Energias Renováveis - Cooperação entre elétricas de Cabo Verde e Açores
O primeiro-ministro de Cabo Verde admitiu hoje a possibilidade de uma cooperação directa entre as eléctricas açoriana e cabo- verdiana a nível das energias renováveis.
José Maria Neves falava no segundo dia da visita ao arquipélago açoriano, durante o qual visitou duas centrais de produção de energia geotérmica (calor do interior da terra) na ilha de São Miguel, exploradas pela Electricidade dos Açores (EDA).

"Vamos procurar a cooperação directa entre a EDA e a Eléctrica (de Cabo Verde) para analisarmos as possibilidades que existem em relação às energias geotérmica, eólica e solar", afirmou aos jornalistas, após ter assistido a uma explicação sobre este processo de produção energética.
Segundo José Maria Neves, a cooperação entre os dois arquipélagos pode estender-se, também, ao sector do Turismo, em áreas como a gestão hoteleira, guias turísticos e conservação do património.
Além disso, salientou o chefe do executivo cabo- verdiano, existem "todas as potencialidades ligadas ao mar" que apontam para uma economia marítima competitiva".
Nos Açores, José Maria Neves voltou a defender a criação de uma Plataforma da Macaronésia, para permitir a cooperação em várias áreas entre os arquipélagos dos Açores, Madeira, Cabo Verde e Canárias.
"Queremos que Cabo Verde, Canárias, Açores e Madeira possam constituir uma Plataforma da Macaronésia para criar um espaço de cooperação para o desenvolvimento", reafirmou.
O primeiro-ministro cabo-verdiano apontou o exemplo das "muitas potencialidades" ligadas ao mar, assim como os interesses ambientais comuns e a necessidade de estruturar uma economia competitiva entre os quatro arquipélagos atlânticos.
"Há todo o interesse, para além da parceria especial com a União Europeia, que as ilhas se aproximem e criem um espaço de desenvolvimento económico e competitivo, capaz de aproveitar todas as capacidades de desenvolvimento existentes neste corredor do Atlântico", explicou.
José Maria Neves visitou ontem as duas centrais geotérmicas da ilha de São Miguel, que contribuíram para uma penetração de 50 por cento de energias renováveis na ilha de São Miguel, no primeiro trimestre do ano.
Geotermia na Terceira
Segundo o presidente do Grupo EDA, "se tudo correr bem", a ilha Terceira deverá ter em funcionamento uma central geotérmica em 2009, a juntar ao parque eólico, que deverá começar a produzir na Primavera de 2008.
Com estes dois investimentos para a ilha Terceira, será possível evitar a emissão de cerca de 64 mil toneladas de CO2 por ano, explicou Roberto Amaral.
Além disso, o Grupo EDA está, actualmente, numa fase de prospecção para identificar locais para a exploração de energia geotérmica em outras ilhas, caso do Faial e Pico.
Amanhã, último dia da visita, José Maria Neves assina, com o presidente do Governo Regional dos Açores, um documento de entendimento entre os dois arquipélagos.

"Vamos procurar a cooperação directa entre a EDA e a Eléctrica (de Cabo Verde) para analisarmos as possibilidades que existem em relação às energias geotérmica, eólica e solar", afirmou aos jornalistas, após ter assistido a uma explicação sobre este processo de produção energética.
Segundo José Maria Neves, a cooperação entre os dois arquipélagos pode estender-se, também, ao sector do Turismo, em áreas como a gestão hoteleira, guias turísticos e conservação do património.
Além disso, salientou o chefe do executivo cabo- verdiano, existem "todas as potencialidades ligadas ao mar" que apontam para uma economia marítima competitiva".
Nos Açores, José Maria Neves voltou a defender a criação de uma Plataforma da Macaronésia, para permitir a cooperação em várias áreas entre os arquipélagos dos Açores, Madeira, Cabo Verde e Canárias.
"Queremos que Cabo Verde, Canárias, Açores e Madeira possam constituir uma Plataforma da Macaronésia para criar um espaço de cooperação para o desenvolvimento", reafirmou.
O primeiro-ministro cabo-verdiano apontou o exemplo das "muitas potencialidades" ligadas ao mar, assim como os interesses ambientais comuns e a necessidade de estruturar uma economia competitiva entre os quatro arquipélagos atlânticos.
"Há todo o interesse, para além da parceria especial com a União Europeia, que as ilhas se aproximem e criem um espaço de desenvolvimento económico e competitivo, capaz de aproveitar todas as capacidades de desenvolvimento existentes neste corredor do Atlântico", explicou.
José Maria Neves visitou ontem as duas centrais geotérmicas da ilha de São Miguel, que contribuíram para uma penetração de 50 por cento de energias renováveis na ilha de São Miguel, no primeiro trimestre do ano.
Geotermia na Terceira
Segundo o presidente do Grupo EDA, "se tudo correr bem", a ilha Terceira deverá ter em funcionamento uma central geotérmica em 2009, a juntar ao parque eólico, que deverá começar a produzir na Primavera de 2008.
Com estes dois investimentos para a ilha Terceira, será possível evitar a emissão de cerca de 64 mil toneladas de CO2 por ano, explicou Roberto Amaral.
Além disso, o Grupo EDA está, actualmente, numa fase de prospecção para identificar locais para a exploração de energia geotérmica em outras ilhas, caso do Faial e Pico.
Amanhã, último dia da visita, José Maria Neves assina, com o presidente do Governo Regional dos Açores, um documento de entendimento entre os dois arquipélagos.
+ Informações:
Fonte: www.auniao.com
Data: 2007-05-16 10:29:30
Visualizações: 268
Data: 2007-05-16 10:29:30
Visualizações: 268
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