Nova greve anunciada na SATA
Os trabalhadores de terra da SATA vão voltar à greve no final do mês ou início de Setembro, anunciou fonte sindical.
De acordo com Filipe Rocha, dirigente do SITAVA, o pré-aviso da nova greve deverá ser "entregue brevemente" e prevê "mais horas e mais dias de paralisação".
"O Governo açoriano, o principal accionista da SATA, tem mantido uma postura de arrogância e certa leviandade ao não querer dialogar com o sindicato", criticou Filipe Rocha, alegando que, perante esta postura, o sindicato responde com uma nova greve parcial.
Como forma de protesto contra a segmentação do grupo, os trabalhadores de terra da companhia aérea açoriana iniciaram a 30 de Julho uma greve às duas primeiras horas de trabalho de cada turno, que terminou ontem.
Convocada pelo SITAVA, a paralisação prevê, também, greve às horas extraordinárias até 10 de Agosto.
Filipe Rocha, citado pela Lusa, disse que a adesão dos trabalhadores à greve em curso "superou as expectativas", o que demonstra a apreensão existente quanto ao futuro do grupo SATA.
"Os trabalhadores estão unidos na luta pelos seus direitos, apesar das pressões levadas a cabo pela SATA para minar a greve", afirmou Filipe Rocha, acrescentando que as queixas entregues na Inspecção Regional de Trabalho já foram encaminhadas para o Ministério Público.
O sindicato alega que a segmentação da SATA vai permitir isolar áreas de negócio apetecíveis ao investimento privado, caso da assistência em escalas (handling).
Segundo o grupo SATA, as áreas de handling e serviços vão permanecer "dentro das transportadoras aéreas, não perdendo assim os trabalhadores o vínculo às transportadoras".
"Falta de diálogo" do Governo alimenta greve
O PSD/Açores criticou ontem a "falta de diálogo" existente entre o poder governamental da região face às forças vivas da SATA, empresa que vive um processo de "greve parcial". A declaração foi feita pelo líder parlamentar da bancada laranja, após uma reunião com responsáveis pelo SITAVA, que decorreu em Angra do Heroísmo.
"Há doze anos atrás Carlos César não falava noutra coisa que não em diálogo", disse Clélio Meneses, acrescentando que "passado esse tempo, o que se vê é precisamente a falta desse diálogo", considerando o partido que "sem esse diálogo, sem envolvimento e respeito, não se conseguem resolver problemas como o que atravessa a SATA".
O líder parlamentar assumiu que o seu partido "respeita a greve como uma forma de combate dos trabalhadores ao que consideram ser uma injustiça", afirmando que a segmentação pretendida pela empresa, e que vem motivando a greve "deve ser um instrumento de gestão e nunca atentar contra os direitos dos trabalhadores", sendo mesmo uma medida face à qual, "e por princípio, o PSD nem é contra", explicou.
Atendendo a que as questões ligadas à gestão de uma empresa como a SATA "tem repercussões directas no dia-a-dia dos açorianos", disse Clélio Meneses, referindo-se à necessidade "a tempo inteiro de deslocações inter-ilhas que temos", menos se compreende "que não haja um esforço acrescido para ver resolvida a situação, por parte das entidades oficiais", ainda mais sendo a SATA "uma empresa estratégica e importante" para os Açores, pelo que o PSD considera "decisivo" um envolvimento "global e concertado" das partes intervenientes no processo negocial entre o SITAVA e a SATA.

De acordo com Filipe Rocha, dirigente do SITAVA, o pré-aviso da nova greve deverá ser "entregue brevemente" e prevê "mais horas e mais dias de paralisação".
"O Governo açoriano, o principal accionista da SATA, tem mantido uma postura de arrogância e certa leviandade ao não querer dialogar com o sindicato", criticou Filipe Rocha, alegando que, perante esta postura, o sindicato responde com uma nova greve parcial.
Como forma de protesto contra a segmentação do grupo, os trabalhadores de terra da companhia aérea açoriana iniciaram a 30 de Julho uma greve às duas primeiras horas de trabalho de cada turno, que terminou ontem.
Convocada pelo SITAVA, a paralisação prevê, também, greve às horas extraordinárias até 10 de Agosto.
Filipe Rocha, citado pela Lusa, disse que a adesão dos trabalhadores à greve em curso "superou as expectativas", o que demonstra a apreensão existente quanto ao futuro do grupo SATA.
"Os trabalhadores estão unidos na luta pelos seus direitos, apesar das pressões levadas a cabo pela SATA para minar a greve", afirmou Filipe Rocha, acrescentando que as queixas entregues na Inspecção Regional de Trabalho já foram encaminhadas para o Ministério Público.
O sindicato alega que a segmentação da SATA vai permitir isolar áreas de negócio apetecíveis ao investimento privado, caso da assistência em escalas (handling).
Segundo o grupo SATA, as áreas de handling e serviços vão permanecer "dentro das transportadoras aéreas, não perdendo assim os trabalhadores o vínculo às transportadoras".
"Falta de diálogo" do Governo alimenta greve
O PSD/Açores criticou ontem a "falta de diálogo" existente entre o poder governamental da região face às forças vivas da SATA, empresa que vive um processo de "greve parcial". A declaração foi feita pelo líder parlamentar da bancada laranja, após uma reunião com responsáveis pelo SITAVA, que decorreu em Angra do Heroísmo.
"Há doze anos atrás Carlos César não falava noutra coisa que não em diálogo", disse Clélio Meneses, acrescentando que "passado esse tempo, o que se vê é precisamente a falta desse diálogo", considerando o partido que "sem esse diálogo, sem envolvimento e respeito, não se conseguem resolver problemas como o que atravessa a SATA".
O líder parlamentar assumiu que o seu partido "respeita a greve como uma forma de combate dos trabalhadores ao que consideram ser uma injustiça", afirmando que a segmentação pretendida pela empresa, e que vem motivando a greve "deve ser um instrumento de gestão e nunca atentar contra os direitos dos trabalhadores", sendo mesmo uma medida face à qual, "e por princípio, o PSD nem é contra", explicou.
Atendendo a que as questões ligadas à gestão de uma empresa como a SATA "tem repercussões directas no dia-a-dia dos açorianos", disse Clélio Meneses, referindo-se à necessidade "a tempo inteiro de deslocações inter-ilhas que temos", menos se compreende "que não haja um esforço acrescido para ver resolvida a situação, por parte das entidades oficiais", ainda mais sendo a SATA "uma empresa estratégica e importante" para os Açores, pelo que o PSD considera "decisivo" um envolvimento "global e concertado" das partes intervenientes no processo negocial entre o SITAVA e a SATA.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-08-06 11:38:52
Visualizações: 144
Data: 2008-08-06 11:38:52
Visualizações: 144
Comentários:
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Sotnas - 2008-08-09 19:55:10
Quando é que isto para?

Sotnas - 2008-08-09 19:55:10Quando é que isto para?
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