Quarenta tiros em guerra de bairro
Um confronto entre famílias rivais terá estado na origem do tiroteio que agitou o Planalto do Ingote, em Coimbra, no domingo à noite e que já no dia anterior provocara uma zaragata cuja consequência decaiu sobre um dos envolvidos a ser golpeado na cara. 
A PJ está a investigar o caso, tendo encontrado nos bairros da Rosa, António Sérgio e do Ingote, cerca de 40 munições de vários calibres, incluindo de 9 mm. Um dos tiros perfurou o estore e o vidro de uma janela da casa de Alfredo Oliveira, no bairro António Sérgio, e atingiu a parede interior da sua sala. "A sorte é que eu estava na cozinha a jantar", contou ontem Alfredo Oliveira, residente no bairro há 22 anos. Os disparos já não o surpreendem: "Existe muita vez. No bairro da Rosa é quase todos os dias, mas nesta zona não era hábito". Os tiros foram disparados por indivíduos que passaram "em três carros de alta cilindrada e atiravam para todos os lados", mas só a sua casa foi atingida. Segundo a PSP e a PJ, o tiroteio não provocou feridos. Mas no dia anterior, de acordo com outros moradores, as mesmas famílias terão estado envolvidas num tumulto que terminou com um dos homens a ser "marcado" na cara com golpes de navalha. O tiroteio terá sido uma forma de retaliação, o que deixa os residentes preocupados, ao preverem que "a guerra não vai terminar por aqui".

A PJ está a investigar o caso, tendo encontrado nos bairros da Rosa, António Sérgio e do Ingote, cerca de 40 munições de vários calibres, incluindo de 9 mm. Um dos tiros perfurou o estore e o vidro de uma janela da casa de Alfredo Oliveira, no bairro António Sérgio, e atingiu a parede interior da sua sala. "A sorte é que eu estava na cozinha a jantar", contou ontem Alfredo Oliveira, residente no bairro há 22 anos. Os disparos já não o surpreendem: "Existe muita vez. No bairro da Rosa é quase todos os dias, mas nesta zona não era hábito". Os tiros foram disparados por indivíduos que passaram "em três carros de alta cilindrada e atiravam para todos os lados", mas só a sua casa foi atingida. Segundo a PSP e a PJ, o tiroteio não provocou feridos. Mas no dia anterior, de acordo com outros moradores, as mesmas famílias terão estado envolvidas num tumulto que terminou com um dos homens a ser "marcado" na cara com golpes de navalha. O tiroteio terá sido uma forma de retaliação, o que deixa os residentes preocupados, ao preverem que "a guerra não vai terminar por aqui".
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-08-06 13:24:49
Visualizações: 144
Data: 2008-08-06 13:24:49
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