semana de gravidez.
+ Informações:
Fonte: www.da,online.pt
Data: 2007-05-08 14:39:20
Visualizações: 1115
Data: 2007-05-08 14:39:20
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