Governo Regional apoiará projectos empresariais açorianos em Cabo Verde
Carlos César disse hoje que os Açores e Cabo Verde estão destinados a não se ignorarem e que os respectivos Governos estão satisfeitos por isso.
O presidente do Governo dos Açores falava no jantar que em sua honra foi oferecido por José Maria das Neves, primeiro-ministro cabo-verdiano, a convite de quem, aliás,
o governante açoriano está a efectuar uma visita oficial de seis dias à mais meridional região da Macaronésia.
Confessando-se muito encorajado pela forma fraterna e interessada como o Governo de Cabo Verde tem estimulado uma relação mais próxima e produtiva com os Açores, Carlos César afirmou saber que se deve insistir em estreitar essa relação, congregando vontades e interesses mútuos que confiram uma expressão mais concreta à herança histórica moldada no espaço da lusofonia.
Quer Cabo Verde, quer os Açores, atravessam fases pujantes no seu desenvolvimento económico e social, comungam valores de democracia e de estabilidade, desejam partilhar com outras regiões e outros países experiências e projectos frutuosos, são arquipélagos distanciados dos centros com maior dinâmica económica, gerem sobrecustos internos de dispersão territorial, têm dimensão e população com valores relativos aproximados, falam a mesma língua, repartem-se pelo espaço das 28 ilhas da Macaronésia, e até se encontram, em comunidades irmãs, em alguns lugares do mundo, como em Massachusetts, através dos seus concidadãos emigrados, acrescentou Carlos César.
Reiterando que os Açores devem, podem e desejam ser uma via de reforço e de especialidade da cooperação luso-caboverdiana, o presidente do Governo açoriano disse ter privilegiado, na delegação que o acompanha – para além de um pequeno núcleo político de decisão e de mandatários de associações de produtores, comerciantes e industriais e de outras actividades – um grupo numeroso dos mais representativos empresários que actuam na Região Autónoma dos Açores, quer do sector público, quer do privado, e que manifestaram interesse, eles próprios, em indagar e encontrar oportunidades de negócios e de investimentos.
O compromisso do Governo a que preside, concluiu Carlos César, é o de "acarinhar e dispensar todo o apoio aos projectos empresariais com origem nos Açores que cada um, também em conformidade com os interesses de Cabo Verde, possa apurar e desejar promover neste país. Temos, de igual modo, no que se refere ao sector público empresarial açoriano, iniciativas e perspectivas de cooperação que desejamos dar a conhecer e discutir."
Já na tarde de ontem tinham sido especialmente abordados, por Carlos César e José Maria das Neves, as promissoras perspectivas abertas com a vinda a Cabo Verde, na comitiva açoriana, de um expressivo número de empresários.
O primeiro-ministro cabo-verdiano, que se fazia acompanhar de dez membros do seu Governo, entre os quais cinco ministros, disse mesmo que "há um mar de razões para cooperarmos" e um conjunto de áreas a explorar, como os Transportes, as Pescas, a Banca e Seguros, o Turismo e outras no domínio económico-empresarial.
Para arlos César, que liderava uma delegação que integrava os secretários regionais da Economia, da Educação e Ciência e do Ambiente e do Mar, o caminho já percorrido no entendimento entre os dois arquipélagos permitiu conferir uma credibilidade e um suporte institucional, ao mais alto nível de Cabo Verde e dos Açores, que permitiu desenvolver factores de confiança que estão na origem da composição da delegação que o acompanha.
Frisando que não fez um esforço para procurar que empresários viessem a Cabo Verde, mas apenas uma demonstração de disponibilidade, concluiu terem sido esses empresários a querer estar neste país – atraídos pelo crescimento que se verifica no arquipélago e pelo clima de novas oportunidades – e isso pode marcar período de concretização muito diferente daquele que foi o passado comum.
O presidente do Governo dos Açores falava no jantar que em sua honra foi oferecido por José Maria das Neves, primeiro-ministro cabo-verdiano, a convite de quem, aliás,
o governante açoriano está a efectuar uma visita oficial de seis dias à mais meridional região da Macaronésia.
Confessando-se muito encorajado pela forma fraterna e interessada como o Governo de Cabo Verde tem estimulado uma relação mais próxima e produtiva com os Açores, Carlos César afirmou saber que se deve insistir em estreitar essa relação, congregando vontades e interesses mútuos que confiram uma expressão mais concreta à herança histórica moldada no espaço da lusofonia.
Quer Cabo Verde, quer os Açores, atravessam fases pujantes no seu desenvolvimento económico e social, comungam valores de democracia e de estabilidade, desejam partilhar com outras regiões e outros países experiências e projectos frutuosos, são arquipélagos distanciados dos centros com maior dinâmica económica, gerem sobrecustos internos de dispersão territorial, têm dimensão e população com valores relativos aproximados, falam a mesma língua, repartem-se pelo espaço das 28 ilhas da Macaronésia, e até se encontram, em comunidades irmãs, em alguns lugares do mundo, como em Massachusetts, através dos seus concidadãos emigrados, acrescentou Carlos César.
Reiterando que os Açores devem, podem e desejam ser uma via de reforço e de especialidade da cooperação luso-caboverdiana, o presidente do Governo açoriano disse ter privilegiado, na delegação que o acompanha – para além de um pequeno núcleo político de decisão e de mandatários de associações de produtores, comerciantes e industriais e de outras actividades – um grupo numeroso dos mais representativos empresários que actuam na Região Autónoma dos Açores, quer do sector público, quer do privado, e que manifestaram interesse, eles próprios, em indagar e encontrar oportunidades de negócios e de investimentos.
O compromisso do Governo a que preside, concluiu Carlos César, é o de "acarinhar e dispensar todo o apoio aos projectos empresariais com origem nos Açores que cada um, também em conformidade com os interesses de Cabo Verde, possa apurar e desejar promover neste país. Temos, de igual modo, no que se refere ao sector público empresarial açoriano, iniciativas e perspectivas de cooperação que desejamos dar a conhecer e discutir."
Já na tarde de ontem tinham sido especialmente abordados, por Carlos César e José Maria das Neves, as promissoras perspectivas abertas com a vinda a Cabo Verde, na comitiva açoriana, de um expressivo número de empresários.
O primeiro-ministro cabo-verdiano, que se fazia acompanhar de dez membros do seu Governo, entre os quais cinco ministros, disse mesmo que "há um mar de razões para cooperarmos" e um conjunto de áreas a explorar, como os Transportes, as Pescas, a Banca e Seguros, o Turismo e outras no domínio económico-empresarial.
Para arlos César, que liderava uma delegação que integrava os secretários regionais da Economia, da Educação e Ciência e do Ambiente e do Mar, o caminho já percorrido no entendimento entre os dois arquipélagos permitiu conferir uma credibilidade e um suporte institucional, ao mais alto nível de Cabo Verde e dos Açores, que permitiu desenvolver factores de confiança que estão na origem da composição da delegação que o acompanha.
Frisando que não fez um esforço para procurar que empresários viessem a Cabo Verde, mas apenas uma demonstração de disponibilidade, concluiu terem sido esses empresários a querer estar neste país – atraídos pelo crescimento que se verifica no arquipélago e pelo clima de novas oportunidades – e isso pode marcar período de concretização muito diferente daquele que foi o passado comum.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-04-08 15:41:42
Visualizações: 189
Data: 2008-04-08 15:41:42
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