Açores têm mais alta taxa de abandono no Ensino Superior
A Universidade dos Açores mantém a taxa mais alta de abandono escolar no Ensino Superior desde 2000.
No ano lectivo de 2005/2006, a taxa média de abandono escolar no Ensino Superior foi de 11,35% nas universidades públicas, o valor mais alto dos últimos seis anos, de acordo com um estudo, ainda em fase preliminar.
Segundo o Jornal de Notícias, a Universidade dos Açores é a que mantém a taxa mais alta de desistências desde o ano 2000, estando, actualmente, nos 15,64%, mas as instituições do ensino superior público de Lisboa, ISCTE, Évora ou Trás-os-Montes e Alto Douro também viram as taxas de abandono subir, algumas quase duplicar.
Portanto, em 2005-2006, a taxa média de abandono foi de 11,35% nas universidades públicas, mais 4,34% que em 2000-2001. Foi, aliás, o valor mais alto durante esses seis anos. Em 2004-2005 ficou pelos 9,54%. A taxa na Universidade dos Açores oscilou entre os 12,69%, em 2000/01 e os 15,64%, em 2005/06.
Já as universidades Técnica de Lisboa, Porto, Aveiro e Minho foram as que perderam menos alunos em 2006, sendo que os motivos apresentados para as desistências passaram por diversos factores, sobretudo a «dificuldade em lidar com o insucesso» ou a «cedência à entrada precoce no mundo laboral».
Os resultados foram apurados de acordo com uma nova fórmula matemática, criada pelos investigadores do CES, do ISCTE e do SOCIUS, já que estes não estavam de acordo com o método usado pela tutela, que se baseia apenas na taxa de sobrevivência, o que empola os resultados, por não ter em conta variáveis como a mudança de curso ou transferência de faculdade.
«É fundamental ter uma metodologia que não só quantifique mas interprete o (in)sucesso», defendeu José Manuel Mendes, investigador responsável pelo estudo, cujo objectivo é o de propor um «modelo explicativo do sucesso e insucesso escolar no ensino superior» e propor soluções de combate ao insucesso e abandono.
José Manuel Mendes não considera elevadas as taxas apuradas. As oscilações podem ser provocadas por diversos factores. Além dos inquéritos, os quase 2000 alunos que servem de amostra à investigação responderam a entrevistas: os da Técnica foram os únicos a manifestarem "dificuldade em lidarem com o insucesso"; os do ISCTE são os que mais cedem à entrada precoce no mundo laboral.

No ano lectivo de 2005/2006, a taxa média de abandono escolar no Ensino Superior foi de 11,35% nas universidades públicas, o valor mais alto dos últimos seis anos, de acordo com um estudo, ainda em fase preliminar.
Segundo o Jornal de Notícias, a Universidade dos Açores é a que mantém a taxa mais alta de desistências desde o ano 2000, estando, actualmente, nos 15,64%, mas as instituições do ensino superior público de Lisboa, ISCTE, Évora ou Trás-os-Montes e Alto Douro também viram as taxas de abandono subir, algumas quase duplicar.
Portanto, em 2005-2006, a taxa média de abandono foi de 11,35% nas universidades públicas, mais 4,34% que em 2000-2001. Foi, aliás, o valor mais alto durante esses seis anos. Em 2004-2005 ficou pelos 9,54%. A taxa na Universidade dos Açores oscilou entre os 12,69%, em 2000/01 e os 15,64%, em 2005/06.
Já as universidades Técnica de Lisboa, Porto, Aveiro e Minho foram as que perderam menos alunos em 2006, sendo que os motivos apresentados para as desistências passaram por diversos factores, sobretudo a «dificuldade em lidar com o insucesso» ou a «cedência à entrada precoce no mundo laboral».
Os resultados foram apurados de acordo com uma nova fórmula matemática, criada pelos investigadores do CES, do ISCTE e do SOCIUS, já que estes não estavam de acordo com o método usado pela tutela, que se baseia apenas na taxa de sobrevivência, o que empola os resultados, por não ter em conta variáveis como a mudança de curso ou transferência de faculdade.
«É fundamental ter uma metodologia que não só quantifique mas interprete o (in)sucesso», defendeu José Manuel Mendes, investigador responsável pelo estudo, cujo objectivo é o de propor um «modelo explicativo do sucesso e insucesso escolar no ensino superior» e propor soluções de combate ao insucesso e abandono.
José Manuel Mendes não considera elevadas as taxas apuradas. As oscilações podem ser provocadas por diversos factores. Além dos inquéritos, os quase 2000 alunos que servem de amostra à investigação responderam a entrevistas: os da Técnica foram os únicos a manifestarem "dificuldade em lidarem com o insucesso"; os do ISCTE são os que mais cedem à entrada precoce no mundo laboral.
+ Informações:
Fonte: diario dos açores
Data: 2008-07-29 10:36:11
Visualizações: 132
Data: 2008-07-29 10:36:11
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