Primo de Presidente colombiano foi preso pelas autoridades policiais
Autoridades colombianas prenderam esta semana o ex-senador Mario Uribe Escobar, primo e importante aliado do presidente Álvaro Uribe, por suposto envolvimento com grupos paramilitares.
O ex-senador havia procurado refúgio na embaixada da Costa Rica em Bogotá, depois de ter uma ordem de prisão emitida pela Procuradoria Geral da Colômbia.
O governo da Costa Rica negou o pedido de asilo político e disse que, caso o ex-senador não deixasse a embaixada por sua própria vontade, a polícia seria chamada ao local.
Num comunicado, a Chancelaria da Costa Rica afirmou que devido "aos antecedentes do caso, provenientes, em particular, da Procuradoria Geral da Colômbia; amparado nos princípios e normas do direito de asilo, e com base na informação disponível, considera improcedente a solicitação".
Segundo a BBC Mundo em Bogotá, Hernando Salazar, poucas horas depois, Mario Uribe Escobar deixou a embaixada, sob forte esquema de segurança e sob os gritos de "assassino" da multidão que se aglomerava em frente ao prédio, formada principalmente por vítimas dos paramilitares.
Num breve comunicado, o presidente Álvaro Uribe expressou a sua dor pela prisão do primo e aliado.
"Assumo esta dor com patriotismo", disse.

O ex-senador havia procurado refúgio na embaixada da Costa Rica em Bogotá, depois de ter uma ordem de prisão emitida pela Procuradoria Geral da Colômbia.
O governo da Costa Rica negou o pedido de asilo político e disse que, caso o ex-senador não deixasse a embaixada por sua própria vontade, a polícia seria chamada ao local.
Num comunicado, a Chancelaria da Costa Rica afirmou que devido "aos antecedentes do caso, provenientes, em particular, da Procuradoria Geral da Colômbia; amparado nos princípios e normas do direito de asilo, e com base na informação disponível, considera improcedente a solicitação".
Segundo a BBC Mundo em Bogotá, Hernando Salazar, poucas horas depois, Mario Uribe Escobar deixou a embaixada, sob forte esquema de segurança e sob os gritos de "assassino" da multidão que se aglomerava em frente ao prédio, formada principalmente por vítimas dos paramilitares.
Num breve comunicado, o presidente Álvaro Uribe expressou a sua dor pela prisão do primo e aliado.
"Assumo esta dor com patriotismo", disse.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-12 11:47:26
Visualizações: 40
Data: 2008-05-12 11:47:26
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