Cilostazol pode ter o mesmo efeito da aspirina
Um estudo realizado na China indica que o remédio anticoagulante cilostazol é tão eficaz quanto a aspirina na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVC) recorrentes e apresenta, ao mesmo tempo, menos riscos de hemorragia.Por isso, mesmo ferimentos graves sofridos pelos animais cicatrizam rapidamente.

Um estudo realizado na China indica que o remédio anticoagulante cilostazol é tão eficaz quanto a aspirina na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVC) recorrentes e apresenta, ao mesmo tempo, menos riscos de hemorragia.
Segundo esse estudo, publicado na revista "The Lancet Neurology", o cilostazol poderia ser uma boa alternativa para os pacientes chineses que sofreram AVC, e seria preciso estudar os seus efeitos em outras populações.
Os AVC são a segunda maior causa de mortalidade na China, e afectam cerca de sete milhões de pessoas em todo o país.
A aspirina é eficaz para prevenir os acidentes vasculares cerebrais secundários e foi utilizado em 89% dos pacientes.
No entanto, as populações asiáticas têm maior risco do que outras de sofrer hemorragias cerebrais em consequência do uso da aspirina, e esse tipo de episódio é mais frequente na China do que nos países ricos.
O cilostazol é um remédio alternativo que funciona graças a outros mecanismos. Yining Huang, do Departamento de Neurologia do Primeiro Hospital Universitário de Pequim e a sua equipa compararam em pacientes humanos a eficácia e a segurança dos dois medicamentos.
Os testes tiveram a participação de pacientes de pouco mais de 60 anos, e 360 deles receberam cilostazol, enquanto 359 tomaram aspirina.
Os pacientes dos dois grupos usaram o respectivo medicamento durante um prazo de entre doze e dezoito meses, e no final foi medida a recorrência de AVC.
Doze pacientes do grupo que recebeu o cilostazol tiveram uma recorrência de AVC, frente a 20 do grupo que só tomou aspirina, o que representa uma redução de 38% do risco entre os primeiros.
Esse resultado não é estatisticamente significativo, e só pode ser descrito como uma tendência.
No entanto, afirma o "Lancet Neurology", os episódios de hemorragias cerebrais foram também muito menores no primeiro grupo - só um paciente foi afectado - que no outro - com sete pacientes.

Um estudo realizado na China indica que o remédio anticoagulante cilostazol é tão eficaz quanto a aspirina na prevenção de acidentes vasculares cerebrais (AVC) recorrentes e apresenta, ao mesmo tempo, menos riscos de hemorragia.
Segundo esse estudo, publicado na revista "The Lancet Neurology", o cilostazol poderia ser uma boa alternativa para os pacientes chineses que sofreram AVC, e seria preciso estudar os seus efeitos em outras populações.
Os AVC são a segunda maior causa de mortalidade na China, e afectam cerca de sete milhões de pessoas em todo o país.
A aspirina é eficaz para prevenir os acidentes vasculares cerebrais secundários e foi utilizado em 89% dos pacientes.
No entanto, as populações asiáticas têm maior risco do que outras de sofrer hemorragias cerebrais em consequência do uso da aspirina, e esse tipo de episódio é mais frequente na China do que nos países ricos.
O cilostazol é um remédio alternativo que funciona graças a outros mecanismos. Yining Huang, do Departamento de Neurologia do Primeiro Hospital Universitário de Pequim e a sua equipa compararam em pacientes humanos a eficácia e a segurança dos dois medicamentos.
Os testes tiveram a participação de pacientes de pouco mais de 60 anos, e 360 deles receberam cilostazol, enquanto 359 tomaram aspirina.
Os pacientes dos dois grupos usaram o respectivo medicamento durante um prazo de entre doze e dezoito meses, e no final foi medida a recorrência de AVC.
Doze pacientes do grupo que recebeu o cilostazol tiveram uma recorrência de AVC, frente a 20 do grupo que só tomou aspirina, o que representa uma redução de 38% do risco entre os primeiros.
Esse resultado não é estatisticamente significativo, e só pode ser descrito como uma tendência.
No entanto, afirma o "Lancet Neurology", os episódios de hemorragias cerebrais foram também muito menores no primeiro grupo - só um paciente foi afectado - que no outro - com sete pacientes.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-07 12:16:09
Visualizações: 52
Data: 2008-05-07 12:16:09
Visualizações: 52
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