Salsinha em prisão preventiva em Timor-Leste
O Tribunal Distrital de Díli decretou a prisão preventiva do ex-tenente Gastão Salsinha e cinco elementos do seu grupo por envolvimento nos ataques de 11 de Fevereiro, contra o Presidente e o primeiro-ministro de Timor-Leste. 
O ex-líder dos peticionários das Forças Armadas timorenses e os outros cinco suspeitos foram constituídos arguidos quarta-feira ao final do dia, tendo regressado sexta-feira ao tribunal para concluir o primeiro interrogatório.
Nenhum dos arguidos quis prestar declarações em tribunal.
Os seis arguidos ouviram nas instalações do Tribunal de Recurso (o Tribunal Distrital está em obras) os factos que justificam que o Ministério Público tenha pedido a sua prisão preventiva.
"Durante dois anos, eu sempre me mantive como militar. Depois disso, só o juiz é que pode resolver se eu sou civil ou militar. Neste momento eu ainda sou militar.
É a minha profissão", afirmou Gastão Salsinha aos jornalistas no Tribunal de Recurso.
Os factos são relativos aos ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente da República, José Ramos-Horta, e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, nos quais o chefe de Estado ficou gravemente ferido.
Gastão Salsinha, que após os ataques de 11 de Fevereiro se pôs em fuga com um grupo de cerca de 30 elementos, rendeu-se às autoridades a 25 de Abril, e foi transferido para Díli segunda-feira, sob fortes medidas de segurança.
Inicialmente sob custódia do comando conjunto da operação "Halibur", de captura dos fugitivos, sete dos 12 elementos que desceram de Ermera (oeste) com Gastão Salsinha foram postos em liberdade e não tiveram que ser presentes ao juiz, uma vez que não existia sobre eles nenhum mandado de captura.

O ex-líder dos peticionários das Forças Armadas timorenses e os outros cinco suspeitos foram constituídos arguidos quarta-feira ao final do dia, tendo regressado sexta-feira ao tribunal para concluir o primeiro interrogatório.
Nenhum dos arguidos quis prestar declarações em tribunal.
Os seis arguidos ouviram nas instalações do Tribunal de Recurso (o Tribunal Distrital está em obras) os factos que justificam que o Ministério Público tenha pedido a sua prisão preventiva.
"Durante dois anos, eu sempre me mantive como militar. Depois disso, só o juiz é que pode resolver se eu sou civil ou militar. Neste momento eu ainda sou militar.
É a minha profissão", afirmou Gastão Salsinha aos jornalistas no Tribunal de Recurso.
Os factos são relativos aos ataques de 11 de Fevereiro contra o Presidente da República, José Ramos-Horta, e o primeiro-ministro, Xanana Gusmão, nos quais o chefe de Estado ficou gravemente ferido.
Gastão Salsinha, que após os ataques de 11 de Fevereiro se pôs em fuga com um grupo de cerca de 30 elementos, rendeu-se às autoridades a 25 de Abril, e foi transferido para Díli segunda-feira, sob fortes medidas de segurança.
Inicialmente sob custódia do comando conjunto da operação "Halibur", de captura dos fugitivos, sete dos 12 elementos que desceram de Ermera (oeste) com Gastão Salsinha foram postos em liberdade e não tiveram que ser presentes ao juiz, uma vez que não existia sobre eles nenhum mandado de captura.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-05 13:40:04
Visualizações: 20
Data: 2008-05-05 13:40:04
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