Governo prepara privatização da SATA para a próxima legislatura
O presidente do Governo dos Açores anunciou, quinta-feira à noite, que o seu executivo está já a trabalhar com vista à privatização parcial da transportadora aérea açoriana, SATA, na legislatura que se inicia em 2008.
Carlos César falava antes do jantar que ofereceu, no Palácio de Sant’Ana, em Ponta Delgada, ao primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria das Neves, que termina, hoje, uma visita de quatro dias aos Açores.
Tal como a companhia de bandeira cabo-verdiana, “também a nossa companhia será insuflada, na próxima legislatura, com novas energias, com novo folego, com capitais privados, através de um processo de privatização parcial que o Governo está já a preparar”.
Alegando que as acessibilidades constituem prioridades dos Açores e de Cabo Verde – dada a sua condição arquipelágica – o presidente do Governo Regional apontou os transportes aéreos coma uma área em que a intervenção comum pode fazer caminho.
“Nos Açores entendemos que a cooperação entre a nossa companhia aérea e de Cabo Verde pode ser uma realidade”, afirmando-se na “partilha de espaço e mercados comuns, potenciando as capacidades de cada uma delas”, acrescentou.
O aprovisionamento e produção eléctrica com recurso a fontes renováveis, a investigação científica e o desenvolvimento do turismo constituem, para Carlos César, áreas em que as realações entre os dois arquipélagos podem conhecer novos desenvolvimentos.
Também nesses sectores, Açores e Cabo Verde têm dificuldades e apostas comuns, alegou, referindo-se à evolução já registada na Região em matéria de produção energética.
Sobre o sector específico do turismo, essencial ao desenvolvimento de arquipélagos sem economias de escala, Carlos César apontou um problema comum: a dificuldade de abranger todo o território regional com os efeitos positivos da actividade.
Fotografia: GaCS/Valter Franco

Carlos César falava antes do jantar que ofereceu, no Palácio de Sant’Ana, em Ponta Delgada, ao primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria das Neves, que termina, hoje, uma visita de quatro dias aos Açores.
Tal como a companhia de bandeira cabo-verdiana, “também a nossa companhia será insuflada, na próxima legislatura, com novas energias, com novo folego, com capitais privados, através de um processo de privatização parcial que o Governo está já a preparar”.
Alegando que as acessibilidades constituem prioridades dos Açores e de Cabo Verde – dada a sua condição arquipelágica – o presidente do Governo Regional apontou os transportes aéreos coma uma área em que a intervenção comum pode fazer caminho.
“Nos Açores entendemos que a cooperação entre a nossa companhia aérea e de Cabo Verde pode ser uma realidade”, afirmando-se na “partilha de espaço e mercados comuns, potenciando as capacidades de cada uma delas”, acrescentou.
O aprovisionamento e produção eléctrica com recurso a fontes renováveis, a investigação científica e o desenvolvimento do turismo constituem, para Carlos César, áreas em que as realações entre os dois arquipélagos podem conhecer novos desenvolvimentos.
Também nesses sectores, Açores e Cabo Verde têm dificuldades e apostas comuns, alegou, referindo-se à evolução já registada na Região em matéria de produção energética.
Sobre o sector específico do turismo, essencial ao desenvolvimento de arquipélagos sem economias de escala, Carlos César apontou um problema comum: a dificuldade de abranger todo o território regional com os efeitos positivos da actividade.
Fotografia: GaCS/Valter Franco
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-05-17 17:48:06
Visualizações: 107
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-05-17 17:48:06
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