Pequim declinou ajuda internacional na recuperação do sismo
A China recusou as ofertas internacionais de envio de peritos em busca e salvamento e de cães-polícia para ajudarem na operação de resgate que decorre em Sichuan, anunciou a imprensa no país.

Apesar de muitas cidades terem ficado completamente destruídas na província de Sichuan, soterrando milhares de pessoas, o governo chinês não permitiu a intervenção das equipas de peritos estrangeiros, nomeadamente japoneses e australianos, nos trabalhos de recuperação da tragédia.
Até agora, a China agradeceu todo o tipo de ajuda internacional e aceitou donativos em dinheiro e bens materiais, bem como as condolências e as orações dos países estrangeiros.
Pequim já tinha referido na terça-feira que as condições "ainda não estavam preparadas" para aceitar no terreno a ajuda das equipas estrangeiras de intervenção, que até agora não entraram no país.
"Informaram-nos de que a China não pode receber equipas de salvamento devido à situação de degradação do sistema de transportes", afirmou à imprensa um representante do governo japonês responsável pela missão de ajuda japonesa.
O Japão mostrou-se disponível para enviar equipas médicas e de resgate com cerca de 80 pessoas, bem como cães-polícia, acrescentou o responsável, sublinhando que a oportunidade para salvar pessoas diminuiu cada vez mais.
"Geralmente, a possibilidade de encontrar sobreviventes diminui três dias depois do desastre", explicou.
A Austrália tinha uma equipa de busca e salvamento a postos para partir para Sichuan, mas "as condições extremas de transporte e comunicações na região do terramoto impedem de receber ajuda nesta altura", disse um porta-voz do departamento dos Negócios Estrangeiros australiano à imprensa.
Os especialistas sul-coreanos também foram rejeitados, embora a China esteja a enfrentar uma luta contra o tempo para encontrar sobreviventes entre os escombros em povoações em ruínas nas zonas remotas e montanhosas de Sichuan.
Da mesma forma, Pequim recusou a ajuda de uma equipa de socorro sul-coreana com mais de 40 pessoas e 20 médicos, mas aceitou um donativo no valor de um milhão de dólares (cerca de 647 milhões de euros).
A França informou que vai enviar um avião com material de auxílio como tendas e medicamentos no valor de 250 mil euros para serem distribuídos pela Cruz Vermelha chinesa, disse um representante do governo francês à imprensa.
Taiwan vai enviar voluntários, cerca de 150 toneladas de bens essenciais como tendas e cobertores doados por várias associações e empresários da região já doaram milhares de dólares, afirmaram as autoridades chinesas.
A China mobilizou 100.000 efectivos, entre soldados e polícias, com pára-quedistas e militares a tentarem chegar às zonas de difícil acesso por ar ou a pé, enquanto vários helicópteros largavam alimentos e material de auxílio nessas áreas.

Apesar de muitas cidades terem ficado completamente destruídas na província de Sichuan, soterrando milhares de pessoas, o governo chinês não permitiu a intervenção das equipas de peritos estrangeiros, nomeadamente japoneses e australianos, nos trabalhos de recuperação da tragédia.
Até agora, a China agradeceu todo o tipo de ajuda internacional e aceitou donativos em dinheiro e bens materiais, bem como as condolências e as orações dos países estrangeiros.
Pequim já tinha referido na terça-feira que as condições "ainda não estavam preparadas" para aceitar no terreno a ajuda das equipas estrangeiras de intervenção, que até agora não entraram no país.
"Informaram-nos de que a China não pode receber equipas de salvamento devido à situação de degradação do sistema de transportes", afirmou à imprensa um representante do governo japonês responsável pela missão de ajuda japonesa.
O Japão mostrou-se disponível para enviar equipas médicas e de resgate com cerca de 80 pessoas, bem como cães-polícia, acrescentou o responsável, sublinhando que a oportunidade para salvar pessoas diminuiu cada vez mais.
"Geralmente, a possibilidade de encontrar sobreviventes diminui três dias depois do desastre", explicou.
A Austrália tinha uma equipa de busca e salvamento a postos para partir para Sichuan, mas "as condições extremas de transporte e comunicações na região do terramoto impedem de receber ajuda nesta altura", disse um porta-voz do departamento dos Negócios Estrangeiros australiano à imprensa.
Os especialistas sul-coreanos também foram rejeitados, embora a China esteja a enfrentar uma luta contra o tempo para encontrar sobreviventes entre os escombros em povoações em ruínas nas zonas remotas e montanhosas de Sichuan.
Da mesma forma, Pequim recusou a ajuda de uma equipa de socorro sul-coreana com mais de 40 pessoas e 20 médicos, mas aceitou um donativo no valor de um milhão de dólares (cerca de 647 milhões de euros).
A França informou que vai enviar um avião com material de auxílio como tendas e medicamentos no valor de 250 mil euros para serem distribuídos pela Cruz Vermelha chinesa, disse um representante do governo francês à imprensa.
Taiwan vai enviar voluntários, cerca de 150 toneladas de bens essenciais como tendas e cobertores doados por várias associações e empresários da região já doaram milhares de dólares, afirmaram as autoridades chinesas.
A China mobilizou 100.000 efectivos, entre soldados e polícias, com pára-quedistas e militares a tentarem chegar às zonas de difícil acesso por ar ou a pé, enquanto vários helicópteros largavam alimentos e material de auxílio nessas áreas.
+ Informações:
Fonte: Diário dos Açores
Data: 2008-05-15 11:04:59
Visualizações: 47
Data: 2008-05-15 11:04:59
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