Carlos do Carmo prestes a completar 45 anos de carreira
O álbum "À noite" de Carlos do Carmo, a celebrar 45 anos de carreira, será reeditado dia 18 com dois temas extra, entre eles "Fado da Saudade", distinguido este ano com o Prémio Goya 
Além de "Fado da Saudade" (Fernando Pinto do Amaral/Fado Menor em Versículo) que recebeu o Prémio Goya para a Melhor Canção Original da Academia de Ciências Cinematográficas espanhola, o CD, editado pela Universal Music, incluirá "Fado Tropical" (Chico Buarque). "À noite" foi editado pela primeira vez em Novembro passado, e vendeu já 35 mil exemplares, o que, segundo a editora, o torna o seu disco mais comprado desde os muito aclamados "O Homem na Cidade" e "Ao vivo no Olympia de Paris". Carlos do Carmo desafiou poetas contemporâneos a escreverem propositadamente para melodias como "Fado
Cravo", "Mayer", "Vitória", "Laranjeira", "Puxavante", "Bailado", "Marcha do Marceneiro", "Castanheira" ou "Ciganita". Os poetas escolhidos foram Maria do Rosário Pedreira, José Manuel Mendes, Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral, Luís Tinoco e Júlio Pomar, também o autor da capa. Além da temática do amor e desamor, surgem também no disco Lisboa, um fado de sátira social assinado por Pomar e, comum a todos os poemas, a palavra noite. «Tenho feito toda a minha vida à noite, desde os 21 anos, sou um homem da noite», sublinhou Carlos do Carmo.

Além de "Fado da Saudade" (Fernando Pinto do Amaral/Fado Menor em Versículo) que recebeu o Prémio Goya para a Melhor Canção Original da Academia de Ciências Cinematográficas espanhola, o CD, editado pela Universal Music, incluirá "Fado Tropical" (Chico Buarque). "À noite" foi editado pela primeira vez em Novembro passado, e vendeu já 35 mil exemplares, o que, segundo a editora, o torna o seu disco mais comprado desde os muito aclamados "O Homem na Cidade" e "Ao vivo no Olympia de Paris". Carlos do Carmo desafiou poetas contemporâneos a escreverem propositadamente para melodias como "Fado
Cravo", "Mayer", "Vitória", "Laranjeira", "Puxavante", "Bailado", "Marcha do Marceneiro", "Castanheira" ou "Ciganita". Os poetas escolhidos foram Maria do Rosário Pedreira, José Manuel Mendes, Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral, Luís Tinoco e Júlio Pomar, também o autor da capa. Além da temática do amor e desamor, surgem também no disco Lisboa, um fado de sátira social assinado por Pomar e, comum a todos os poemas, a palavra noite. «Tenho feito toda a minha vida à noite, desde os 21 anos, sou um homem da noite», sublinhou Carlos do Carmo.
+ Informações:
Fonte: diário dos açores
Data: 2008-08-11 11:32:24
Visualizações: 94
Data: 2008-08-11 11:32:24
Visualizações: 94
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