Publicidade ao Islão no metro de Nova Iorque contestada por críticos
Uma associação muçulmana propõe-se lançar, em Setembro, uma campanha publicitária no metropolitano de Nova Iorque, nos Estados Unidos, para promover o Islão, embora seja contestada pelos mais críticos, que exigem o seu cancelamento.
Destinada a promover a "beleza do Islão", a campanha, patrocinada pelo Círculo Islâmico dos Estados Unidos e apoiada pelo imã de Brooklyn, Siraj Wahhaj, coincide com a celebração das festividades do Ramadão e foi baptizada com o lema "Merecem saber".
"Cada um tem o direito de saber o que é realmente o Islão, em vez de se contentar com imagens e informações deturpadas de numerosos media. O objectivo é corrigir os mal-entendidos sobre o Islão", sustenta a polémica campanha, rejeitada pelo legislador republicano Peter King.
"É verdadeiramente vergonhoso que estas publicidades decorram durante o sétimo aniversário do 11 de Setembro [atentado], tanto mais que o metropolitano é considerado como um alvo de primeira escolha para os terroristas", invocou Peter King, que pediu à Autoridade Metropolitana de Transportes, responsável pelo metro de Nova Iorque, para que cancelasse a campanha.
Segundo o legislador, o imã Wahhaj "é um conhecido extremista islâmico". O assunto já despertou a atenção dos jornais e televisões, onde têm proliferado debates e artigos de opinião a favor e contra a campanha. Um dos pontos mais criticados é o facto de a publicidade, que circulará nas mil carruagens de metro frequentadas diariamente por 4,9 milhões de passageiros, ser apoiada pelo imã Wahhaj, que as autoridades norte-americanas associam a actos terroristas.

Destinada a promover a "beleza do Islão", a campanha, patrocinada pelo Círculo Islâmico dos Estados Unidos e apoiada pelo imã de Brooklyn, Siraj Wahhaj, coincide com a celebração das festividades do Ramadão e foi baptizada com o lema "Merecem saber".
"Cada um tem o direito de saber o que é realmente o Islão, em vez de se contentar com imagens e informações deturpadas de numerosos media. O objectivo é corrigir os mal-entendidos sobre o Islão", sustenta a polémica campanha, rejeitada pelo legislador republicano Peter King.
"É verdadeiramente vergonhoso que estas publicidades decorram durante o sétimo aniversário do 11 de Setembro [atentado], tanto mais que o metropolitano é considerado como um alvo de primeira escolha para os terroristas", invocou Peter King, que pediu à Autoridade Metropolitana de Transportes, responsável pelo metro de Nova Iorque, para que cancelasse a campanha.
Segundo o legislador, o imã Wahhaj "é um conhecido extremista islâmico". O assunto já despertou a atenção dos jornais e televisões, onde têm proliferado debates e artigos de opinião a favor e contra a campanha. Um dos pontos mais criticados é o facto de a publicidade, que circulará nas mil carruagens de metro frequentadas diariamente por 4,9 milhões de passageiros, ser apoiada pelo imã Wahhaj, que as autoridades norte-americanas associam a actos terroristas.
+ Informações:
Fonte: diario dos açores
Data: 2008-07-24 17:24:12
Visualizações: 64
Data: 2008-07-24 17:24:12
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