Na intervenção com crianças e jovens institucionalizados não há lugar para amadorismo
A directora regional da Solidariedade e Segurança Social considerou, hoje, que na intervenção com crianças e jovens institucionalizados não há lugar para vocação, amadorismo e boa vontade, garantindo que o executivo açoriano privilegia, no domínio do acolhimento de crianças até aos cinco anos, incluindo a transição para a autonomia, o seu enquadramento numa instituição com a devida especialização.

Numa conferência de imprensa em Angra do Heroísmo, Andreia acrescentou que, no quadro dessa opção, o Governo iniciou, em 2006, a implementação de um novo Sistema de Acolhimento, adaptando a rede de instituições ligadas ao sector às novas problemáticas associadas às crianças e jovens em risco.
Em resposta a recentes afirmações públicas do líder regional do CDS/PP nos Açores, sublinhou que o actual sistema de acolhimento promove a defesa dos direitos da criança e dos jovem, elegendo como meta essencial a redução do tempo de acolhimento institucional.
“A complexidade dos riscos e dos maus-tratos infligidos a menores assume consequências tão graves e a multiplicidade de problemáticas é tão distinta que exigem respostas especializadas com componentes terapêuticas e de reabilitação”, considerou.
Segundo referiu, a tendência actual de situações de acolhimento já não se centra em crianças e jovens com diagnóstico de abandono ou negligência por motivos de pobreza, justificando que para os casos associados à pobreza existem equipas do rendimento social de inserção e de preservação familiar, permitindo que as crianças possam permanecer junto das suas famílias.
Andreia Cardoso sublinhou, também, que o executivo açoriano pretende passar de um sistema de acolhimento indiscriminado para outro que contemple a educação integral, a normalização dos processos afectivos, da sua individualidade, intimidade, do direito de confidencialidade e da continuação da relação com a família, para além da protecção contra qualquer abuso na própria instituição de acolhimento.
Sustentou, igualmente, que esta multiplicidade de conhecimentos e de estratégias carece de uma especialização de técnicos mas, também, de instituições, e que devidamente acompanhadas pelos serviços locais e com a formação adequada poderão corresponder aos projectos de vida das crianças e jovens em risco.
Nesse quadro, a directora regional da Solidariedade e Segurança Social classificou de “totalmente despropositado e irresponsável” falar em “desmantelar” a Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, na ilha Terceira, quando o que está em causa é um processo de especialização que envolve apenas 20 das 160 crianças e jovens acolhidos na instituição.
Deve falar-se, antes, de reestruturação no sentido da especialização técnica e do apetrechamento da instituição com meios humanos, físicos e financeiros adequados à prestação de um serviço de qualidade.
Realçou, a propósito, que aquela Irmandade teve um tratamento exactamente igual a todas as outras, dispondo de financiamento para o referido corpo técnico e de apoio financiamento para a obra, em curso, no edifício da creche e jardim-de-infância.
Essa ajuda decorre de um acordo de cooperação celebrado em Junho de 2006, entre a Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social e a instituição, no valor de 696.350 euros, financiado no âmbito dos planos de investimento da Região.
Além disso, foram financiados, em 25 mil euros, os custos de adaptação do espaço onde provisoriamente funcionam as valência, indicou.
Declarou, igualmente, que àquele investimento acresce os apoios concedidos para fazer face a um conjunto de solicitações da Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, incluindo deficits anuais, obras de conservação e reparação, equipamento e que, só em 2005, totalizaram cerca de 400 mil euros.
Realçou, ainda, que o financiamento atribuído ao funcionamento da instituição cresceu mais de 30 por cento nos últimos três anos, embora o número de crianças se tenha mantido estável, atingindo este ano os 1.664.423 euros.
A directora regional da Solidariedade e Segurança Social rejeitou, por isso, as acusações de “partidarização” das direcções das instituições e de estímulo ao “comissariado” em primeira instância, por serem falsas e por indiciarem uma total superficialidade na análise de assuntos importantes.

Numa conferência de imprensa em Angra do Heroísmo, Andreia acrescentou que, no quadro dessa opção, o Governo iniciou, em 2006, a implementação de um novo Sistema de Acolhimento, adaptando a rede de instituições ligadas ao sector às novas problemáticas associadas às crianças e jovens em risco.
Em resposta a recentes afirmações públicas do líder regional do CDS/PP nos Açores, sublinhou que o actual sistema de acolhimento promove a defesa dos direitos da criança e dos jovem, elegendo como meta essencial a redução do tempo de acolhimento institucional.
“A complexidade dos riscos e dos maus-tratos infligidos a menores assume consequências tão graves e a multiplicidade de problemáticas é tão distinta que exigem respostas especializadas com componentes terapêuticas e de reabilitação”, considerou.
Segundo referiu, a tendência actual de situações de acolhimento já não se centra em crianças e jovens com diagnóstico de abandono ou negligência por motivos de pobreza, justificando que para os casos associados à pobreza existem equipas do rendimento social de inserção e de preservação familiar, permitindo que as crianças possam permanecer junto das suas famílias.
Andreia Cardoso sublinhou, também, que o executivo açoriano pretende passar de um sistema de acolhimento indiscriminado para outro que contemple a educação integral, a normalização dos processos afectivos, da sua individualidade, intimidade, do direito de confidencialidade e da continuação da relação com a família, para além da protecção contra qualquer abuso na própria instituição de acolhimento.
Sustentou, igualmente, que esta multiplicidade de conhecimentos e de estratégias carece de uma especialização de técnicos mas, também, de instituições, e que devidamente acompanhadas pelos serviços locais e com a formação adequada poderão corresponder aos projectos de vida das crianças e jovens em risco.
Nesse quadro, a directora regional da Solidariedade e Segurança Social classificou de “totalmente despropositado e irresponsável” falar em “desmantelar” a Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, na ilha Terceira, quando o que está em causa é um processo de especialização que envolve apenas 20 das 160 crianças e jovens acolhidos na instituição.
Deve falar-se, antes, de reestruturação no sentido da especialização técnica e do apetrechamento da instituição com meios humanos, físicos e financeiros adequados à prestação de um serviço de qualidade.
Realçou, a propósito, que aquela Irmandade teve um tratamento exactamente igual a todas as outras, dispondo de financiamento para o referido corpo técnico e de apoio financiamento para a obra, em curso, no edifício da creche e jardim-de-infância.
Essa ajuda decorre de um acordo de cooperação celebrado em Junho de 2006, entre a Direcção Regional da Solidariedade e Segurança Social e a instituição, no valor de 696.350 euros, financiado no âmbito dos planos de investimento da Região.
Além disso, foram financiados, em 25 mil euros, os custos de adaptação do espaço onde provisoriamente funcionam as valência, indicou.
Declarou, igualmente, que àquele investimento acresce os apoios concedidos para fazer face a um conjunto de solicitações da Irmandade de Nossa Senhora do Livramento, incluindo deficits anuais, obras de conservação e reparação, equipamento e que, só em 2005, totalizaram cerca de 400 mil euros.
Realçou, ainda, que o financiamento atribuído ao funcionamento da instituição cresceu mais de 30 por cento nos últimos três anos, embora o número de crianças se tenha mantido estável, atingindo este ano os 1.664.423 euros.
A directora regional da Solidariedade e Segurança Social rejeitou, por isso, as acusações de “partidarização” das direcções das instituições e de estímulo ao “comissariado” em primeira instância, por serem falsas e por indiciarem uma total superficialidade na análise de assuntos importantes.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CM
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-06-11 11:35:25
Visualizações: 66
Autor: Maria da Conceição Oliveira
Data: 2007-06-11 11:35:25
Visualizações: 66
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