Nova fase privatização da Galp
O Governo deu o «OK» inicial para a preparação de uma nova fase de privatização da Galp Energia de um máximo de 7% do capital, anunciou o Conselho de Ministros (CM), citado pela «Reuters». 
Acrescenta que a operação será efectuada através da emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou de reembolso com acções.
«Este decreto-lei vem aprovar a quinta fase de reprivatização do capital social da Galp Energia", refere o comunicado do CM.
«A emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou reembolso com acções representativas do capital social da Galp é realizada mediante venda directa dirigida a investidores institucionais nacionais ou estrangeiros», acrescenta a nota.
Actualmente, o Estado detém 7% da Galp, sendo 33,3% da empresa controlado pela Amorim Energia e 33,3% pela italiana ENI.
O executivo tem como objectivo obter receitas de 900 milhões de euros através de privatizações este ano, não tendo sido realizado nenhum encaixe até ao momento, referiu recentemente o secretário de Estado das Finanças, Carlos Costa Pina.
A Galp Energia foi colocada em bolsa em Outubro de 2006, após a privatização de 23 pct da empresa, numa operação que rendeu 1,091 mil milhões de euros ao Estado.
Na primeira fase de privatização da Galp, em 1999, o capital da empresa ficou dividido pelo Estado, com 60,56%, Petrocontrol, com 33,34%, EDP com 3,27%, Caixa Geral de Depósitos com 2,75% e Setgás e Portgás, ambas com 0,04%.
Seguiu-se uma nova operação em 2000, com a venda de participações à ENI e Iberdrola, com a estrutura accionista a revelar uma posição de 34,81% do Estado, 33,34% da ENI, 14,27% da EDP, 13,5% da CGD, 4% da Iberdrola e 0,04% detidos pela Setgás e Portgás.
Na terceira fase a REN adquiriu uma posição de 18,3% na Galp, dos quais 13,5% foram adquiridos à CGD e os restantes 4,8% ao Estado.

Acrescenta que a operação será efectuada através da emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou de reembolso com acções.
«Este decreto-lei vem aprovar a quinta fase de reprivatização do capital social da Galp Energia", refere o comunicado do CM.
«A emissão de obrigações susceptíveis de permuta ou reembolso com acções representativas do capital social da Galp é realizada mediante venda directa dirigida a investidores institucionais nacionais ou estrangeiros», acrescenta a nota.
Actualmente, o Estado detém 7% da Galp, sendo 33,3% da empresa controlado pela Amorim Energia e 33,3% pela italiana ENI.
O executivo tem como objectivo obter receitas de 900 milhões de euros através de privatizações este ano, não tendo sido realizado nenhum encaixe até ao momento, referiu recentemente o secretário de Estado das Finanças, Carlos Costa Pina.
A Galp Energia foi colocada em bolsa em Outubro de 2006, após a privatização de 23 pct da empresa, numa operação que rendeu 1,091 mil milhões de euros ao Estado.
Na primeira fase de privatização da Galp, em 1999, o capital da empresa ficou dividido pelo Estado, com 60,56%, Petrocontrol, com 33,34%, EDP com 3,27%, Caixa Geral de Depósitos com 2,75% e Setgás e Portgás, ambas com 0,04%.
Seguiu-se uma nova operação em 2000, com a venda de participações à ENI e Iberdrola, com a estrutura accionista a revelar uma posição de 34,81% do Estado, 33,34% da ENI, 14,27% da EDP, 13,5% da CGD, 4% da Iberdrola e 0,04% detidos pela Setgás e Portgás.
Na terceira fase a REN adquiriu uma posição de 18,3% na Galp, dos quais 13,5% foram adquiridos à CGD e os restantes 4,8% ao Estado.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-08-01 11:23:49
Visualizações: 117
Data: 2008-08-01 11:23:49
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