Países ricos têm altas taxas de sobrevivência ao cancro
As taxas de sobrevivência para vários tipos de cancro são mais altas nos países ricos, sendo a população branca dos Estados Unidos a que tem maior esperança de vida, segundo um estudo publicado que também analisa Portugal. 
O estudo CONCORD, o primeiro do género, publicado na revista científica britânica ´The Lancet Oncology´, foi elaborado por um grupo de investigadores dirigido por Michel Coleman, da London School of Hygiene rand Tropical Medicine, e analisou mais de 1,9 milhões de doentes oncológicos em 31 países, com idades compreendidas entre 15 e 99 anos.
A investigação levada a cabo em mais de vinte países da Europa, incluindo Portugal, Estados Unidos (EUA), Canadá, Austrália, Japão, Brasil, Argélia e Cuba, concluiu que as taxas de sobrevivência para vários tipos de cancro variam "significativamente de um país para o outro", sendo que a esperança de vida aumenta nos doentes que vivem nos países ricos.
"A sobrevivência [dos doentes oncológicos] está positivamente associada ao Produto Interno Bruto (PIB) e a quantidade de investimentos em tecnologia de saúde no país", lê-se no estudo.
Segundo os investigadores - que compararam as taxas de sobrevivência para os cancros de mama, cólon do útero, colo-rectal e próstata, diagnosticados entre 1990-1994, a maior taxa de sobrevivência "regista-se nos EUA, seguida da Austrália, do Japão e da Europa ocidental".
A Argélia obteve o índice mais baixo registado pelo estudo (tanto para homens e mulheres), que também indica que a sobrevivência dos doentes oncológicos é mais baixa no Brasil e na Europa ocidental.
Para os cancros de mama e próstata, as mais altas possibilidades de sobreviver registam-se nos EUA. O Japão obteve os melhores resultados para os cancros de cólon e colo-rectal nos homens, e a França para o cancro de cólon do útero e colo-rectal nas mulheres.

O estudo CONCORD, o primeiro do género, publicado na revista científica britânica ´The Lancet Oncology´, foi elaborado por um grupo de investigadores dirigido por Michel Coleman, da London School of Hygiene rand Tropical Medicine, e analisou mais de 1,9 milhões de doentes oncológicos em 31 países, com idades compreendidas entre 15 e 99 anos.
A investigação levada a cabo em mais de vinte países da Europa, incluindo Portugal, Estados Unidos (EUA), Canadá, Austrália, Japão, Brasil, Argélia e Cuba, concluiu que as taxas de sobrevivência para vários tipos de cancro variam "significativamente de um país para o outro", sendo que a esperança de vida aumenta nos doentes que vivem nos países ricos.
"A sobrevivência [dos doentes oncológicos] está positivamente associada ao Produto Interno Bruto (PIB) e a quantidade de investimentos em tecnologia de saúde no país", lê-se no estudo.
Segundo os investigadores - que compararam as taxas de sobrevivência para os cancros de mama, cólon do útero, colo-rectal e próstata, diagnosticados entre 1990-1994, a maior taxa de sobrevivência "regista-se nos EUA, seguida da Austrália, do Japão e da Europa ocidental".
A Argélia obteve o índice mais baixo registado pelo estudo (tanto para homens e mulheres), que também indica que a sobrevivência dos doentes oncológicos é mais baixa no Brasil e na Europa ocidental.
Para os cancros de mama e próstata, as mais altas possibilidades de sobreviver registam-se nos EUA. O Japão obteve os melhores resultados para os cancros de cólon e colo-rectal nos homens, e a França para o cancro de cólon do útero e colo-rectal nas mulheres.
+ Informações:
Fonte: diario dos açores
Data: 2008-07-21 12:38:19
Visualizações: 713
Data: 2008-07-21 12:38:19
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