Amália, a voz do povo’ realça a figura mítica que foi Amália
A Valentim de Carvalho Filmes promoveu uma conferência de imprensa, na Estufa Fria, para apresentar "Amália, a voz do povo", biografia ficcionada do mito do fado. 
O produtor Manuel da Fonseca e o autor da história, Pedro Marta Santos, anunciaram que a fadista será retratada como uma "figura contagiante, entre o lado luminoso e a atracção pelas sombras".
O produtor tentou sossegar os ânimos daqueles que questionavam a qualidade do projecto (sabendo-se que Carlos Coelho da Silva, o realizador, é o mesmo de "O Crime do Padre Amaro", era de esperar o pior): "Não é um filme sensacionalista.
O nosso projecto é de qualidade e referência, destina-se a todo o público e pretende reforçar o mito, a figura mítica que a Amália representa", garantiu Manuel da Fonseca.
Citando como exemplos os filmes sobre Edith Piaf e Bob Dylan, Manuel da Fonseca anunciou que este será "um verdadeiro melodrama" que vai deixar o público comovido.
A música terá um papel fulcral na obra, que inclui de 22 fados remasterizados da fadista.
Sandra Barata Belo encarna a figura de Amália Rodrigues, encabeçando um elenco de 45 actores, entre os quais Carla Chambel, no papel de Celeste Rodrigues; Leonor Seixas, Betinha, outra das irmãs de Amália; e António Pedro Cerdeira, como o banqueiro Ricardo Espírito Santo. Ana Padrão (mãe de Amália), Ricardo Carriço (César Seabra, o último marido de Amália), João Didelet (José Carlos Ary dos Santos), Ricardo Pereira e Susana Mendes também participam na cinebiografia.
O filme será rodado em Portugal nos próximos dois meses. A maioria das cenas terá Lisboa como cenário, mas a equipa também vai passar por Espinho, Aveiro, Régua e Buçacos.O Olympia, em Paris; o Brasil, Nova Iorque ou o Japão são alguns dos destinos que serão recriados em estúdio.
A produção centra-se no período em que a fadista pisou o maior número de palcos internacionais (entre 1954 e 1984), altura em que terá tentado suicidar-se.
Pretende-se mostrar "a Amália de todos os portugueses, com um universo interior complicado"; uma pessoa "com uma relação intensa com o abismo, com a morte, o lado sombrio, mas também com uma enorme energia e capacidade de contagiar as pessoas com a sua alegria", esclareceu Pedro Marta Santos.
Para este trabalho, o autor recorreu a dezenas de entrevistas, gravações, filmes, recortes de imprensa e depoimentos de cerca de 20 pessoas, incluindo a família da fadista.
Com um orçamento de cerca de três milhões de euros, o filme deve chegar às salas no Natal. Em Outubro de 2009, passados dez anos sob a morte da fadista, será exibido pela RTP, em formato de minisérie com quatro episódios.

O produtor Manuel da Fonseca e o autor da história, Pedro Marta Santos, anunciaram que a fadista será retratada como uma "figura contagiante, entre o lado luminoso e a atracção pelas sombras".
O produtor tentou sossegar os ânimos daqueles que questionavam a qualidade do projecto (sabendo-se que Carlos Coelho da Silva, o realizador, é o mesmo de "O Crime do Padre Amaro", era de esperar o pior): "Não é um filme sensacionalista.
O nosso projecto é de qualidade e referência, destina-se a todo o público e pretende reforçar o mito, a figura mítica que a Amália representa", garantiu Manuel da Fonseca.
Citando como exemplos os filmes sobre Edith Piaf e Bob Dylan, Manuel da Fonseca anunciou que este será "um verdadeiro melodrama" que vai deixar o público comovido.
A música terá um papel fulcral na obra, que inclui de 22 fados remasterizados da fadista.
Sandra Barata Belo encarna a figura de Amália Rodrigues, encabeçando um elenco de 45 actores, entre os quais Carla Chambel, no papel de Celeste Rodrigues; Leonor Seixas, Betinha, outra das irmãs de Amália; e António Pedro Cerdeira, como o banqueiro Ricardo Espírito Santo. Ana Padrão (mãe de Amália), Ricardo Carriço (César Seabra, o último marido de Amália), João Didelet (José Carlos Ary dos Santos), Ricardo Pereira e Susana Mendes também participam na cinebiografia.
O filme será rodado em Portugal nos próximos dois meses. A maioria das cenas terá Lisboa como cenário, mas a equipa também vai passar por Espinho, Aveiro, Régua e Buçacos.O Olympia, em Paris; o Brasil, Nova Iorque ou o Japão são alguns dos destinos que serão recriados em estúdio.
A produção centra-se no período em que a fadista pisou o maior número de palcos internacionais (entre 1954 e 1984), altura em que terá tentado suicidar-se.
Pretende-se mostrar "a Amália de todos os portugueses, com um universo interior complicado"; uma pessoa "com uma relação intensa com o abismo, com a morte, o lado sombrio, mas também com uma enorme energia e capacidade de contagiar as pessoas com a sua alegria", esclareceu Pedro Marta Santos.
Para este trabalho, o autor recorreu a dezenas de entrevistas, gravações, filmes, recortes de imprensa e depoimentos de cerca de 20 pessoas, incluindo a família da fadista.
Com um orçamento de cerca de três milhões de euros, o filme deve chegar às salas no Natal. Em Outubro de 2009, passados dez anos sob a morte da fadista, será exibido pela RTP, em formato de minisérie com quatro episódios.
+ Informações:
Fonte: Diário Dos Açores
Data: 2008-06-17 17:06:57
Visualizações: 308
Data: 2008-06-17 17:06:57
Visualizações: 308
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