Governo alerta para sentido de moderação no mercado imobiliário
O Secretário Regional da Habitação e Equipamentos apelou ao sentido de moderação no sector imobiliário açoriano, admitindo que, no caso de Ponta Delgada, "já se verificam preços exagerados quando comparados, por exemplo, com Lisboa". Falando em representação do presidente do Governo na inauguração, em Ponta Delgada, de uma nova loja do Grupo Vasconcelos (área da construção civil), José Contente sublinhou que as empresas construtoras e imobiliárias têm de ter em conta o significado das leis da oferta e da procura.
"O Governo não pode intervir no mercado imobiliário privado, mas tem obrigação de alertar, com a frontalidade que lhe é característica, para o que acontece no mercado regional em prol da sustentabilidade económica e viabilidade das construtoras e imobiliárias existentes", considerou.
José Contente reiterou, também, o propósito do Governo de, cada vez mais, devolver à iniciativa privada a promoção e produção de habitação.
"Isso quer dizer, nomeadamante, que, na próxima legislatura, caberá às empresas a aquisição e infra-estruturação dos terrenos, uma responsabilidade até agora assumida pelo Governo, além da construção das habitações", explicou o secretário regional, indicando que ao Executivo caberá, apenas, apoiar os compradores.
Segundo indicou, de acordo com o que já está legislado, as ajudas directas do Governo a cada beneficiário poderão ir até aos 25 mil euros, consoante os rendimentos do agregado familiar.
José Contente acrescentou que, face a este tipo de apoios, as habitações promovidas pela Região são as mais baratas do mercado, reflectindo um preço onde se abate, ainda, o valor do terreno e das infra-estruturas.

"O Governo não pode intervir no mercado imobiliário privado, mas tem obrigação de alertar, com a frontalidade que lhe é característica, para o que acontece no mercado regional em prol da sustentabilidade económica e viabilidade das construtoras e imobiliárias existentes", considerou.
José Contente reiterou, também, o propósito do Governo de, cada vez mais, devolver à iniciativa privada a promoção e produção de habitação.
"Isso quer dizer, nomeadamante, que, na próxima legislatura, caberá às empresas a aquisição e infra-estruturação dos terrenos, uma responsabilidade até agora assumida pelo Governo, além da construção das habitações", explicou o secretário regional, indicando que ao Executivo caberá, apenas, apoiar os compradores.
Segundo indicou, de acordo com o que já está legislado, as ajudas directas do Governo a cada beneficiário poderão ir até aos 25 mil euros, consoante os rendimentos do agregado familiar.
José Contente acrescentou que, face a este tipo de apoios, as habitações promovidas pela Região são as mais baratas do mercado, reflectindo um preço onde se abate, ainda, o valor do terreno e das infra-estruturas.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-08 12:29:37
Visualizações: 30
Data: 2008-05-08 12:29:37
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