Prorrogado até 2013 o período de excepção para renovar a frota de pesca dos Açores
O presidente do Governo dos Açores assinalou hoje, após grandes obras de ampliação, a entrada em funcionamento do renovado porto de Ponta Delgada das Flores.
Tratou-se de um investimento de cerca de 2,1 milhões de euros, requalificando aquele porto com a construção de três troços de cais, com comprimento total de 54 metros, preparados para receber embarcações até aos 19 metros, bem como na instalação de uma grua com capacidade para dez toneladas.
“Graças a recursos volumosos que destacámos para as Flores foi possível realizar um grande investimento em infra-estruturas e equipamentos públicos de apoio à actividade da pesca nesta ilha, o que resultou numa grande melhoria das condições portuárias nas quatro zonas mais intensamente utilizadas pelos pescadores, como são o Porto Velho, o Porto das Poças, o Porto das Lajes e este Porto de Ponta Delgada”, disse, na ocasião, Carlos César.
Salientando que, para animar um sector que tinha sido deixado ao abandono, o Governo teve de realizar um grande esforço de investimento para dotar a ilha das Flores com portos em condições, com uma nova lota, com uma nova oficina de reparação naval, com novas gruas e novos guinchos, e com novas casas de aprestos, o governante revelou que, a nível regional, a mudança operada permitiu, por exemplo, a entrada ao serviço de mais de 285 embarcações, esperando-se mais 40 até ao final do ano.
Um dos objectivos governamentais é, também, o de proporcionar a cada armador uma casa de aprestos, para que cada embarcação em actividade nos Açores tenha associada a ela uma infra-estrutura terrestre na sua zona portuária, onde os pescadores possam colocar as suas artes e utensílios.
Com esse objectivo, ao longo destes anos já foram disponibilizadas mais de quinhentas casas de aprestos e o Governo conta atingir, na próxima legislatura, as seiscentas e cinquenta que correspondem ao universo actual das embarcações da frota regional.
“E tenho a maior satisfação em anunciar que a Comissão Europeia – dando bom acolhimento às nossas propostas – acaba de conceder aos Açores uma extensão, até 2013, do período de excepção para continuarmos com a renovação da nossa frota, de acordo com um plano de construções que iremos apresentar até ao final do corrente ano. Asseguraremos, certamente, por essa via, novos acréscimos de competitividade e de produtividade, que são necessários à garantia de atractividade do envolvimento no sector”, afirmou Carlos César.
Garantindo que continuará, com veemência, a defender os direitos açorianos de pesca no seio da União Europeia, o presidente do Governo disse estar orgulhoso da forma intensa como os profissionais da pesca e os cientistas interagem, da forma como se relacionam com a administração regional, na procura constante das melhores soluções que garantam a sustentabilidade da pesca sob o ponto de vista biológico, económico e social.
“Estamos, pois, empenhados em consolidar todos os aspectos que intervêm na economia e na estabilidade do sector. Sabemos que a actividade piscatória depende de muitos factores, mas o Governo procura que, naqueles em que pode influir e ajudar, ela se torne mais segura, mais atractiva e mais lucrativa”, concluiu.

Tratou-se de um investimento de cerca de 2,1 milhões de euros, requalificando aquele porto com a construção de três troços de cais, com comprimento total de 54 metros, preparados para receber embarcações até aos 19 metros, bem como na instalação de uma grua com capacidade para dez toneladas.
“Graças a recursos volumosos que destacámos para as Flores foi possível realizar um grande investimento em infra-estruturas e equipamentos públicos de apoio à actividade da pesca nesta ilha, o que resultou numa grande melhoria das condições portuárias nas quatro zonas mais intensamente utilizadas pelos pescadores, como são o Porto Velho, o Porto das Poças, o Porto das Lajes e este Porto de Ponta Delgada”, disse, na ocasião, Carlos César.
Salientando que, para animar um sector que tinha sido deixado ao abandono, o Governo teve de realizar um grande esforço de investimento para dotar a ilha das Flores com portos em condições, com uma nova lota, com uma nova oficina de reparação naval, com novas gruas e novos guinchos, e com novas casas de aprestos, o governante revelou que, a nível regional, a mudança operada permitiu, por exemplo, a entrada ao serviço de mais de 285 embarcações, esperando-se mais 40 até ao final do ano.
Um dos objectivos governamentais é, também, o de proporcionar a cada armador uma casa de aprestos, para que cada embarcação em actividade nos Açores tenha associada a ela uma infra-estrutura terrestre na sua zona portuária, onde os pescadores possam colocar as suas artes e utensílios.
Com esse objectivo, ao longo destes anos já foram disponibilizadas mais de quinhentas casas de aprestos e o Governo conta atingir, na próxima legislatura, as seiscentas e cinquenta que correspondem ao universo actual das embarcações da frota regional.
“E tenho a maior satisfação em anunciar que a Comissão Europeia – dando bom acolhimento às nossas propostas – acaba de conceder aos Açores uma extensão, até 2013, do período de excepção para continuarmos com a renovação da nossa frota, de acordo com um plano de construções que iremos apresentar até ao final do corrente ano. Asseguraremos, certamente, por essa via, novos acréscimos de competitividade e de produtividade, que são necessários à garantia de atractividade do envolvimento no sector”, afirmou Carlos César.
Garantindo que continuará, com veemência, a defender os direitos açorianos de pesca no seio da União Europeia, o presidente do Governo disse estar orgulhoso da forma intensa como os profissionais da pesca e os cientistas interagem, da forma como se relacionam com a administração regional, na procura constante das melhores soluções que garantam a sustentabilidade da pesca sob o ponto de vista biológico, económico e social.
“Estamos, pois, empenhados em consolidar todos os aspectos que intervêm na economia e na estabilidade do sector. Sabemos que a actividade piscatória depende de muitos factores, mas o Governo procura que, naqueles em que pode influir e ajudar, ela se torne mais segura, mais atractiva e mais lucrativa”, concluiu.
+ Informações:
Fonte: GaCS
Data: 2008-05-16 13:10:01
Visualizações: 65
Data: 2008-05-16 13:10:01
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