Inaugurada hoje a marina das Velas de S. Jorge
A ilha de S. Jorge tem, a partir de hoje, infra-estruturas que lhe permitem ficar incluída nos roteiros do iatismo internacional.
Sob a presidência de Carlos César e em ambiente de festa – a que se associaram dois rebocadores, lançando jorros de água com os canhões de combate a incêndios – foi inaugurado esta manhã o núcleo de recreio náutico daquela vila, uma obra de 6 milhões de euros.
Na marina há agora 77 lugares de amarração para iates e embarcações de recreio que, como salientou o presidente do Governo, consubstanciam, por um lado, a concretização de um compromisso assumido com os jorgenses, e, por outro, a intenção de continuar a apostar, claramente, na valorização do porto local, projectando a sua referenciação e o desenvolvimento da ilha de S. Jorge.
“Trata-se, também, de uma obra que mereceu uma ampla discussão pública, envolvendo diversos intervenientes, e que foi possível construir com o acordo de todos: com a concordância prévia da Câmara Municipal e de todos os parceiros envolvidos no projecto”, afirmou Carlos César.
Um projecto que incluiu a melhoria dos acessos ao porto, o reordenamento do parque de contentores e a construção, em breve, de edifícios de apoio à marina e da sede do clube naval local.
“Não são investimentos para satisfazer clientelas locais; não são, na sua essência, parques de estacionamento dos proprietários de iates. Trata-se de investimentos que, no seu conjunto, visam consolidar um modelo de desenvolvimento assente numa relação sólida e economicamente sustentável da Região com o mar”, frisou Carlos César, para logo acrescentar que, “portanto, não fazemos por acaso, não fazemos apenas para uma satisfazer reivindicação daqui ou dacolá. Fazemo-lo por que isso integra um modelo de desenvolvimento que reflecte coerência e que aumenta as capacidades da Região, do ponto de vista da sua sustentabilidade”.
E o presidente do Governo aproveitou para anunciar que está já a ser elaborado o projecto de construção do núcleo de recreio náutico da Calheta, igualmente em S. Jorge, e que – na linha dos investimentos na melhoria das acessibilidades à ilha – está em processo de concurso a obra de ampliação do aeródromo local, que representa um investimento de cerca de 20 milhões de euros.
“Estamos a fazer tudo aquilo que me parece que deve ser feito para justificar o crescendo de confiança do sector privado, da iniciativa privada e da população residente, no desenvolvimento desta ilha”, afirmou Carlos César, sublinhando que “S. Jorge está a receber, do investimento público e da confiança do sector privado, um impulso decisivo, numa fase decisiva, que fará com que esta ilha ombreie com a primeira linha do desenvolvimento regional”.

Sob a presidência de Carlos César e em ambiente de festa – a que se associaram dois rebocadores, lançando jorros de água com os canhões de combate a incêndios – foi inaugurado esta manhã o núcleo de recreio náutico daquela vila, uma obra de 6 milhões de euros.
Na marina há agora 77 lugares de amarração para iates e embarcações de recreio que, como salientou o presidente do Governo, consubstanciam, por um lado, a concretização de um compromisso assumido com os jorgenses, e, por outro, a intenção de continuar a apostar, claramente, na valorização do porto local, projectando a sua referenciação e o desenvolvimento da ilha de S. Jorge.
“Trata-se, também, de uma obra que mereceu uma ampla discussão pública, envolvendo diversos intervenientes, e que foi possível construir com o acordo de todos: com a concordância prévia da Câmara Municipal e de todos os parceiros envolvidos no projecto”, afirmou Carlos César.
Um projecto que incluiu a melhoria dos acessos ao porto, o reordenamento do parque de contentores e a construção, em breve, de edifícios de apoio à marina e da sede do clube naval local.
“Não são investimentos para satisfazer clientelas locais; não são, na sua essência, parques de estacionamento dos proprietários de iates. Trata-se de investimentos que, no seu conjunto, visam consolidar um modelo de desenvolvimento assente numa relação sólida e economicamente sustentável da Região com o mar”, frisou Carlos César, para logo acrescentar que, “portanto, não fazemos por acaso, não fazemos apenas para uma satisfazer reivindicação daqui ou dacolá. Fazemo-lo por que isso integra um modelo de desenvolvimento que reflecte coerência e que aumenta as capacidades da Região, do ponto de vista da sua sustentabilidade”.
E o presidente do Governo aproveitou para anunciar que está já a ser elaborado o projecto de construção do núcleo de recreio náutico da Calheta, igualmente em S. Jorge, e que – na linha dos investimentos na melhoria das acessibilidades à ilha – está em processo de concurso a obra de ampliação do aeródromo local, que representa um investimento de cerca de 20 milhões de euros.
“Estamos a fazer tudo aquilo que me parece que deve ser feito para justificar o crescendo de confiança do sector privado, da iniciativa privada e da população residente, no desenvolvimento desta ilha”, afirmou Carlos César, sublinhando que “S. Jorge está a receber, do investimento público e da confiança do sector privado, um impulso decisivo, numa fase decisiva, que fará com que esta ilha ombreie com a primeira linha do desenvolvimento regional”.
+ Informações:
Fonte: GaCS/CT
Data: 2008-05-14 12:36:31
Visualizações: 301
Data: 2008-05-14 12:36:31
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