Presidente do Governo considera que um bom executivo requer uma “boa cidadania”.
O presidente do Governo dos Açores considerou hoje, numa cerimónia em que recebeu o título de Sócio Honorário da Casa do Povo da Maia, que a existência de um bom executivo depende do exercício pleno da cidadania.
“Não há bom governo sem boa cidadania”, afirmou Carlos César, sublinhando o envolvimento das várias instituições da sociedade civil num “movimento qualificador da democracia nos Açores”.
Para o presidente do Governo, os milhares de voluntários envolvidos nas actividades diárias de instituições diversificadas que, por todo o arquipélago, asseguram a prestação de serviços sociais garantem aos Açores o estatuto de uma das regiões do País com maior participação democrática.
O “governo global da Região” não pode ser reduzido à actividade dos órgãos políticos próprios, acrescentou, sublinhando a importância das tarefas desempenhadas pelas instituições sociais de origem popular que “qualificam e distinguem” a forma de governar nos Açores.
O chefe do Executivo valorizou o contributo desse tipo de instituições para a “grande volta” registada no arquipélago, que se tem desenvolvido a um ritmo mais acelerado face a outras regiões portuguesas, apesar do aparecimento de “novos problemas que criaram novas desigualdades”.
Numa referência à acção das 110 casas do povo em actividade nos Açores, indicou que asseguram o funcionamento de 120 equipamentos sociais responsáveis pela prestação de um conjunto de 640 serviços.
Sobre a Casa do Poço da Maia, que o tornou Sócio Honorário no dia em que celebrou 30 anos de actividade, Carlos César destacou a diversidade dos serviços desenvolvidos – do apoio aos idosos, assegurado por um centro de convívio, e às crianças e jovens, através de uma ludoteca móvel e de centro informático multimédia.
Considerou, ainda, que a sua distinção corresponde ao reconhecimento daquilo que os órgãos de governo regional têm concretizado a favor da freguesia da Maia.

“Não há bom governo sem boa cidadania”, afirmou Carlos César, sublinhando o envolvimento das várias instituições da sociedade civil num “movimento qualificador da democracia nos Açores”.
Para o presidente do Governo, os milhares de voluntários envolvidos nas actividades diárias de instituições diversificadas que, por todo o arquipélago, asseguram a prestação de serviços sociais garantem aos Açores o estatuto de uma das regiões do País com maior participação democrática.
O “governo global da Região” não pode ser reduzido à actividade dos órgãos políticos próprios, acrescentou, sublinhando a importância das tarefas desempenhadas pelas instituições sociais de origem popular que “qualificam e distinguem” a forma de governar nos Açores.
O chefe do Executivo valorizou o contributo desse tipo de instituições para a “grande volta” registada no arquipélago, que se tem desenvolvido a um ritmo mais acelerado face a outras regiões portuguesas, apesar do aparecimento de “novos problemas que criaram novas desigualdades”.
Numa referência à acção das 110 casas do povo em actividade nos Açores, indicou que asseguram o funcionamento de 120 equipamentos sociais responsáveis pela prestação de um conjunto de 640 serviços.
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Considerou, ainda, que a sua distinção corresponde ao reconhecimento daquilo que os órgãos de governo regional têm concretizado a favor da freguesia da Maia.
+ Informações:
Fonte: GaCS/AP
Data: 2008-07-23 15:26:19
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Data: 2008-07-23 15:26:19
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