Novo ciclo de investimentos no ambiente para uma melhoria integrada
O secretário regional adjunto do vice-presidente, disse hoje, em Ponta Delgada, que "viver, estar e governar os Açores é obrigatoriamente ter presente três coisas fundamentais", quando se fala em política ambiental: "a diversidade dos ecossistemas, a dispersão e a dimensão das ilhas".
Para Carlos Corvelo, que falava numa conferência no âmbito da Ambitech Açores 2008 – Expoconferência da Água, Resíduos, Energia e Cidades, num painel intitulado Ambiente nos Açores: o novo ciclo de investimentos, essas três áreas "dão ideia da complexidade que é implementar uma política de ambiente."
Uma política de ambiental que considerou "transversal" uma vez que depende da articulação funcional e de interdependências sectoriais significativas entre a agricultura, o turismo, a energia, as pescas, a ocupação urbana e a rede viária.
A preocupação do Governo Regional, acrescentou, passa pela implementação de "instrumentos de politica pública", entre eles os planos regionais, o PROTA (Plano Regional Ordenamento do Território Açoriano), planos especiais de ordenamento, planos sectoriais e planos de resíduos, entre outros.
O secretário regional lembrou, também, que nesta matéria "as coisas não dependem apenas do Governo, dependem muitas vezes da capacidade de se estabelecer um trabalho com as autarquias locais".
Corvelo recordou, por outro lado, que o executivo se defrontou com um conjunto de intervenções urgentes que têm vindo a ser concretizadas ao longo dos últimos 12 anos, além da preocupação na educação ambiental e ainda na criação de Parques Naturais de ilha.
Falar num novo ciclo de investimento no ambiente "é falar na melhoria de todos esses aspectos e na eficácia de todas as acções", disse ainda Carlos Corvelo, para concluir afirmando que "há também que fazer boas parcerias" com as empresas do sector, para que em 2015 se possam ver as metas cumpridas".

Para Carlos Corvelo, que falava numa conferência no âmbito da Ambitech Açores 2008 – Expoconferência da Água, Resíduos, Energia e Cidades, num painel intitulado Ambiente nos Açores: o novo ciclo de investimentos, essas três áreas "dão ideia da complexidade que é implementar uma política de ambiente."
Uma política de ambiental que considerou "transversal" uma vez que depende da articulação funcional e de interdependências sectoriais significativas entre a agricultura, o turismo, a energia, as pescas, a ocupação urbana e a rede viária.
A preocupação do Governo Regional, acrescentou, passa pela implementação de "instrumentos de politica pública", entre eles os planos regionais, o PROTA (Plano Regional Ordenamento do Território Açoriano), planos especiais de ordenamento, planos sectoriais e planos de resíduos, entre outros.
O secretário regional lembrou, também, que nesta matéria "as coisas não dependem apenas do Governo, dependem muitas vezes da capacidade de se estabelecer um trabalho com as autarquias locais".
Corvelo recordou, por outro lado, que o executivo se defrontou com um conjunto de intervenções urgentes que têm vindo a ser concretizadas ao longo dos últimos 12 anos, além da preocupação na educação ambiental e ainda na criação de Parques Naturais de ilha.
Falar num novo ciclo de investimento no ambiente "é falar na melhoria de todos esses aspectos e na eficácia de todas as acções", disse ainda Carlos Corvelo, para concluir afirmando que "há também que fazer boas parcerias" com as empresas do sector, para que em 2015 se possam ver as metas cumpridas".
+ Informações:
Fonte: GaCS/SME
Data: 2008-07-10 13:30:27
Visualizações: 215
Data: 2008-07-10 13:30:27
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