Da Weasel sobem ao palco do Coliseu por “Amor, Escárnio e Maldizer”
Os Da Weasel estão de volta à estrada para promover o seu mais recente álbum de originais-"Amor, Escárnio e Maldizer", e Ponta Delgada faz parte da digressão, onde no próximo dia 15, no Coliseu Micaelense, os ´doninhas´ prometem fazer um alinhamento entre os novos temas e os êxitos dos álbuns anteriores.
Em declarações ao Diário dos Açores (DA), João Nobre, baixista da banda, mais conhecido por Jay Jay, refere que o nome escolhido para este novo trabalho teve como inspiração a poesia medieval portuguesa, em que o grupo constatou, nomeadamente quanto à parte lírica do álbum, que "seria interessante colocar nos tempos de hoje as canções de amor, amigo, escárnio e maldizer que se fazia há muitos anos atrás. Achamos ser o nome mais indicado".
"Amor, Escárnio e Maldizer" inclui um elenco de convidados que reflecte o amadurecimento artístico do grupo. "Estamos mais velhos, com mais experiência, sabemos o que não queremos fazer e o que queremos fazer, e isto reflecte-se no disco. Quando decidimos fazer o trabalho, tínhamos que ter alguma bagagem, porque acredito que se fosse há uns anos atrás não seria tão proveitoso. É um disco mais maduro, com pessoas experientes, à altura dos desafios que nos aventuramos", confessa Jay Jay.
O novo disco conta com a participação mais internacional, isto é, da Orquestra Sinfónica de Praga, com a qual gravaram os três temas com arranjos de Rui Massena, na República Checa.
Jay Jay considera que "foi fabuloso trabalhar com a Orquestra Sinfónica de Praga", acrescentando que foi ainda "a realização de um sonho de criança, tivemos a colaboração de cerca de 60 dos melhores músicos europeus, foi muito agradável e que nos preencheu muito, foi muito bem conseguido".
O disco conta ainda com as participações dos Gato Fedorento, de Simão Sabrosa, do conceituado pianista Bernardo Sassetti, do escritor José Luís Peixoto, Atiba, do maestro Rui Massena, Buraka Som Sistema e de Vikter Duplaix.
Quando questionado acerca da mensagem que os Da Weasel pretendem transmitir com o "Amor, Escárnio e Maldizer", Jay Jay afirma que "neste álbum não abordamos nenhum tema em concreto, abordamos sim qualquer assunto que seja relevante, vem na senda dos últimos discos, isto é, abordamos temas como a desigualdade social, crítica à política, amor, mas nenhum em particular".
"A reacção das pessoas tem sido óptima", refere o baixista, lembrando que o disco, "apesar de ter já conquistado o lugar de dupla platina, é ainda um bebé, porque há ainda um longo caminho a percorrer. Vamos também gravar o terceiro vídeo, portanto há muita coisa para fazer com este disco".
Depois do sucesso obtido com "Re-Definições, os Da Weasel são colocados novamente à prova, pois nos próximos dois anos estarão em digressão pelo país todo. Mas os Da Weasel não se limitam apenas ao país, a banda tenciona no próximo ano actuar em França, Bélgica, Luxemburgo. Como ressalva o baixista ao DA: "queremos que parte da digressão seja feita no estrangeiro".
Jay Jay faz ainda um apelo aos micaelenses: "apelo para as pessoas irem ao concerto no Coliseu Micaelense e espero proporcionar uma noite agradável a todas as ´doninhas´ açorianas", concluiu o baixista com risos.
Recorde-se que a banda portuguesa esteve muito recentemente no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e contou com a presença de cerca de 11.000 espectadores.
A digressão de "Amor, Escárnio e Maldizer", sexto álbum do grupo, já conta com 41 cidades, desde a edição do disco em Abril passado.
O espectáculo será então no próximo dia 15 de Dezembro, pelas 22h00, um concerto apoiado pela Oficina da Ilusão em parceria com o Coliseu Micaelense.

Em declarações ao Diário dos Açores (DA), João Nobre, baixista da banda, mais conhecido por Jay Jay, refere que o nome escolhido para este novo trabalho teve como inspiração a poesia medieval portuguesa, em que o grupo constatou, nomeadamente quanto à parte lírica do álbum, que "seria interessante colocar nos tempos de hoje as canções de amor, amigo, escárnio e maldizer que se fazia há muitos anos atrás. Achamos ser o nome mais indicado".
"Amor, Escárnio e Maldizer" inclui um elenco de convidados que reflecte o amadurecimento artístico do grupo. "Estamos mais velhos, com mais experiência, sabemos o que não queremos fazer e o que queremos fazer, e isto reflecte-se no disco. Quando decidimos fazer o trabalho, tínhamos que ter alguma bagagem, porque acredito que se fosse há uns anos atrás não seria tão proveitoso. É um disco mais maduro, com pessoas experientes, à altura dos desafios que nos aventuramos", confessa Jay Jay.
O novo disco conta com a participação mais internacional, isto é, da Orquestra Sinfónica de Praga, com a qual gravaram os três temas com arranjos de Rui Massena, na República Checa.
Jay Jay considera que "foi fabuloso trabalhar com a Orquestra Sinfónica de Praga", acrescentando que foi ainda "a realização de um sonho de criança, tivemos a colaboração de cerca de 60 dos melhores músicos europeus, foi muito agradável e que nos preencheu muito, foi muito bem conseguido".
O disco conta ainda com as participações dos Gato Fedorento, de Simão Sabrosa, do conceituado pianista Bernardo Sassetti, do escritor José Luís Peixoto, Atiba, do maestro Rui Massena, Buraka Som Sistema e de Vikter Duplaix.
Quando questionado acerca da mensagem que os Da Weasel pretendem transmitir com o "Amor, Escárnio e Maldizer", Jay Jay afirma que "neste álbum não abordamos nenhum tema em concreto, abordamos sim qualquer assunto que seja relevante, vem na senda dos últimos discos, isto é, abordamos temas como a desigualdade social, crítica à política, amor, mas nenhum em particular".
"A reacção das pessoas tem sido óptima", refere o baixista, lembrando que o disco, "apesar de ter já conquistado o lugar de dupla platina, é ainda um bebé, porque há ainda um longo caminho a percorrer. Vamos também gravar o terceiro vídeo, portanto há muita coisa para fazer com este disco".
Depois do sucesso obtido com "Re-Definições, os Da Weasel são colocados novamente à prova, pois nos próximos dois anos estarão em digressão pelo país todo. Mas os Da Weasel não se limitam apenas ao país, a banda tenciona no próximo ano actuar em França, Bélgica, Luxemburgo. Como ressalva o baixista ao DA: "queremos que parte da digressão seja feita no estrangeiro".
Jay Jay faz ainda um apelo aos micaelenses: "apelo para as pessoas irem ao concerto no Coliseu Micaelense e espero proporcionar uma noite agradável a todas as ´doninhas´ açorianas", concluiu o baixista com risos.
Recorde-se que a banda portuguesa esteve muito recentemente no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, e contou com a presença de cerca de 11.000 espectadores.
A digressão de "Amor, Escárnio e Maldizer", sexto álbum do grupo, já conta com 41 cidades, desde a edição do disco em Abril passado.
O espectáculo será então no próximo dia 15 de Dezembro, pelas 22h00, um concerto apoiado pela Oficina da Ilusão em parceria com o Coliseu Micaelense.
+ Informações:
Fonte: www.da.online.pt
Autor: Vera Borges
Data: 2007-12-04 12:09:05
Visualizações: 256
Autor: Vera Borges
Data: 2007-12-04 12:09:05
Visualizações: 256
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