Manuais de Matemática do 9º ano não incluem objectivos específicos
Dos seis manuais de Matemática do 9º ano de escolaridade analisados por um grupo de especialistas, cinco não incluem um ou mais dos objectivos específicos previstos no programa.
Dos seis manuais de Matemática do 9º ano de escolaridade analisados por um grupo de especialistas, cinco não incluem um ou mais dos objectivos específicos previstos no programa da disciplina, segundo um relatório do Ministério da Educação.
De acordo com o documento, disponibilizado no site da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), os livros apresentam "de um modo geral" os conhecimentos matemáticos com a correcção científica adequada a este nível de ensino, mas, no entanto, todos "contêm situações de indução ao erro ou imprecisões de linguagem".
"Três manuais contêm mesmo situações deste tipo em elevado número. Um desses manuais, e ainda outros dois, contêm erros matemáticos", conclui o relatório.
Por outro lado, os seis manuais analisados "são funcionais e estão bem organizados do ponto de vista do aluno" e a sua generalidade, pela estrutura e organização, permite o trabalho autónomo dos alunos. Além disso, todos apresentam com frequência exemplos de tarefas resolvidas.
"Todos os manuais apresentam exercícios e problemas para o aluno resolver.
Três manuais contribuem pouco para o desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas. Dois destes manuais e um outro chamam problema indistintamente a problemas e exercícios", acrescenta o relatório.
Apenas três dos seis livros avaliados apresentam com frequência tarefas de exploração e investigação e apenas um valoriza a realização de trabalhos de projecto. "A ausência destes tipos de tarefa compromete a possibilidade do aluno atingir diversos dos objectivos de aprendizagem constantes dos documentos curriculares", lê-se no texto.
Em relação ao desenvolvimento do raciocínio matemático, três apresentam situações que o favoreçam, sendo que os três restantes "ficam muito aquém do que seria de esperar no que se refere ao desenvolvimento desta capacidade".
"Consideramos que determinadas categorias, como o peso ou robustez, devem ser objecto de especificações técnicas precisas, tendo em conta o nível etário dos alunos a quem esse manual se destina, e devem ser avaliadas por técnicos especializados", alertam os autores.
A avaliação de cada manual escolar foi realizada entre Setembro de 2006 e Setembro de 2007, inicialmente por três avaliadores - um professor de matemática do ensino básico e secundário, um matemático e um investigador em didáctica da Matemática - e posteriormente pela equipa de coordenação formada pelos autores do relatório.

Dos seis manuais de Matemática do 9º ano de escolaridade analisados por um grupo de especialistas, cinco não incluem um ou mais dos objectivos específicos previstos no programa da disciplina, segundo um relatório do Ministério da Educação.
De acordo com o documento, disponibilizado no site da Direcção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), os livros apresentam "de um modo geral" os conhecimentos matemáticos com a correcção científica adequada a este nível de ensino, mas, no entanto, todos "contêm situações de indução ao erro ou imprecisões de linguagem".
"Três manuais contêm mesmo situações deste tipo em elevado número. Um desses manuais, e ainda outros dois, contêm erros matemáticos", conclui o relatório.
Por outro lado, os seis manuais analisados "são funcionais e estão bem organizados do ponto de vista do aluno" e a sua generalidade, pela estrutura e organização, permite o trabalho autónomo dos alunos. Além disso, todos apresentam com frequência exemplos de tarefas resolvidas.
"Todos os manuais apresentam exercícios e problemas para o aluno resolver.
Três manuais contribuem pouco para o desenvolvimento da capacidade de resolução de problemas. Dois destes manuais e um outro chamam problema indistintamente a problemas e exercícios", acrescenta o relatório.
Apenas três dos seis livros avaliados apresentam com frequência tarefas de exploração e investigação e apenas um valoriza a realização de trabalhos de projecto. "A ausência destes tipos de tarefa compromete a possibilidade do aluno atingir diversos dos objectivos de aprendizagem constantes dos documentos curriculares", lê-se no texto.
Em relação ao desenvolvimento do raciocínio matemático, três apresentam situações que o favoreçam, sendo que os três restantes "ficam muito aquém do que seria de esperar no que se refere ao desenvolvimento desta capacidade".
"Consideramos que determinadas categorias, como o peso ou robustez, devem ser objecto de especificações técnicas precisas, tendo em conta o nível etário dos alunos a quem esse manual se destina, e devem ser avaliadas por técnicos especializados", alertam os autores.
A avaliação de cada manual escolar foi realizada entre Setembro de 2006 e Setembro de 2007, inicialmente por três avaliadores - um professor de matemática do ensino básico e secundário, um matemático e um investigador em didáctica da Matemática - e posteriormente pela equipa de coordenação formada pelos autores do relatório.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-13 11:27:20
Visualizações: 145
Data: 2008-05-13 11:27:20
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