Projecto CLIMARCOST apresentado hoje em Angra
Vai ser apresentado hoje, pelas 10h00, no anfiteatro do novo Campus de Angra do Heroísmo da Universidade dos Açores (UAç) no Pico da Urze, o programa de pesquisas relativas aos climas marítimos e costeiros, o CLIMARCOST, desenvolvido nos Açores com financiamentos comunitários.
Como orador convidado, a sessão contará com uma intervenção do director técnico do Instituto Hidrográfico de Portugal, comandante Ventura Soares.
O projecto CLIMARCOST, desenvolvido desde 2006 no âmbito da Iniciativa Comunitária INTERREG III-B (Açores, Madeira e Canárias), e promovido pela Secretaria Regional da Economia através do Fundo Regional de Coesão (na qualidade de Chefe de Fila), tem vindo a ser executado com base numa parceria técnico-científica que envolve a UAç, o Observatório do Ambiente dos Açores, a Administração dos Portos da Madeira, a Universidade de Las Palmas de Gran Canária e o Instituto Canário de Ciências Marinhas.
Além de dar continuidade e consolidar os esforços desenvolvidos nos projectos CLIMAAT (Clima e Meteorologia dos Arquipélagos Atlânticos), designadamente nas diferentes componentes relacionadas com a climatologia e meteorologia insulares, o CLIMARCOST reforçou a sua actividade nos domínios da investigação e exploração operacional da informação da agitação marítima e temperatura de superfície das águas do mar, dando contributo significativo para o aprofundamento do conhecimento científico e para uma melhor gestão operacional de todas as actividades que dependem deste meio.
De entre os diferentes sectores que beneficiam com este tipo de informação, destacam-se os relacionados com a segurança no mar na sua globalidade, obras portuárias e infra-estruturas costeiras (na fase de projecto e na fase de acompanhamento de obras e comportamento de estruturas), com o sector das pescas, do turismo, da navegação comercial e operação portuária, dinâmica sedimentar, erosão e comportamento dos ecossistemas costeiros.
Com o projecto CLIMARCOST, e na sequência dos seus antecessores, foi possível alargar às três regiões da Macaronésia uma rede de estações ondógrafo, a partir das quais é gerada informação de natureza mete-oceanográfica, a que se pode aceder via Internet, no portal www.climaat.angra.uac.pt .
Nos Açores, com o lançamento das estações ondógrafo da Horta, Graciosa e Sta. Maria, foi possível alargar a todo o arquipélago a rede de seis estações actualmente em funcionamento (recorde-se que antes destes projectos, a região dos Açores, malgrado o seu enquadramento marítimo e dependência do estado do mar, era a única do país que não dispunha de informação operacional, em tempo real, desta natureza).
Além desta informação, e da gerada por uma rede de estações terrestres e com base numa política de divulgação pública e gratuita da informação, são produzidos e divulgados diariamente um conjunto de produtos de natureza climática e meteorológica, especificamente, adaptados à natureza geográfica dos territórios insulares, os quais abrangem previsões meteorológicas e do estado mar, bem como trabalho científico de natureza sectorial, designadamente nos domínios da climatologia, física e química da atmosfera e hidrologia insulares à escala local (muitas vezes em parceria com outros projectos).
A criação da Rede de Monitorização instalada tornou as regiões abrangidas mais seguras e proporcionou a todos os que do mar vivem ou dependem condições de segurança similares às dos países mais desenvolvidos no contexto da União Europeia.

Como orador convidado, a sessão contará com uma intervenção do director técnico do Instituto Hidrográfico de Portugal, comandante Ventura Soares.
O projecto CLIMARCOST, desenvolvido desde 2006 no âmbito da Iniciativa Comunitária INTERREG III-B (Açores, Madeira e Canárias), e promovido pela Secretaria Regional da Economia através do Fundo Regional de Coesão (na qualidade de Chefe de Fila), tem vindo a ser executado com base numa parceria técnico-científica que envolve a UAç, o Observatório do Ambiente dos Açores, a Administração dos Portos da Madeira, a Universidade de Las Palmas de Gran Canária e o Instituto Canário de Ciências Marinhas.
Além de dar continuidade e consolidar os esforços desenvolvidos nos projectos CLIMAAT (Clima e Meteorologia dos Arquipélagos Atlânticos), designadamente nas diferentes componentes relacionadas com a climatologia e meteorologia insulares, o CLIMARCOST reforçou a sua actividade nos domínios da investigação e exploração operacional da informação da agitação marítima e temperatura de superfície das águas do mar, dando contributo significativo para o aprofundamento do conhecimento científico e para uma melhor gestão operacional de todas as actividades que dependem deste meio.
De entre os diferentes sectores que beneficiam com este tipo de informação, destacam-se os relacionados com a segurança no mar na sua globalidade, obras portuárias e infra-estruturas costeiras (na fase de projecto e na fase de acompanhamento de obras e comportamento de estruturas), com o sector das pescas, do turismo, da navegação comercial e operação portuária, dinâmica sedimentar, erosão e comportamento dos ecossistemas costeiros.
Com o projecto CLIMARCOST, e na sequência dos seus antecessores, foi possível alargar às três regiões da Macaronésia uma rede de estações ondógrafo, a partir das quais é gerada informação de natureza mete-oceanográfica, a que se pode aceder via Internet, no portal www.climaat.angra.uac.pt .
Nos Açores, com o lançamento das estações ondógrafo da Horta, Graciosa e Sta. Maria, foi possível alargar a todo o arquipélago a rede de seis estações actualmente em funcionamento (recorde-se que antes destes projectos, a região dos Açores, malgrado o seu enquadramento marítimo e dependência do estado do mar, era a única do país que não dispunha de informação operacional, em tempo real, desta natureza).
Além desta informação, e da gerada por uma rede de estações terrestres e com base numa política de divulgação pública e gratuita da informação, são produzidos e divulgados diariamente um conjunto de produtos de natureza climática e meteorológica, especificamente, adaptados à natureza geográfica dos territórios insulares, os quais abrangem previsões meteorológicas e do estado mar, bem como trabalho científico de natureza sectorial, designadamente nos domínios da climatologia, física e química da atmosfera e hidrologia insulares à escala local (muitas vezes em parceria com outros projectos).
A criação da Rede de Monitorização instalada tornou as regiões abrangidas mais seguras e proporcionou a todos os que do mar vivem ou dependem condições de segurança similares às dos países mais desenvolvidos no contexto da União Europeia.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-09 10:30:47
Visualizações: 99
Data: 2008-05-09 10:30:47
Visualizações: 99
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