Apresentação do PROTA com poucos participantes
A possível rentabilização dos desportos náuticos nos Açores na época baixa, o fim dos loteamentos urbanos desarticulados, as acessibilidades das ruas da cidade de Angra e o envelhecimento da população residente nas freguesias do Raminho e Serreta foram algumas das questões apresentadas terça-feira no decorrer da sessão pública do Plano Regional de Ordenamento do Território dos Açores (PROTA), em Angra do Heroísmo.
Em causa está a recolha de sugestões, reclamações, observações e comentários do público em geral sobre o PROTA e respectivo Relatório Ambiental Preliminar, cuja documentação está disponível para consulta em site próprio na Internet.
Ao todo o documento integra 15 estudos sectoriais com destaque para o ambiente, recursos naturais, acessibilidades, transportes, agricultura, desenvolvimento rural, economia, logística, turismo e património cultural.
A assembleia, que não reuniu mais do que duas dezenas de interessados, era constituída sobretudo por arquitectos, engenheiros do ambiente e empresários locais. As perguntas surgiram depois de feita a apresentação do Plano pelos representantes e coordenadores do projecto, entre os quais Frederico Cardigos, director regional do Ambiente e do Mar, e José Virgílio Cruz, director regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos.
“O PROTA, após a sua aprovação na Assembleia Legislativa Regional, é o mais importante instrumento de gestão territorial da Região, e isto não resulta só do seu enquadramento legislativo mas também da nobreza dos seus objectivos que foram estabelecidos quando o Governo Regional determinou a sua execução”, considera Frederico Cardigos. E continua: “Os objectivos são traduzir em termos espaciais os objectivos do desenvolvimento económico, social e ambiental da região, desenvolver as opções nacionais de política de ordenamento de território, formular a estratégia regional e o sistema de referência para os planos municipais de ordenamento do território”.
Na ocasião, o director regional do Ambiente suscitou a um “amplo debate” sobre o documento que tem merecido promoção junto dos ‘media’ de todo o arquipélago”. Quanto aos comentários que forem submetidos formalmente, Frederico Cardigos assegura que “serão tidos em conta e merecedores de uma resposta também ela formal”.
É de referir que os trabalhos de elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território, iniciados em 2005, foram acompanhados por dezoito entidades, onze representantes do Governo Regional (cultura, finanças e planeamento, administração pública regional e local, coordenação de projectos especiais inter-departamentais, educação, ciência e tecnologia, habitação e equipamentos; economia; saúde e da segurança social; agricultura e florestas; ambiente; e pescas) e sete representantes de outras entidades (IROA S.A., Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores, Universidade dos Açores, Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, Federação Agrícola dos Açores e duas Organização Não Governamental de Ambiente “Gê-Questa” e “Amigos dos Açores”).
As sessões de discussão pública tiveram início a 15 de Junho, com apresentações no Faial e Terceira, e terminaram ontem em São Miguel.

Em causa está a recolha de sugestões, reclamações, observações e comentários do público em geral sobre o PROTA e respectivo Relatório Ambiental Preliminar, cuja documentação está disponível para consulta em site próprio na Internet.
Ao todo o documento integra 15 estudos sectoriais com destaque para o ambiente, recursos naturais, acessibilidades, transportes, agricultura, desenvolvimento rural, economia, logística, turismo e património cultural.
A assembleia, que não reuniu mais do que duas dezenas de interessados, era constituída sobretudo por arquitectos, engenheiros do ambiente e empresários locais. As perguntas surgiram depois de feita a apresentação do Plano pelos representantes e coordenadores do projecto, entre os quais Frederico Cardigos, director regional do Ambiente e do Mar, e José Virgílio Cruz, director regional do Ordenamento do Território e dos Recursos Hídricos.
“O PROTA, após a sua aprovação na Assembleia Legislativa Regional, é o mais importante instrumento de gestão territorial da Região, e isto não resulta só do seu enquadramento legislativo mas também da nobreza dos seus objectivos que foram estabelecidos quando o Governo Regional determinou a sua execução”, considera Frederico Cardigos. E continua: “Os objectivos são traduzir em termos espaciais os objectivos do desenvolvimento económico, social e ambiental da região, desenvolver as opções nacionais de política de ordenamento de território, formular a estratégia regional e o sistema de referência para os planos municipais de ordenamento do território”.
Na ocasião, o director regional do Ambiente suscitou a um “amplo debate” sobre o documento que tem merecido promoção junto dos ‘media’ de todo o arquipélago”. Quanto aos comentários que forem submetidos formalmente, Frederico Cardigos assegura que “serão tidos em conta e merecedores de uma resposta também ela formal”.
É de referir que os trabalhos de elaboração do Plano Regional de Ordenamento do Território, iniciados em 2005, foram acompanhados por dezoito entidades, onze representantes do Governo Regional (cultura, finanças e planeamento, administração pública regional e local, coordenação de projectos especiais inter-departamentais, educação, ciência e tecnologia, habitação e equipamentos; economia; saúde e da segurança social; agricultura e florestas; ambiente; e pescas) e sete representantes de outras entidades (IROA S.A., Associação de Municípios da Região Autónoma dos Açores, Universidade dos Açores, Câmara de Comércio e Indústria dos Açores, Federação Agrícola dos Açores e duas Organização Não Governamental de Ambiente “Gê-Questa” e “Amigos dos Açores”).
As sessões de discussão pública tiveram início a 15 de Junho, com apresentações no Faial e Terceira, e terminaram ontem em São Miguel.
+ Informações:
Fonte: www.auniao.com
Data: 2008-06-19 13:43:05
Visualizações: 183
Data: 2008-06-19 13:43:05
Visualizações: 183
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Estrada de Água d'Alto reabre amanhã
Presença americana na Base das Lajes tem um impacto anual da ordem dos 70 a 80 milhões de euros
BML assinala Dia do Pai
Sessão Comemorativa do Centenário da República organizada pela ALRAA
CNH na apresentação do projecto Condor
Projectos açorianos seleccionados para prémio da Fundação Ilídio Pinho recebem 500 euros
Veículos nos Açores estão isentos da obrigação de instalação e manutenção do dispositivo electrónico de matrícula
Protecção Civil: interdita a estrada entre as Caldeiras da Ribeira Grande e as Lombadas/Monte Escuro
Novo comandante operacional dos Açores apresentou cumprimentos à presidente da Câmara
Relatório de Luís Paulo Alves aprovado por unanimidade na Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu
Presença americana na Base das Lajes tem um impacto anual da ordem dos 70 a 80 milhões de euros
BML assinala Dia do Pai
Sessão Comemorativa do Centenário da República organizada pela ALRAA
CNH na apresentação do projecto Condor
Projectos açorianos seleccionados para prémio da Fundação Ilídio Pinho recebem 500 euros
Veículos nos Açores estão isentos da obrigação de instalação e manutenção do dispositivo electrónico de matrícula
Protecção Civil: interdita a estrada entre as Caldeiras da Ribeira Grande e as Lombadas/Monte Escuro
Novo comandante operacional dos Açores apresentou cumprimentos à presidente da Câmara
Relatório de Luís Paulo Alves aprovado por unanimidade na Comissão de Agricultura do Parlamento Europeu





