Armadores encaram com prudência ajuda da UE às Pescas
O presidente da Associação dos Armadores da Pesca Industrial, Miguel Cunha, está a encarar com prudência o anúncio de que a Comissão Europeia vai disponibilizar 600 milhões de euros adicionais para ajudar o sector das pescas. 
«Temos de ver em que moldes podemos ter acesso a esses 600 milhões. Não parece muito exequível para o sector português», disse ontem Miguel Cunha à Agência Lusa.
O ministro da Agricultura e Pescas disse terça-feira que a Comissão Europeia assegurou, após uma reunião de Conselho de Ministros que durou 12 horas, um montante de 600 milhões de euros adicionais para ajudar o sector das pescas a nível comunitário, proveniente de verbas não usadas no orçamento comunitário.
De acordo com Jaime Silva, as verbas adicionais disponibilizadas por Bruxelas são distribuídas pelos Estados-membros que apresentarem «um programa adicional que acentue os três eixos: reestruturação, redimensionamento da nossa frota e o eixo da aquicultura».
Salientando que não conhece pormenorizadamente os termos do acordo, Miguel Cunha adiantou que uma das exigências de Bruxelas é o abate de 30% da frota portuguesa.
«Portugal já fez um esforço muito grande na redução da frota. É necessário reduzir mais, mas não nas metas da União Europeia. Espero que isso tenha ficado resolvido no Conselho de Ministros», afirmou.
O presidente da Associação dos Armadores da Pesca Industrial disse ainda que a utilização desses 600 milhões de euros está também dependente da «rápida execução do Programa Operacional Pesca (Promar)». Os 600 milhões de euros disponibilizados pela Comissão Europeia são oriundos da rubrica 2 do orçamento, respeitante à agricultura.
As verbas disponibilizadas por Bruxelas, adiantou também o ministro Jaime Silva, são co-financiadas pelos governos nacionais e «completam» as ajudas de Estado, no valor de 315 milhões de euros, já decididas por Portugal.
Os 600 milhões aprovados destinam-se ao conjunto dos Estados-membros com frota de pesca - sendo que Portugal possui a quarta maior - e que apresentem um programa adicional para o sector e destina-se quer a grandes embarcações, quer às que têm menos de 12 metros.

«Temos de ver em que moldes podemos ter acesso a esses 600 milhões. Não parece muito exequível para o sector português», disse ontem Miguel Cunha à Agência Lusa.
O ministro da Agricultura e Pescas disse terça-feira que a Comissão Europeia assegurou, após uma reunião de Conselho de Ministros que durou 12 horas, um montante de 600 milhões de euros adicionais para ajudar o sector das pescas a nível comunitário, proveniente de verbas não usadas no orçamento comunitário.
De acordo com Jaime Silva, as verbas adicionais disponibilizadas por Bruxelas são distribuídas pelos Estados-membros que apresentarem «um programa adicional que acentue os três eixos: reestruturação, redimensionamento da nossa frota e o eixo da aquicultura».
Salientando que não conhece pormenorizadamente os termos do acordo, Miguel Cunha adiantou que uma das exigências de Bruxelas é o abate de 30% da frota portuguesa.
«Portugal já fez um esforço muito grande na redução da frota. É necessário reduzir mais, mas não nas metas da União Europeia. Espero que isso tenha ficado resolvido no Conselho de Ministros», afirmou.
O presidente da Associação dos Armadores da Pesca Industrial disse ainda que a utilização desses 600 milhões de euros está também dependente da «rápida execução do Programa Operacional Pesca (Promar)». Os 600 milhões de euros disponibilizados pela Comissão Europeia são oriundos da rubrica 2 do orçamento, respeitante à agricultura.
As verbas disponibilizadas por Bruxelas, adiantou também o ministro Jaime Silva, são co-financiadas pelos governos nacionais e «completam» as ajudas de Estado, no valor de 315 milhões de euros, já decididas por Portugal.
Os 600 milhões aprovados destinam-se ao conjunto dos Estados-membros com frota de pesca - sendo que Portugal possui a quarta maior - e que apresentem um programa adicional para o sector e destina-se quer a grandes embarcações, quer às que têm menos de 12 metros.
+ Informações:
Fonte: diario dos açores
Data: 2008-07-17 10:42:30
Visualizações: 130
Data: 2008-07-17 10:42:30
Visualizações: 130
Comentários:
Para comentar precisa de estar registado e identificado.
Sem comentários
Sem comentários
Parlamento Europeu atribui mais um Relatório a Duarte Freitas - Distribuição de géneros alimentícios às pessoas mais necessitadas
Open Days reforçam imagem dos Açores na união Europeia
Açores apresentam em Paris plano do Eurodisseia para 2009-2010
Governo vai contratar empresa para fazer lóbi em Bruxelas
Açores eleitos Região Europeia do Ano 2010
UE pode poupar até 26 mil milhões ao reduzir 30% dos gases com efeitos de estufa
Tabaco mata 660 mil pessoas por ano nos países da UE
Durão quer credibilidade na resposta à crise financeira
Açores debatem políticas europeias na Assembleia Geral da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas
Duarte Freitas exige distribuição de frutas e legumes frescos gratuitos às crianças das escolas europeias
Open Days reforçam imagem dos Açores na união Europeia
Açores apresentam em Paris plano do Eurodisseia para 2009-2010
Governo vai contratar empresa para fazer lóbi em Bruxelas
Açores eleitos Região Europeia do Ano 2010
UE pode poupar até 26 mil milhões ao reduzir 30% dos gases com efeitos de estufa
Tabaco mata 660 mil pessoas por ano nos países da UE
Durão quer credibilidade na resposta à crise financeira
Açores debatem políticas europeias na Assembleia Geral da Conferência das Regiões Periféricas Marítimas
Duarte Freitas exige distribuição de frutas e legumes frescos gratuitos às crianças das escolas europeias




