Telemóveis são tão perigosos como o micro-ondas ou o sol
Estudos ontem citados em Bragança sustentam que o telemóvel, a mais conhecida e falada fonte de preocupação com as radiações, não provoca mais malefícios para a saúde que um utilitário micro-ondas ou o próprio sol.
Por ser uma invenção relativamente recente existe, ainda, alguma incerteza sobre as consequências para a saúde da exposição prolongada ao telemóvel, mas estes aparelhos são apenas uma das variadas fontes de radiação a que o ser humano está permanentemente exposto.
Esta conclusão foi ontem defendida no Centro de Ciência Viva de Bragança pelo engenheiro do Instituto de Comunicações (IC), Daniel Sebastião, perante uma plateia de curiosos que tiveram inclusive a oportunidade de medir as radiações dos seus telemóveis.
A iniciativa, que teve como finalidade prestar esclarecimentos sobre a polémica relação entre os telemóveis, radiações e a saúde, levou os participantes a saírem com a certeza de que não há qualquer estudo que comprove a alegada perigosidade.
"Os estudos mostram que não há problemas numa exposição até 10 anos ao telemóvel", sustentou o engenheiro de telecomunicações.
Este período de uma década é para já o limite com que se pode trabalhar por corresponder ao disparar do número de utilizadores.
"Passámos praticamente de ninguém ter telemóvel a toda a gente ter telemóvel, desde há meia dúzia de anos, e para toda a gente ter telemóvel foi preciso instalar antenas por todo o país", disse.
Para Daniel Sebastião "foi o aparecimento de tantas antenas junto das pessoas que acabou por suscitar preocupação sobre se as radiações não fariam mal", além do próprio aparelho ser também ó único sistema de telecomunicações utilizado junto ao corpo.
O técnico realçou que estas antenas e os telemóveis são apenas uma das variadas fontes de radiação em que se incluem, por exemplo, outras antenas de televisão e rádio.
Estas não são motivo de tanta preocupação, segundo explicou, por se encontrarem mais dispersas, mais afastadas das pessoas e apenas uma cobrir uma área maior.
Não deixam, no entanto de emitir radiações tal como qualquer aparelho eléctrico, nomeadamente o micro-ondas que se tornou indispensável nas cozinhas.
"O próprio sol é a maior fonte de radiações que existe", observou.
Com base em estudos realizados ao longo do tempo sobre radiações, existem limitações legais à emissão das mesmas, que se aplicam nomeadamente aos telemóveis, e que constituem uma garantia de que o utilizador não está sujeito a doses elevadas de radiações.
Segundo o técnico do IC, os fabricantes são obrigados a certificar os aparelhos, que para serem colocados no mercado têm de cumprir os limites legais impostos.
Esta informação está disponível ao consumidor nos manuais dos telemóveis ou nas páginas dos fabricantes na Internet.
No entanto, apesar de todas as garantias, Daniel Sebastião aconselha a usar o auricular.

Por ser uma invenção relativamente recente existe, ainda, alguma incerteza sobre as consequências para a saúde da exposição prolongada ao telemóvel, mas estes aparelhos são apenas uma das variadas fontes de radiação a que o ser humano está permanentemente exposto.
Esta conclusão foi ontem defendida no Centro de Ciência Viva de Bragança pelo engenheiro do Instituto de Comunicações (IC), Daniel Sebastião, perante uma plateia de curiosos que tiveram inclusive a oportunidade de medir as radiações dos seus telemóveis.
A iniciativa, que teve como finalidade prestar esclarecimentos sobre a polémica relação entre os telemóveis, radiações e a saúde, levou os participantes a saírem com a certeza de que não há qualquer estudo que comprove a alegada perigosidade.
"Os estudos mostram que não há problemas numa exposição até 10 anos ao telemóvel", sustentou o engenheiro de telecomunicações.
Este período de uma década é para já o limite com que se pode trabalhar por corresponder ao disparar do número de utilizadores.
"Passámos praticamente de ninguém ter telemóvel a toda a gente ter telemóvel, desde há meia dúzia de anos, e para toda a gente ter telemóvel foi preciso instalar antenas por todo o país", disse.
Para Daniel Sebastião "foi o aparecimento de tantas antenas junto das pessoas que acabou por suscitar preocupação sobre se as radiações não fariam mal", além do próprio aparelho ser também ó único sistema de telecomunicações utilizado junto ao corpo.
O técnico realçou que estas antenas e os telemóveis são apenas uma das variadas fontes de radiação em que se incluem, por exemplo, outras antenas de televisão e rádio.
Estas não são motivo de tanta preocupação, segundo explicou, por se encontrarem mais dispersas, mais afastadas das pessoas e apenas uma cobrir uma área maior.
Não deixam, no entanto de emitir radiações tal como qualquer aparelho eléctrico, nomeadamente o micro-ondas que se tornou indispensável nas cozinhas.
"O próprio sol é a maior fonte de radiações que existe", observou.
Com base em estudos realizados ao longo do tempo sobre radiações, existem limitações legais à emissão das mesmas, que se aplicam nomeadamente aos telemóveis, e que constituem uma garantia de que o utilizador não está sujeito a doses elevadas de radiações.
Segundo o técnico do IC, os fabricantes são obrigados a certificar os aparelhos, que para serem colocados no mercado têm de cumprir os limites legais impostos.
Esta informação está disponível ao consumidor nos manuais dos telemóveis ou nas páginas dos fabricantes na Internet.
No entanto, apesar de todas as garantias, Daniel Sebastião aconselha a usar o auricular.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-07-30 13:54:05
Visualizações: 299
Data: 2008-07-30 13:54:05
Visualizações: 299
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