ONU quer travar contágio de HIV/SIDA entre mãe e filho
A Facilidade Internacional para a Compra de Medicamentos (UNITAID), a UNICEF e a Organização Mundial de Saúde anunciaram ontem um investimento de 50 milhões de dólares na prevenção do contágio do vírus VIH entre mãe e filho.
Durante os próximos dois anos, o fundo (cerca de 32 milhões de euros) gerido pela UNITAID, organização das Nações Unidas, será utilizado para testar cerca de 10 milhões de mulheres grávidas e tratar 285.000 mães e crianças em nove países-alvo: República Centro-Africana, China, Haiti, Birmânia (Myanmar), Nigéria, Suazilândia, Uganda, Zimbabué e Lesoto.
Estes países representam, actualmente, cerca de 25% das mulheres grávidas infectadas com VIH.
"Este esforço visa ir mais além que a prevenção através da promoção de tratamentos para as mães e os seus filhos", afirmou o presidente da Comissão Executiva da UNITAID, Philippe Douste-Blazy.
"O nosso objectivo é financiar os mais eficazes e adequados medicamentos e diagnósticos no mercado, tanto para as mulheres como para as crianças", acrescentou.
O projecto prevê também que a UNICEF possa negociar os preços dos medicamentos, permitindo assim o acesso dos tratamentos a um maior número de mulheres e crianças.
O fundo vai igualmente proporcionar um ano de tratamentos anti-retrovirais a mulheres grávidas infectadas com VIH nos nove países abrangidos.
"Fazer o teste do VIH a mulheres grávidas dá uma oportunidade a estas mães de sobreviverem à doença", disse a directora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Ann M. Veneman, reforçando que uma intervenção rápida no terreno, através do tratamento de mulheres infectadas, só irá trazer benefícios para as suas comunidades.
A Organização Mundial de Saúde, outras das entidades envolvidas no projecto, irá garantir a aplicação dos programas no terreno, a utilização dos medicamentos anti-retrovirais e a promoção de acordos, segundo orientações e recomendações pré-estabelecidas, com os Ministérios da Saúde de cada país.
O Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA (ONUSIDA) reconheceu terça-feira, pela primeira vez, que os esforços contra esta epidemia começam a ter resultados concretos, alertando, porém, que 7.500 pessoas são ainda infectadas diariamente em todo o mundo.
O documento, ´Relatório sobre a Epidemia Mundial do HIV/SIDA - 2008´, referiu que, em 2007, um total de 2,7 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus VIH, um valor que representa uma diminuição de três milhões de pessoas desde 2001.
De acordo com a organização, por cada dois doentes com VIH em tratamento existem cinco novos casos, reconhecendo que, actualmente, 33 milhões de pessoas vivem com o vírus.
O documento, relativo a 147 países, avançou igualmente que existe um decréscimo dos contágios entre mãe e filho, bem como se verificou um aumento das pessoas em tratamento.

Durante os próximos dois anos, o fundo (cerca de 32 milhões de euros) gerido pela UNITAID, organização das Nações Unidas, será utilizado para testar cerca de 10 milhões de mulheres grávidas e tratar 285.000 mães e crianças em nove países-alvo: República Centro-Africana, China, Haiti, Birmânia (Myanmar), Nigéria, Suazilândia, Uganda, Zimbabué e Lesoto.
Estes países representam, actualmente, cerca de 25% das mulheres grávidas infectadas com VIH.
"Este esforço visa ir mais além que a prevenção através da promoção de tratamentos para as mães e os seus filhos", afirmou o presidente da Comissão Executiva da UNITAID, Philippe Douste-Blazy.
"O nosso objectivo é financiar os mais eficazes e adequados medicamentos e diagnósticos no mercado, tanto para as mulheres como para as crianças", acrescentou.
O projecto prevê também que a UNICEF possa negociar os preços dos medicamentos, permitindo assim o acesso dos tratamentos a um maior número de mulheres e crianças.
O fundo vai igualmente proporcionar um ano de tratamentos anti-retrovirais a mulheres grávidas infectadas com VIH nos nove países abrangidos.
"Fazer o teste do VIH a mulheres grávidas dá uma oportunidade a estas mães de sobreviverem à doença", disse a directora executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Ann M. Veneman, reforçando que uma intervenção rápida no terreno, através do tratamento de mulheres infectadas, só irá trazer benefícios para as suas comunidades.
A Organização Mundial de Saúde, outras das entidades envolvidas no projecto, irá garantir a aplicação dos programas no terreno, a utilização dos medicamentos anti-retrovirais e a promoção de acordos, segundo orientações e recomendações pré-estabelecidas, com os Ministérios da Saúde de cada país.
O Programa Conjunto das Nações Unidas para o VIH/SIDA (ONUSIDA) reconheceu terça-feira, pela primeira vez, que os esforços contra esta epidemia começam a ter resultados concretos, alertando, porém, que 7.500 pessoas são ainda infectadas diariamente em todo o mundo.
O documento, ´Relatório sobre a Epidemia Mundial do HIV/SIDA - 2008´, referiu que, em 2007, um total de 2,7 milhões de pessoas foram infectadas com o vírus VIH, um valor que representa uma diminuição de três milhões de pessoas desde 2001.
De acordo com a organização, por cada dois doentes com VIH em tratamento existem cinco novos casos, reconhecendo que, actualmente, 33 milhões de pessoas vivem com o vírus.
O documento, relativo a 147 países, avançou igualmente que existe um decréscimo dos contágios entre mãe e filho, bem como se verificou um aumento das pessoas em tratamento.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-08-01 12:53:34
Visualizações: 144
Data: 2008-08-01 12:53:34
Visualizações: 144
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