Artesanato açoriano com dois espaços de comercialização
O artesanato dos Açores vai passar a contar com dois espaços para comercialização dos seus produtos: um na zona comercial do empreendimento das Portas do Mar, em Ponta Delgada, com cerca de cem metros quadrados, e outro na zona da Avenida Republica, em Lisboa, com cerca 245 metros quadrados.
A informação foi fornecida pelo secretário regional da Economia na sessão de apresentação da nova imagem do artesanato açoriano, terça-feira na Ilha Graciosa.
Segundo Duarte Ponte, esses dois espaços comerciais vão dedicar-se não só "
à comercialização do artesanato dos Açores, mas também a alguns dos nossos produtos agrícolas".
"Mais do que o objectivo de comercialização dos nossos produtos tem, acima de tudo, o propósito de promover os Açores junto dos consumidores", disse.
"O artesanato tem tido uma evolução muito positiva nos últimos anos. Há muita gente – cerca de 315 empresas – que trabalham em exclusivo no artesanato e tem esta actividade como meio de vida", disse o governante açoriano, acrescentando que, "com a chegada de tanta gente a esta actividade, houve uma alteração significativa do sector, que deixou de ser ocupação de tempos livres, para ser uma actividade profissional de grande importância".
Duarte Ponte realçou o facto de haver "muita gente que sabe, perfeitamente, o que tem de produzir para que, no final do ano, tenha um bom rendimento" e lembrou que, "acompanhando esta profissionalização, o governo criou um sistema de incentivos que tem ajudado muito os artesãos dos Açores".
Em 2007, praticamente um terço do total das empresas existentes concorreram ao sistema de incentivos.
Segundo o secretário da Economia, a participação dos artesãos nas feiras é fundamental para o conhecimento do seu trabalho e venda dos seus produtos, daí ter "sido alargado o número de feiras e, este ano, todas as cidades dos Açores, aproveitando as suas festas, terão a sua feira".
Além da realização de feiras na Região, Duarte Ponte realçou a importância "da presença dos Açores em feiras internacionais como é o caso da Feira Internacional de Artesanato que se realizará em Lisboa".
Referindo-se à nova imagem do artesanato dos Açores, destacou a "aliança que tem sido feita entre o turismo e o artesanato", considerando que a "marca Açores no turismo tem tido um grande investimento, com muitos milhões de euros todos os anos".
O governante acrescentou, ainda, que "é preciso criar à volta desta marca outras que a façam lembrar" e o trabalho, agora realizado, "na nova identidade gráfica do artesanato dos Açores é fundamental para que, ao promover os Açores, também se esteja a promover o seu artesanato e vice-versa.
"É preciso ir ao encontro do consumidor, pois não basta produzir, é preciso vender", afirmou, alertando para a circunstância de que "podemos produzir as peças mais bonitas deste mundo que de nada valerá esse esforço se ninguém as vender".
Duarte Ponte sublinhou, por isso, a importância "da imagem" e, sobretudo, dos "detalhes que têm de ser cuidados", acrescentando que "esse trabalho tem de estar entregue a especialistas que sabem trabalhar a imagem e a promoção, seguindo regras próprias", neste caso especifico, "para ajudar os artesãos, que não são especialistas nesta área, a aumentar o seu valor e o seu rendimento".

A informação foi fornecida pelo secretário regional da Economia na sessão de apresentação da nova imagem do artesanato açoriano, terça-feira na Ilha Graciosa.
Segundo Duarte Ponte, esses dois espaços comerciais vão dedicar-se não só "
à comercialização do artesanato dos Açores, mas também a alguns dos nossos produtos agrícolas".
"Mais do que o objectivo de comercialização dos nossos produtos tem, acima de tudo, o propósito de promover os Açores junto dos consumidores", disse.
"O artesanato tem tido uma evolução muito positiva nos últimos anos. Há muita gente – cerca de 315 empresas – que trabalham em exclusivo no artesanato e tem esta actividade como meio de vida", disse o governante açoriano, acrescentando que, "com a chegada de tanta gente a esta actividade, houve uma alteração significativa do sector, que deixou de ser ocupação de tempos livres, para ser uma actividade profissional de grande importância".
Duarte Ponte realçou o facto de haver "muita gente que sabe, perfeitamente, o que tem de produzir para que, no final do ano, tenha um bom rendimento" e lembrou que, "acompanhando esta profissionalização, o governo criou um sistema de incentivos que tem ajudado muito os artesãos dos Açores".
Em 2007, praticamente um terço do total das empresas existentes concorreram ao sistema de incentivos.
Segundo o secretário da Economia, a participação dos artesãos nas feiras é fundamental para o conhecimento do seu trabalho e venda dos seus produtos, daí ter "sido alargado o número de feiras e, este ano, todas as cidades dos Açores, aproveitando as suas festas, terão a sua feira".
Além da realização de feiras na Região, Duarte Ponte realçou a importância "da presença dos Açores em feiras internacionais como é o caso da Feira Internacional de Artesanato que se realizará em Lisboa".
Referindo-se à nova imagem do artesanato dos Açores, destacou a "aliança que tem sido feita entre o turismo e o artesanato", considerando que a "marca Açores no turismo tem tido um grande investimento, com muitos milhões de euros todos os anos".
O governante acrescentou, ainda, que "é preciso criar à volta desta marca outras que a façam lembrar" e o trabalho, agora realizado, "na nova identidade gráfica do artesanato dos Açores é fundamental para que, ao promover os Açores, também se esteja a promover o seu artesanato e vice-versa.
"É preciso ir ao encontro do consumidor, pois não basta produzir, é preciso vender", afirmou, alertando para a circunstância de que "podemos produzir as peças mais bonitas deste mundo que de nada valerá esse esforço se ninguém as vender".
Duarte Ponte sublinhou, por isso, a importância "da imagem" e, sobretudo, dos "detalhes que têm de ser cuidados", acrescentando que "esse trabalho tem de estar entregue a especialistas que sabem trabalhar a imagem e a promoção, seguindo regras próprias", neste caso especifico, "para ajudar os artesãos, que não são especialistas nesta área, a aumentar o seu valor e o seu rendimento".
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP/LFC
Data: 2008-03-19 15:08:44
Visualizações: 186
Data: 2008-03-19 15:08:44
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