Estudos marítimos essenciais para os Açores
O conhecimento da ondulação e outras condições do mar nas zonas costeiras e nos portos é essencial para o planeamento e execução de infra-estruturas marítimas nos Açores.

A afirmação é do secretário regional da Economia, que presidiu hoje, em Angra do Heroísmo, à sessão de abertura da apresentação do “Projecto Climarcost” – Clima Marítimo e Costeiro de Monitorização de Dados Meteo-Oceanográficos, no âmbito do INTERREG III B – Açores, Madeira e Canárias.
Duarte Ponte lembrou que, desde que iniciou funções governativas em 1996, “o Governo dos Açores já investiu quase 100 milhões de euros” só em reparações em portos.
“Foram mais de 97 milhões de euros só para repor o que estava feito”, precisou, acrescentando que a maioria dos danos graves nas infra-estruturas portuárias se deveu a “falhas de conhecimento no domínio das condições do mar, na altura da construção”.
É por isso que o governante considera projectos como o “Climarcost” essenciais para a intervenção em portos e na protecção da orla costeira, segurança no mar em geral, pescas, turismo, navegação comercial e operação portuária, dinâmica sedimentar, erosão e comportamento dos ecossistemas costeiros.
O fornecimento de dados concretos e eficazes “para análise correcta das situações”, garante evitar a repetição de erros, disse ainda Duarte Ponte, acrescentando que isso é particularmente importante quando decorrem as obras, ou estão em planeamento, “importantes infra-estruturas marítimas, num valor superior a 130 milhões de euros”.
Essas intervenções são, nomeadamente, as “Portas do Mar”, em Ponta Delgada, obras de fundo no porto da Horta (50 milhões, em cada caso), nas Flores (10 milhões) e na Madalena do Pico (20 milhões).
O secretário regional relevou, ainda, o papel que a Universidade dos Açores pode ter também nestes domínios, salientando que a instituição “pode prestar serviço à comunidade, de forma prática, mas também no aspecto do conhecimento científico”.
O projecto “Climarcost” é promovido pela Secretaria Regional da Economia através do Fundo Regional de Coesão (na qualidade de Chefe de Fila), em parceria técnico-científica com a Universidade dos Açores, o Observatório do Ambiente dos Açores, a Administração dos Portos da Madeira, a Universidade de Las Palmas de Gran Canária, o Instituto Canário de Ciências Marinhas e o Instituto Hidrográfico de Portugal.

A afirmação é do secretário regional da Economia, que presidiu hoje, em Angra do Heroísmo, à sessão de abertura da apresentação do “Projecto Climarcost” – Clima Marítimo e Costeiro de Monitorização de Dados Meteo-Oceanográficos, no âmbito do INTERREG III B – Açores, Madeira e Canárias.
Duarte Ponte lembrou que, desde que iniciou funções governativas em 1996, “o Governo dos Açores já investiu quase 100 milhões de euros” só em reparações em portos.
“Foram mais de 97 milhões de euros só para repor o que estava feito”, precisou, acrescentando que a maioria dos danos graves nas infra-estruturas portuárias se deveu a “falhas de conhecimento no domínio das condições do mar, na altura da construção”.
É por isso que o governante considera projectos como o “Climarcost” essenciais para a intervenção em portos e na protecção da orla costeira, segurança no mar em geral, pescas, turismo, navegação comercial e operação portuária, dinâmica sedimentar, erosão e comportamento dos ecossistemas costeiros.
O fornecimento de dados concretos e eficazes “para análise correcta das situações”, garante evitar a repetição de erros, disse ainda Duarte Ponte, acrescentando que isso é particularmente importante quando decorrem as obras, ou estão em planeamento, “importantes infra-estruturas marítimas, num valor superior a 130 milhões de euros”.
Essas intervenções são, nomeadamente, as “Portas do Mar”, em Ponta Delgada, obras de fundo no porto da Horta (50 milhões, em cada caso), nas Flores (10 milhões) e na Madalena do Pico (20 milhões).
O secretário regional relevou, ainda, o papel que a Universidade dos Açores pode ter também nestes domínios, salientando que a instituição “pode prestar serviço à comunidade, de forma prática, mas também no aspecto do conhecimento científico”.
O projecto “Climarcost” é promovido pela Secretaria Regional da Economia através do Fundo Regional de Coesão (na qualidade de Chefe de Fila), em parceria técnico-científica com a Universidade dos Açores, o Observatório do Ambiente dos Açores, a Administração dos Portos da Madeira, a Universidade de Las Palmas de Gran Canária, o Instituto Canário de Ciências Marinhas e o Instituto Hidrográfico de Portugal.
+ Informações:
Fonte: GaCS
Data: 2008-05-09 15:13:47
Visualizações: 103
Data: 2008-05-09 15:13:47
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