PS classifica Ferreira Leite de "preceptora e tutora centralista"
O PS/Açores rejeitou as críticas lançadas por Manuela Ferreira Leite sobre o Estatuto Político-Administrativo dos Açores, argumentando que os social-democratas açorianos estão "dependentes" de uma líder nacional "preceptora e tutora centralista".
A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou sábado, em São Miguel, o PS de ter prosseguido com o Estatuto Político-Administrativo dos Açores, sem corrigir o que não estava bem, "para arranjar um conflito" com o Presidente da República. Em conferência de imprensa o dirigente socialista André Bradford afirmou que o PSD/Açores, ao subscrever as declarações de Manuela Ferreira Leite, demonstra ser "um partido menor da autonomia" e dependente de uma "líder nacional preceptora e centralista, que veio aos Açores como verdadeira ministra de Cavaco Silva".
Refugiado no "argumento falso" de que estaria em causa uma "querela institucional infundamentada", André Bradford disse que 13 das 15 normas que levantaram dúvidas ao Presidente da República não foram objecto de qualquer proposta de alteração pelos social-democratas.
Além disso, frisou que a proposta de revisão estatutária foi votada, por unanimidade, no parlamento açoriano e na Assembleia da República, o que "reforça a sua legitimidade e representatividade agora postas em causa pela líder nacional do PSD".
As quinze normas do decreto que suscitaram reserva por parte de Cavaco Silva prendem-se, entre outras, com a marcação de eleições regionais, audição dos órgãos de Governo próprio pelo Presidente da República, regime de elaboração e organização do orçamento da região e utilização de bens do domínio publico marítimo do Estado.
Garantindo que o PS "não se coíbe de defender intransigentemente" o aprofundamento da autonomia, André Brandfort referiu que "há uma semana o presidente do PS/Açores (Carlos César) já previa que nem todos os partidos da região iriam ter esta postura". O dirigente socialista reafirmou que "sem mudanças de posição, oportunismos ou incómodos de circunstância" o PS/Açores está confiante que o desfecho deste processo irá representar "um avanço para a autonomia açoriana".
"Não daremos cobertura à aprovação de uma revisão de faz de conta, da qual não resultem ganhos efectivos", garantiu André Bradford.

A presidente do PSD, Manuela Ferreira Leite, acusou sábado, em São Miguel, o PS de ter prosseguido com o Estatuto Político-Administrativo dos Açores, sem corrigir o que não estava bem, "para arranjar um conflito" com o Presidente da República. Em conferência de imprensa o dirigente socialista André Bradford afirmou que o PSD/Açores, ao subscrever as declarações de Manuela Ferreira Leite, demonstra ser "um partido menor da autonomia" e dependente de uma "líder nacional preceptora e centralista, que veio aos Açores como verdadeira ministra de Cavaco Silva".
Refugiado no "argumento falso" de que estaria em causa uma "querela institucional infundamentada", André Bradford disse que 13 das 15 normas que levantaram dúvidas ao Presidente da República não foram objecto de qualquer proposta de alteração pelos social-democratas.
Além disso, frisou que a proposta de revisão estatutária foi votada, por unanimidade, no parlamento açoriano e na Assembleia da República, o que "reforça a sua legitimidade e representatividade agora postas em causa pela líder nacional do PSD".
As quinze normas do decreto que suscitaram reserva por parte de Cavaco Silva prendem-se, entre outras, com a marcação de eleições regionais, audição dos órgãos de Governo próprio pelo Presidente da República, regime de elaboração e organização do orçamento da região e utilização de bens do domínio publico marítimo do Estado.
Garantindo que o PS "não se coíbe de defender intransigentemente" o aprofundamento da autonomia, André Brandfort referiu que "há uma semana o presidente do PS/Açores (Carlos César) já previa que nem todos os partidos da região iriam ter esta postura". O dirigente socialista reafirmou que "sem mudanças de posição, oportunismos ou incómodos de circunstância" o PS/Açores está confiante que o desfecho deste processo irá representar "um avanço para a autonomia açoriana".
"Não daremos cobertura à aprovação de uma revisão de faz de conta, da qual não resultem ganhos efectivos", garantiu André Bradford.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-07-29 10:42:34
Visualizações: 81
Data: 2008-07-29 10:42:34
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