Portas do Mar serão um símbolo da consolidação do turismo como um dos pilares da economia açoriana
Em entrevista publicada na revista “Portugal Turismo & Investimento” Carlos César reafirma que a Região sente dificuldades de afirmação nacional.
O presidente do Governo dos Açores diz que “a nossa qualidade de região autónoma é vista por largos sectores com desconfiança, inclusive ao nível de altos responsáveis políticos de várias áreas partidárias e de opinião”, acrescentando que uma simples leitura dos jornais continentais dá conta de como subsiste no País um défice cultural sobre as autonomias.
Refere, no entanto, que estão a ter bons resultados os esforços açorianos no sentido de reforçar a comunicação e manifesta a opinião de que “os portugueses gostam dos Açores, apreciam a nossa forma de ser, preferem os nossos produtos nas superfícies comerciais e são cerca de 50% dos turistas que recebemos.”
O sector turístico merece, aliás, particular atenção nesta entrevista. Carlos César manifesta a sua satisfação pela forma como os Açores foram avaliados e apontados, pela “Traveler”, da National Geografic Society, como o segundo melhor destino do mundo para férias, e diz que esse estatuto “não é angariado por falta de desenvolvimento, mas sim por preocupações de qualidade e sustentabilidade no desenvolvimento.”
Na mesma linha, o presidente do Governo classifica o projecto das Portas do Mar de
“infra-estrutura excepcional no crescimento da nossa economia virada para o mar, que estimamos vir a ser intensamente reprodutiva e indutora de actividades conexas, na atracção de um conjunto de actividades ligadas ao turismo de cruzeiros, ao recreio náutico, ao lazer e ao entretenimento, e será um símbolo de qualidade e da consolidação do turismo como um dos pilares influentes do nosso desenvolvimento económico.

O presidente do Governo dos Açores diz que “a nossa qualidade de região autónoma é vista por largos sectores com desconfiança, inclusive ao nível de altos responsáveis políticos de várias áreas partidárias e de opinião”, acrescentando que uma simples leitura dos jornais continentais dá conta de como subsiste no País um défice cultural sobre as autonomias.
Refere, no entanto, que estão a ter bons resultados os esforços açorianos no sentido de reforçar a comunicação e manifesta a opinião de que “os portugueses gostam dos Açores, apreciam a nossa forma de ser, preferem os nossos produtos nas superfícies comerciais e são cerca de 50% dos turistas que recebemos.”
O sector turístico merece, aliás, particular atenção nesta entrevista. Carlos César manifesta a sua satisfação pela forma como os Açores foram avaliados e apontados, pela “Traveler”, da National Geografic Society, como o segundo melhor destino do mundo para férias, e diz que esse estatuto “não é angariado por falta de desenvolvimento, mas sim por preocupações de qualidade e sustentabilidade no desenvolvimento.”
Na mesma linha, o presidente do Governo classifica o projecto das Portas do Mar de
“infra-estrutura excepcional no crescimento da nossa economia virada para o mar, que estimamos vir a ser intensamente reprodutiva e indutora de actividades conexas, na atracção de um conjunto de actividades ligadas ao turismo de cruzeiros, ao recreio náutico, ao lazer e ao entretenimento, e será um símbolo de qualidade e da consolidação do turismo como um dos pilares influentes do nosso desenvolvimento económico.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2007-12-04 12:45:29
Visualizações: 417
Data: 2007-12-04 12:45:29
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Comentários:
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Mardito - 2007-12-05 17:08:08
http://www.nationalgeographic.com/traveler/features/islandsrated0711/islands.html


Sotnas - 2008-12-06 03:27:55
Para gastar dinheiro é preciso tê-lo. Ou entao pede-se ao banco e o governo paga. Tá na moda.

Mardito - 2007-12-05 17:08:08http://www.nationalgeographic.com/traveler/features/islandsrated0711/islands.html

Sotnas - 2008-12-06 03:27:55Para gastar dinheiro é preciso tê-lo. Ou entao pede-se ao banco e o governo paga. Tá na moda.
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