Protecção de crianças em debate
A Secretaria Regional dos Assuntos Sociais vai promover, hoje, dia 10, em Angra do Heroísmo, o seminário "Protecção de Crianças e Jovens, uma Abordagem Interdisciplinar".
Com o propósito de permitir um amplo debate sobre a defesa e desenvolvimento de crianças e jovens em risco, o seminário tem por destinatários médicos, enfermeiros, juízes, magistrados, técnicos de acção social, dirigentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social, educadores, professores e estudantes do ensino superior.
No decorrer dos trabalhos, vai ser apresentada a Agência para a Defesa e Desenvolvimento da Criança e Jovem em Risco, que tem como principal objectivo defender os direitos da criança e jovens em risco e promover o seu desenvolvimento. A nova estrutura pretende ser um lugar de encontro, cooperação e interligação técnica entre os Institutos de Acção Social e Reinserção Social, Instituições Particulares de Solidariedade Social, os Tribunais, a PSP e outras entidades públicas e governamentais.
Projecta, ainda, constituir um espaço de diálogo, reflexão, procura e definição de metodologias que permite aos diferentes serviços responder às necessidades de integração familiar, social e comunitária de crianças e jovens em risco.
A agência apresentada, em São Miguel em Janeiro passado, foi igualmente constituída para diminuir o número de crianças institucionalizadas e o seu tempo de permanência nas instituições de acolhimento.
Criada no âmbito do Plano Regional para o Desenvolvimento Integrado de Públicos sob o Sistema de Protecção e Justiça e de Cidadãos em Situação de Mobilidade (PROJUS), a agência visa, também, aumentar o número de adopções na Região, especialmente, de crianças com mais de seis anos e melhorar o processo de reunificação e preservação familiar. Além da apresentação deste organismo, o seminário constituirá uma oportunidade para o Instituto de Acção Social e várias Instituições Particulares de Solidariedade Social das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa subscreverem a Carta de Compromisso de implementação do Sistema de Acolhimento Regional de Crianças e Jovens em Risco.
O documento resulta da reflexão efectuada em reuniões de trabalho, referente ao acolhimento em instituição, aos novos contornos que vem assumindo a problemática da criança e do jovem acolhidos e à pertinência de uma resposta adaptada e adequada às suas necessidades de desenvolvimento global. A carta abarca, ainda, um conjunto de conceitos e pressupostos, princípios orientadores, respostas diferenciadas, e de boas práticas a serem seguidas por todos no acolhimento da criança e do jovem.

Com o propósito de permitir um amplo debate sobre a defesa e desenvolvimento de crianças e jovens em risco, o seminário tem por destinatários médicos, enfermeiros, juízes, magistrados, técnicos de acção social, dirigentes de Instituições Particulares de Solidariedade Social, educadores, professores e estudantes do ensino superior.
No decorrer dos trabalhos, vai ser apresentada a Agência para a Defesa e Desenvolvimento da Criança e Jovem em Risco, que tem como principal objectivo defender os direitos da criança e jovens em risco e promover o seu desenvolvimento. A nova estrutura pretende ser um lugar de encontro, cooperação e interligação técnica entre os Institutos de Acção Social e Reinserção Social, Instituições Particulares de Solidariedade Social, os Tribunais, a PSP e outras entidades públicas e governamentais.
Projecta, ainda, constituir um espaço de diálogo, reflexão, procura e definição de metodologias que permite aos diferentes serviços responder às necessidades de integração familiar, social e comunitária de crianças e jovens em risco.
A agência apresentada, em São Miguel em Janeiro passado, foi igualmente constituída para diminuir o número de crianças institucionalizadas e o seu tempo de permanência nas instituições de acolhimento.
Criada no âmbito do Plano Regional para o Desenvolvimento Integrado de Públicos sob o Sistema de Protecção e Justiça e de Cidadãos em Situação de Mobilidade (PROJUS), a agência visa, também, aumentar o número de adopções na Região, especialmente, de crianças com mais de seis anos e melhorar o processo de reunificação e preservação familiar. Além da apresentação deste organismo, o seminário constituirá uma oportunidade para o Instituto de Acção Social e várias Instituições Particulares de Solidariedade Social das ilhas Terceira, São Jorge e Graciosa subscreverem a Carta de Compromisso de implementação do Sistema de Acolhimento Regional de Crianças e Jovens em Risco.
O documento resulta da reflexão efectuada em reuniões de trabalho, referente ao acolhimento em instituição, aos novos contornos que vem assumindo a problemática da criança e do jovem acolhidos e à pertinência de uma resposta adaptada e adequada às suas necessidades de desenvolvimento global. A carta abarca, ainda, um conjunto de conceitos e pressupostos, princípios orientadores, respostas diferenciadas, e de boas práticas a serem seguidas por todos no acolhimento da criança e do jovem.
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Data: 2007-10-10 11:11:25
Visualizações: 156
Data: 2007-10-10 11:11:25
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