Dois académicos de renome vêm aos Açores falar do Acordo ortográfico para o 3º Encontro Açoriano da Lusofonia
A Câmara de Lagoa acolhe o 3º Encontro Açoriano da Lusofonia durante quatro dias em que mais de quatro dezenas de oradores irão estar presentes. Uma das razões preponderantes para organizar aqui um Encontro Açoriano da Lusofonia assenta no facto de a maior parte destes acontecimentos estar centralizada nas grandes urbes sem permitir que as regiões mais desertificadas e afastadas dos centros de poder, tenham ao seu alcance debates sobre a Língua Portuguesa, suas diversidades e propostas inovadoras de ensino. 
O ponto de partida continua a ser o de trazer a S. Miguel académicos, estudiosos, escritores e outras pessoas para debater a identidade açoriana, a sua escrita, as suas lendas e tradições, sempre numa perspectiva de enriquecimento da LUSOFONIA, tal como a entendemos com todas as suas diversidades culturais que, com a nossa podem coabitar. Pretendemos manter anualmente este fluxo de personalidades para que, conjuntamente com os que vivem nestas nove ilhas, no continente e no resto do mundo, debatam a lusofonia nos quatro cantos do mundo. Deste intercâmbio de experiências entre residentes, expatriados e todos aqueles que dedicam a sua pesquisa e investigação à literatura, à linguística, à história dos Açores ou qualquer outro ramo de conhecimento cientifico, podemos aspirar a tornar mais conhecida a identidade lusófona açoriana.
Pretendemos criativamente questionar a influência que os factores da insularidade e do isolamento tiveram na preservação do carácter açoriano.
Iremos manter uma sessão dedicada à tradução que é também uma forma de divulgação cultural. Veja-se o recente exemplo de Saramago que já vendeu mais de um milhão de livros nos eua, e onde é difícil a penetração de obras de autores de outras línguas e culturas.
Contamos com a parceria da Direcção Regional das Comunidades estabelecendo as pontes com os Açorianos no Mundo e o imprescindível apoio da autarquia da Lagoa ao nível logístico. Este importante evento é totalmente concebido e levado a cabo por uma rede organizativa de voluntários. Estes Colóquios podem ser (ou não) marginais em relação às grandes directrizes aprovadas nos gabinetes de Lisboa ou de Brasília, mas têm servido para inúmeras pessoas aplicarem na prática as experiências doutros colegas à realidade do seu quotidiano de trabalho com resultados surpreendentes e bem acelerados. Visa-se aproveitar a experiência (profissional e pessoal) de cada um dentro da sua especialidade/ temas em debate, para que os restantes possam depois partir para o terreno, para os seus locais de trabalho e de residência e utilizarem esses instrumentos que já deram resultados noutras comunidades. Criámos uma rede informal que permite um livre intercâmbio de experiências e vivências, prolongado ao longo destes anos.
Em 2004 fizemos a campanha que ajudou a salvar o Ciberdúvidas; em 2005 presidimos ao lançamento do Observatório da Língua Portuguesa integrado na CPLP; em 2006 lançámos as pedras para a criação da Academia Galega da Língua Portuguesa. Em 2007 assistiu-se à atribuição do 1º Prémio Literário da Lusofonia da Câmara Municipal de Bragança. Em 2008 iniciámos as parcerias com Universidades e Politécnicos rumo à concretização desse grande projecto que é a Diciopédia ou Dicionário Contrastivo da Língua Portuguesa dos Colóquios da Lusofonia e Dicionário de Açorianismos, formalizado no 2º Encontro Açoriano em 2007.
Por último, a componente lúdico-cultural destes Encontros, permite induzir uma confraternização cordial, aberta, franca e informal entre oradores e participantes presenciais, em que do convívio saem reforçados os elos entre as pessoas, a nível pessoal e profissional. Os participantes podem trocar impressões, falar e partilhar projectos, ideias e metodologias, fazer conhecer as suas vivências e pontos de vista, mesmo fora do ambiente mais formal das sessões.
O desconhecimento, a nível do Continente e do (resto do) mundo, da nossa realidade insular combate-se levando a cabo iniciativas como esta para divulgar o nome dos Açores e a sua presença no seio de uma Lusofonia alargada. Pretendemos aproximar povos e culturas no seio da grande nação dos Lusofalantes, independentemente da sua nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência, todos unidos pela mesma língua. Pretendemos levar os Açores ao mundo. Independentemente da sua Açorianidade, mas por via dela, para que mais Lusofalantes e lusófilos fiquem a conhecer esta realidade insular com todas as suas peculiaridades, trazendo aos Açores outras vozes para que desse intercâmbio se possa difundir a verdadeira cultura açoriana no seio da lusofonia alargada que preconizámos. A terminar, resta-nos a esperança de ajudar a combater esta insularidade em termos culturais.
Portugal é um país macrocéfalo. Em S. Miguel, existe essa mesma macrocefalia cultural em torno de Ponta Delgada e é muito raro que outras cidades ou vilas tenham acesso a debates desta natureza, daí termos decidido descentralizar o evento e trazer o Encontro para esta simpática urbe da Lagoa.
Para o Colóquio deste ano (com a duração de 4 dias) pretendeu-se esclarecer sobre a problemática do Acordo Ortográfico e continuar na senda de anos anteriores a estudar a: Insularidade | Isolamento | Preservação da Língua Portuguesa no Mundo. Os temas em debate são os seguintes
1. Açorianidade e Lusofonia
1.1 - Acordo ortográfico e suas implicações no seio da lusofonia açoriana.O que muda e o que importa salvaguardar.
1.2 - O Ensino da língua portuguesa no MUNDO como forma de preservação dos falares e da cultura.
1.3 - As representações dos espaços ilhéus
1.4 - Açorianos no mundo: uma maneira de ser ou de estar?
1.5 - Autores açorianos (nas ilhas e na diáspora). Perspectivas.
2. Tradução
2.1 - Traduzir de/para Português
2.2 - A tradução de autores açorianos comprova uma literatura açoriana.
Idiossincrasias açorianas na tradução.
2.3 - O ensino e a tradução
Temas e Autores:
CONTINUIDADE E PERENIDADE DO “FALAR” MADEIRENSE
António V. Bento e Conceição Figueira | Universidade da Madeira, Portugal
A FORÇA DA LITERATURA AÇORIANA NA VOZ DE DANIEL DE SÁ
Augusto de Abreu | Academia São José de Letras ;
Cristina Vianna | Assoc. Cronistas, Poetas Contistas Catarinenses, Brasil
DO GENOCÍDIO LINGUÍSTICO À LITERATURA AÇORIANA (E A DANIEL DE SÁ)
Chrys Chrystello | University of Brighton/ University of Helsinki, Australia
PEDAÇOS DE NÓS: A SAUDADE COMO ELEMENTO DE CONSTRUÇÃO NA LITERATURA DA DIÁSPORA PORTUGUESA DA CALIFÓRNIA
Deolinda Adão | Portuguese Studies, University of California, Berkeley, EUA
LUSOFONIA E AÇORIANIDADE NA CALIFÓRNIA: TRANSIÇÃO OU EXTINÇÃO?
Elmano Cost | California State University, Stanislaus, EUA
IMAGENS DA MULHER IMIGRANTE NA LITERATURA LUSO-AMERICANA
Gina Rei | Portuguese Studies, University Massachusetts Dartmouth, EUA
LEGENDAGEM VERSUS DOBRAGEM NA TRADUÇÃO E INTERPRETAÇÃO NA EUROPA DE HOJE. IMPACTO SOCIOLINGUÍSTICO EM PORTUGAL E OUTROS PAÍSES EUROPEUS
Helena Anacleto-Matias | Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto
Tiago Anacleto-Matias | Parlamento Europeu, Portugal
SEDUTIVIDADE NAS ESTRATÉGIAS DE TITULARIZAÇÃO NA OBRA DE JOÃO DE MELO. TRADUZIBILIDADES POSSÍVEIS NUM CONTEXTO ESLAVO
Ilyana Chalakov | Universidade Sófia “St Kliment Ohridski”, Bulgária
OS CINCO CASAIS AÇORIANOS DE CUBATÃO
Inez Garbuio Peralta | Faculdade de Interlagos, Brasil
A CRIANÇA E A CULTURA REGIONAL AÇORIANA: CONTRIBUTOS DE UM OLHAR SOBRE O BRINCAR
Isabel Condessa, Graça Castanho, Margarida Fortuna, Adolfo Fialho e Rita Andrade
Universidade dos Açores, Portugal
CULTURA DA LÍNGUA AÇORIANA, UMA IDENTIDADE LUSÓFONA
João Figueiredo | Publiçor – Grupo Nova Gráfica, Portugal
SEGREGAÇÃO RESIDENCIAL E ENCLAVES ÉTNICOS NUMA TORONTO MULTICULTURAL: LITTLE PORTUGAL EM TORONTO?
José Carlos Teixeira | University of British Columbia- Okanagan, Canadá
ANTÓNIO VIEIRA NOS AÇORES, ECOS DO 4º CENTENÁRIO
José Jorge Peralta | Faculdade Euro-Panamericana, Brasil
UM BREVE ESTUDO DO LÉXICO CONSERVADOR PRESENTE NO FALAR ILHÉU DO DISTRITO DE SANTO ANTÔNIO DE LISBOA, LITORAL DE SANTA CATARINA - BRASIL
Márcia Regina Teixeira da Encarnação | Universidade de São Paulo , SP, Brasil
A LINGUAGEM SEXISTA NO ESPAÇO LUSÓFONO E O FUTURO ACORDO ORTOGRÁFICO
Maria da Graça Castanho | Universidade dos Açores, Portugal
NATÁLIA CORREIA E CARLOS WALLENSTEIN: O TEMA DA METAMORFOSE
Maria do Rosário Girão Ribeiro dos Santos e Manuel José Silva | Universidade do Minho, Portugal
ENTRE A MÁGOA E O SONHO: MEMÓRIAS DE UMA “GENTE FELIZ COM LÁGRIMAS”
Maria Gabriela Costa | Universidade Federal de Alagoas, Brasil
O APAGAMENTO DO /U/ DE FINAL DE PALAVRAS NO PORTUGUÊS FAIALENSE: UMA ABORDAGEM SÓCIO-LINGUÍSTICA
Maria Getty | Contente École Internationale de Montreal Québec, Canada
Walcir Cardoso | Concordia University, Canadá
HAVERÁ NECESSIDADE DE TRADUÇÃO DENTRO DA PRÓPRIA LÍNGUA?
Maria Zélia Borges e Regina Helena Pires de Brito | Universidade Mackenzie, SP, Brasil
UMA CERTA DONA MARGARIDA: UMA PROPOSTA DE BIOGRAFIA
Mário Moura | Divisão Acção Sociocultural Ribeira Grande, Portugal
AVÓS - O SEU PAPEL NA TRANSMISSÃO DO PATRIMÓNIO CULTURAL
Nelson Reis | Faculdade Desporto da Universidade do Porto / Esc. Sec. da Ribeira Grande, Portugal
IMIGRAÇÃO E LUSOFONIA: UM ESTUDO COM CRIANÇAS DA EUROPA DE LESTE
Patrícia Sérgio | Universidade de Aveiro, Portugal
“SONGBOOK DE AUTORES AÇORIANOS” | APRESENTAÇÃO E CONTEXTUALIZAÇÃO
Rafael Fraga e Augusto Macedo | Lisboa, Portugal

O ponto de partida continua a ser o de trazer a S. Miguel académicos, estudiosos, escritores e outras pessoas para debater a identidade açoriana, a sua escrita, as suas lendas e tradições, sempre numa perspectiva de enriquecimento da LUSOFONIA, tal como a entendemos com todas as suas diversidades culturais que, com a nossa podem coabitar. Pretendemos manter anualmente este fluxo de personalidades para que, conjuntamente com os que vivem nestas nove ilhas, no continente e no resto do mundo, debatam a lusofonia nos quatro cantos do mundo. Deste intercâmbio de experiências entre residentes, expatriados e todos aqueles que dedicam a sua pesquisa e investigação à literatura, à linguística, à história dos Açores ou qualquer outro ramo de conhecimento cientifico, podemos aspirar a tornar mais conhecida a identidade lusófona açoriana.
Pretendemos criativamente questionar a influência que os factores da insularidade e do isolamento tiveram na preservação do carácter açoriano.
Iremos manter uma sessão dedicada à tradução que é também uma forma de divulgação cultural. Veja-se o recente exemplo de Saramago que já vendeu mais de um milhão de livros nos eua, e onde é difícil a penetração de obras de autores de outras línguas e culturas.
Contamos com a parceria da Direcção Regional das Comunidades estabelecendo as pontes com os Açorianos no Mundo e o imprescindível apoio da autarquia da Lagoa ao nível logístico. Este importante evento é totalmente concebido e levado a cabo por uma rede organizativa de voluntários. Estes Colóquios podem ser (ou não) marginais em relação às grandes directrizes aprovadas nos gabinetes de Lisboa ou de Brasília, mas têm servido para inúmeras pessoas aplicarem na prática as experiências doutros colegas à realidade do seu quotidiano de trabalho com resultados surpreendentes e bem acelerados. Visa-se aproveitar a experiência (profissional e pessoal) de cada um dentro da sua especialidade/ temas em debate, para que os restantes possam depois partir para o terreno, para os seus locais de trabalho e de residência e utilizarem esses instrumentos que já deram resultados noutras comunidades. Criámos uma rede informal que permite um livre intercâmbio de experiências e vivências, prolongado ao longo destes anos.
Em 2004 fizemos a campanha que ajudou a salvar o Ciberdúvidas; em 2005 presidimos ao lançamento do Observatório da Língua Portuguesa integrado na CPLP; em 2006 lançámos as pedras para a criação da Academia Galega da Língua Portuguesa. Em 2007 assistiu-se à atribuição do 1º Prémio Literário da Lusofonia da Câmara Municipal de Bragança. Em 2008 iniciámos as parcerias com Universidades e Politécnicos rumo à concretização desse grande projecto que é a Diciopédia ou Dicionário Contrastivo da Língua Portuguesa dos Colóquios da Lusofonia e Dicionário de Açorianismos, formalizado no 2º Encontro Açoriano em 2007.
Por último, a componente lúdico-cultural destes Encontros, permite induzir uma confraternização cordial, aberta, franca e informal entre oradores e participantes presenciais, em que do convívio saem reforçados os elos entre as pessoas, a nível pessoal e profissional. Os participantes podem trocar impressões, falar e partilhar projectos, ideias e metodologias, fazer conhecer as suas vivências e pontos de vista, mesmo fora do ambiente mais formal das sessões.
O desconhecimento, a nível do Continente e do (resto do) mundo, da nossa realidade insular combate-se levando a cabo iniciativas como esta para divulgar o nome dos Açores e a sua presença no seio de uma Lusofonia alargada. Pretendemos aproximar povos e culturas no seio da grande nação dos Lusofalantes, independentemente da sua nacionalidade, naturalidade ou ponto de residência, todos unidos pela mesma língua. Pretendemos levar os Açores ao mundo. Independentemente da sua Açorianidade, mas por via dela, para que mais Lusofalantes e lusófilos fiquem a conhecer esta realidade insular com todas as suas peculiaridades, trazendo aos Açores outras vozes para que desse intercâmbio se possa difundir a verdadeira cultura açoriana no seio da lusofonia alargada que preconizámos. A terminar, resta-nos a esperança de ajudar a combater esta insularidade em termos culturais.
Portugal é um país macrocéfalo. Em S. Miguel, existe essa mesma macrocefalia cultural em torno de Ponta Delgada e é muito raro que outras cidades ou vilas tenham acesso a debates desta natureza, daí termos decidido descentralizar o evento e trazer o Encontro para esta simpática urbe da Lagoa.
Para o Colóquio deste ano (com a duração de 4 dias) pretendeu-se esclarecer sobre a problemática do Acordo Ortográfico e continuar na senda de anos anteriores a estudar a: Insularidade | Isolamento | Preservação da Língua Portuguesa no Mundo. Os temas em debate são os seguintes
1. Açorianidade e Lusofonia
1.1 - Acordo ortográfico e suas implicações no seio da lusofonia açoriana.O que muda e o que importa salvaguardar.
1.2 - O Ensino da língua portuguesa no MUNDO como forma de preservação dos falares e da cultura.
1.3 - As representações dos espaços ilhéus
1.4 - Açorianos no mundo: uma maneira de ser ou de estar?
1.5 - Autores açorianos (nas ilhas e na diáspora). Perspectivas.
2. Tradução
2.1 - Traduzir de/para Português
2.2 - A tradução de autores açorianos comprova uma literatura açoriana.
Idiossincrasias açorianas na tradução.
2.3 - O ensino e a tradução
Temas e Autores:
CONTINUIDADE E PERENIDADE DO “FALAR” MADEIRENSE
António V. Bento e Conceição Figueira | Universidade da Madeira, Portugal
A FORÇA DA LITERATURA AÇORIANA NA VOZ DE DANIEL DE SÁ
Augusto de Abreu | Academia São José de Letras ;
Cristina Vianna | Assoc. Cronistas, Poetas Contistas Catarinenses, Brasil
DO GENOCÍDIO LINGUÍSTICO À LITERATURA AÇORIANA (E A DANIEL DE SÁ)
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LUSOFONIA E AÇORIANIDADE NA CALIFÓRNIA: TRANSIÇÃO OU EXTINÇÃO?
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Ilyana Chalakov | Universidade Sófia “St Kliment Ohridski”, Bulgária
OS CINCO CASAIS AÇORIANOS DE CUBATÃO
Inez Garbuio Peralta | Faculdade de Interlagos, Brasil
A CRIANÇA E A CULTURA REGIONAL AÇORIANA: CONTRIBUTOS DE UM OLHAR SOBRE O BRINCAR
Isabel Condessa, Graça Castanho, Margarida Fortuna, Adolfo Fialho e Rita Andrade
Universidade dos Açores, Portugal
CULTURA DA LÍNGUA AÇORIANA, UMA IDENTIDADE LUSÓFONA
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SEGREGAÇÃO RESIDENCIAL E ENCLAVES ÉTNICOS NUMA TORONTO MULTICULTURAL: LITTLE PORTUGAL EM TORONTO?
José Carlos Teixeira | University of British Columbia- Okanagan, Canadá
ANTÓNIO VIEIRA NOS AÇORES, ECOS DO 4º CENTENÁRIO
José Jorge Peralta | Faculdade Euro-Panamericana, Brasil
UM BREVE ESTUDO DO LÉXICO CONSERVADOR PRESENTE NO FALAR ILHÉU DO DISTRITO DE SANTO ANTÔNIO DE LISBOA, LITORAL DE SANTA CATARINA - BRASIL
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Maria da Graça Castanho | Universidade dos Açores, Portugal
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+ Informações:
Fonte: lusofonia azores gmail
Data: 2008-04-21 12:25:12
Visualizações: 252
Data: 2008-04-21 12:25:12
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